"Entre o final de Fevereiro e o início de Março sucederam-se as notícias sobre as dívidas fiscais e contributivas de Passos Coelho. Além do caso Tecnoforma, foram várias as notícias nos últimos meses a dar conta do passado contributivo e fiscal do primeiro-ministro.
18 de Setembro de 2014
A revista ‘Sábado' noticia que o Ministério Público estaria a investigar Pedro Passos Coelho, no âmbito do caso Tecnoforma. O primeiro-ministro terá recebido pagamentos do grupo Tecnoforma no valor de mais de 150 mil euros entre 1995 e 1998, quando era deputado em regime de exclusividade. O gabinete do governante disse que "não foi contactado no âmbito de qualquer investigação" e que, "se isso vier a acontecer, colaborará naturalmente".
26 de Fevereiro de 2015
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirma que não recebeu qualquer valor da Tecnoforma enquanto foi deputado, até 1999, e que só colaborou com esta empresa após o ano de 2001. O governante disse também que "se cada vez que alguém aparecer a fazer insinuações, eu tiver de fazer, como qualquer um dos senhores deputados, o ‘striptease' das contas bancárias, para deleite dos leitores de jornais, isso não faço".
28 de Fevereiro de 2015
Tem início a polémica das dívidas de Pedro Passos Coelho à Segurança Social. O jornal ‘Público' noticia que o governante não pagou os seus descontos à Segurança Social durante cinco anos, entre 1999 e 2004. A dívida, entretanto prescrita, era de 5.016 euros em Setembro de 2014. Em resposta, Passos Coelho disse que de acordo com osdados que a Segurança Social lhe forneceu em 2012 e confirmou no final de Janeiro, a dívida era de 2.880 euros acrescidos de juros de mora. Passos disse também que nunca teve conhecimento de qualquer notificação que lhe desse conta de uma dívida à Segurança Social referente ao período em que desempenhou actividades como trabalhador independente. Por outro lado, diz ainda ter pago a dívida em Fevereiro.
2 de Março de 2015
Com a polémica instalada, Passos Coelho aproveitou o encerramento das jornadas parlamentares do PSD para afirmar: "Não sou nem nunca serei um cidadão perfeito, tenho as minhas imperfeições, mas por mais que remexam não encontrarão no cidadão Pedro Passos Coelho ninguém que, como primeiro-ministro, tenha usado o lugar que tinha para enriquecer, prestar favores ou viver fora das suas possibilidades".
4 de Março de 2015
Depois da Segurança Social, as dívidas fiscais. O jornal ‘Expresso' noticia que existiram cinco processos instruídos entre 2003 e 2007 pelo Fisco, num total de dívida que ascendia a quase seis mil euros.
6 de Março de 2015
A questão é abordada no Parlamento com os partidos a interpelarem Passos Coelho sobre o assunto. O primeiro-ministro disse esperar "não ter de voltar a falar publicamente sobre o assunto", acrescentado não ter "qualquer dívida ao Fisco". "Se no passado alguma vez - e isso aconteceu, já o tinha dito publicamente - me atrasei por qualquer razão na entrega de uma declaração ou de um pagamento, tive de pagar coimas ou juros por esse atraso, isso aconteceu como teria sido tratado qualquer outro contribuinte. Sem nenhum benefício ou privilégio". "Não me orgulho exactamente de poder ter tido atrasos na entrega das declarações ou na realização de pagamentos, mas isso não se deve confundir com manobras de evasão fiscal ou com tentativas dilatórias para fugir às obrigações a que nunca fugi" (fonte: Económico)
18 de Setembro de 2014
A revista ‘Sábado' noticia que o Ministério Público estaria a investigar Pedro Passos Coelho, no âmbito do caso Tecnoforma. O primeiro-ministro terá recebido pagamentos do grupo Tecnoforma no valor de mais de 150 mil euros entre 1995 e 1998, quando era deputado em regime de exclusividade. O gabinete do governante disse que "não foi contactado no âmbito de qualquer investigação" e que, "se isso vier a acontecer, colaborará naturalmente".
26 de Fevereiro de 2015
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirma que não recebeu qualquer valor da Tecnoforma enquanto foi deputado, até 1999, e que só colaborou com esta empresa após o ano de 2001. O governante disse também que "se cada vez que alguém aparecer a fazer insinuações, eu tiver de fazer, como qualquer um dos senhores deputados, o ‘striptease' das contas bancárias, para deleite dos leitores de jornais, isso não faço".
28 de Fevereiro de 2015
Tem início a polémica das dívidas de Pedro Passos Coelho à Segurança Social. O jornal ‘Público' noticia que o governante não pagou os seus descontos à Segurança Social durante cinco anos, entre 1999 e 2004. A dívida, entretanto prescrita, era de 5.016 euros em Setembro de 2014. Em resposta, Passos Coelho disse que de acordo com osdados que a Segurança Social lhe forneceu em 2012 e confirmou no final de Janeiro, a dívida era de 2.880 euros acrescidos de juros de mora. Passos disse também que nunca teve conhecimento de qualquer notificação que lhe desse conta de uma dívida à Segurança Social referente ao período em que desempenhou actividades como trabalhador independente. Por outro lado, diz ainda ter pago a dívida em Fevereiro.
2 de Março de 2015
Com a polémica instalada, Passos Coelho aproveitou o encerramento das jornadas parlamentares do PSD para afirmar: "Não sou nem nunca serei um cidadão perfeito, tenho as minhas imperfeições, mas por mais que remexam não encontrarão no cidadão Pedro Passos Coelho ninguém que, como primeiro-ministro, tenha usado o lugar que tinha para enriquecer, prestar favores ou viver fora das suas possibilidades".
4 de Março de 2015
Depois da Segurança Social, as dívidas fiscais. O jornal ‘Expresso' noticia que existiram cinco processos instruídos entre 2003 e 2007 pelo Fisco, num total de dívida que ascendia a quase seis mil euros.
6 de Março de 2015
A questão é abordada no Parlamento com os partidos a interpelarem Passos Coelho sobre o assunto. O primeiro-ministro disse esperar "não ter de voltar a falar publicamente sobre o assunto", acrescentado não ter "qualquer dívida ao Fisco". "Se no passado alguma vez - e isso aconteceu, já o tinha dito publicamente - me atrasei por qualquer razão na entrega de uma declaração ou de um pagamento, tive de pagar coimas ou juros por esse atraso, isso aconteceu como teria sido tratado qualquer outro contribuinte. Sem nenhum benefício ou privilégio". "Não me orgulho exactamente de poder ter tido atrasos na entrega das declarações ou na realização de pagamentos, mas isso não se deve confundir com manobras de evasão fiscal ou com tentativas dilatórias para fugir às obrigações a que nunca fugi" (fonte: Económico)
Sem comentários:
Enviar um comentário