"A medida de resolução aplicada ao BES a 3 de agosto do ano passado custou 2 milhões de euros em assessoria jurídica gastos pelo Banco de Portugal. O supervisor liderado por Carlos Costa admite que a medida "obrigou a um esforço sem precedentes para salvaguardar a estabilidade financeira".
O Banco de Portugal teve de desembolsar 2 milhões de euros para a assessoria jurídica necessária relacionada com a medida de resolução aplicada ao BES. No relatório de atividades, hoje publicado, o supervisor liderado por Carlos Costa revela que "a rubrica Fornecimentos e serviços de terceiros registou um aumento de 12% para os 42 milhões de euros em 2014, face ao ano anterior". Este acréscimo deveu-se, segundo o Banco de Portugal, a fatores extraordinários "designadamente os gastos com consultoria para apoio na implementação do Mecanismo Único de Supervisão (MUS) (+4 milhões de euros) e os gastos com assessoria jurídica relacionados com a medida de resolução sobre o Banco Espírito Santo, S. A. (+2 milhões de euros), ambos sem paralelo em 2013".
Ainda assim, a autoridade salienta que estes acréscimos foram "parcialmente compensados pela redução de gastos no âmbito do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal (PAEF) (-1 milhão de euros), os quais foram residuais em 2014". Quanto à medida de resolução aplicada ao BES, o Banco de Portugal justifica que foi "tomada numa situação de urgência, perante o risco iminente de cessação de pagamentos por parte daquela instituição financeira, com todas as graves consequências que daí resultariam para a economia" e que "obrigou a um esforço sem precedentes para salvaguardar a estabilidade financeira".
"A aplicação da medida de resolução ao BES, em agosto, pôs à prova as estruturas e as equipas do Banco, que trabalharam num contexto de grande complexidade e exigência, sem experiência de casos precedentes, para salvaguardar a confiança e a estabilidade do sistema financeiro nacional", diz o documento.
O relatório sublinha ainda que "apesar de todas as dificuldades inerentes, a medida de resolução evitou disrupções na confiança no sistema financeiro, garantindo a proteção dos depositantes, dos contribuintes e a continuidade do financiamento à economia". O Banco de Portugal adianta ainda que até ao final de dezembro passado recebeu 2184 chamadas telefónicas de clientes bancários relacionadas com a aplicação da medida de resolução ao BES, num total de 8906 minutos de conversação. Quanto ao futuro, o Banco de Portugal alerta que a medida de resolução aplicada ao BES, que culminará com a venda do Novo Banco, "continuará a colocar importantes desafios às diversas áreas de atividade do Banco de Portugal" (fonte: Dinheiro Vivo)
O Banco de Portugal teve de desembolsar 2 milhões de euros para a assessoria jurídica necessária relacionada com a medida de resolução aplicada ao BES. No relatório de atividades, hoje publicado, o supervisor liderado por Carlos Costa revela que "a rubrica Fornecimentos e serviços de terceiros registou um aumento de 12% para os 42 milhões de euros em 2014, face ao ano anterior". Este acréscimo deveu-se, segundo o Banco de Portugal, a fatores extraordinários "designadamente os gastos com consultoria para apoio na implementação do Mecanismo Único de Supervisão (MUS) (+4 milhões de euros) e os gastos com assessoria jurídica relacionados com a medida de resolução sobre o Banco Espírito Santo, S. A. (+2 milhões de euros), ambos sem paralelo em 2013".
Ainda assim, a autoridade salienta que estes acréscimos foram "parcialmente compensados pela redução de gastos no âmbito do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal (PAEF) (-1 milhão de euros), os quais foram residuais em 2014". Quanto à medida de resolução aplicada ao BES, o Banco de Portugal justifica que foi "tomada numa situação de urgência, perante o risco iminente de cessação de pagamentos por parte daquela instituição financeira, com todas as graves consequências que daí resultariam para a economia" e que "obrigou a um esforço sem precedentes para salvaguardar a estabilidade financeira".
"A aplicação da medida de resolução ao BES, em agosto, pôs à prova as estruturas e as equipas do Banco, que trabalharam num contexto de grande complexidade e exigência, sem experiência de casos precedentes, para salvaguardar a confiança e a estabilidade do sistema financeiro nacional", diz o documento.
O relatório sublinha ainda que "apesar de todas as dificuldades inerentes, a medida de resolução evitou disrupções na confiança no sistema financeiro, garantindo a proteção dos depositantes, dos contribuintes e a continuidade do financiamento à economia". O Banco de Portugal adianta ainda que até ao final de dezembro passado recebeu 2184 chamadas telefónicas de clientes bancários relacionadas com a aplicação da medida de resolução ao BES, num total de 8906 minutos de conversação. Quanto ao futuro, o Banco de Portugal alerta que a medida de resolução aplicada ao BES, que culminará com a venda do Novo Banco, "continuará a colocar importantes desafios às diversas áreas de atividade do Banco de Portugal" (fonte: Dinheiro Vivo)
Sem comentários:
Enviar um comentário