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sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Economistas de esquerda apresentam estudo com estratégia alternativa à do Governo
Um grupo de economistas, incluindo o deputado independente eleito pelo PS Paulo Trigo Pereira, publicou um estudo em que defende que o Governo não pode querer fazer tudo ao mesmo tempo. Os economistas dizem que "é alquimia" descer impostos, aumentar pensões e descongelar carreiras em simultâneo. Pedem ao executivo, e a toda à esquerda, propostas realistas
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Taxas de juro: A caminho da convergência?
As taxas de juro cobradas às empresas portuguesas estão cada vez mais próximas das taxas de juro exigidas às empresas alemãs (Jornal Económico, Mário Malhão)
Mercado cambial: O dólar na era Trump
O Indice Dólar mede o valor da moeda norte-americana face a um conjunto de moedas de outros países, e que incluem os principais parceiros dos EUA (Jornal Económico, Mário Malhão)
sábado, 19 de agosto de 2017
O que faria com os seus 36 gramas de ouro?
Os bancos centrais
europeus detém reservas, nomeadamente, sob a forma de ouro. Descubra aqui
quanto cada pessoa receberia se o banco central do seu país distribuísse o ouro
que possui para todos os habitantes do país, de forma igual (Jornal Económico,
Mário Malhão)
Áreas de serviço: novos contratos terão vigência de 20 anos
A Brisa convidou
seis petrolíferas, duas nacionais e quatro estrangeiras, para apresentarem
propostas à gestão de 15 áreas de serviço nas principais autoestradas da sua
rede - A1, A2 e A3 (Jornal Económico, Mário Malhão)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Casas de Investimento: Santander é quem mais acerta nas recomendações
Os analistas espanhóis acertaram na tendência de cinco dos dez títulos que seguem, quando a maioria dos especialistas não conseguiu ir além de 30% de recomendações com sentido correto. O Santander, que consegue o ‘score’ médio mais elevado, pontuou em 70% das cotadas seguidas, dada a aproximação dos preços-alvo (Jornal Económico)
Americanos e alemães nos dois extremos na relação com cartões de crédito
Os dados do estudo TGI mostram como os americanos e os alemães
evidenciam diferentes perceções da utilidade dos cartões de crédito. "Com
o cartão de crédito posso comprar diversos artigos que normalmente não poderia
comprar". Esta foi uma das questões analisadas pelo estudo TGI junto de
residentes dos Estados Unidos da América e de um conjunto de 15 outros países
europeus. E os resultados mostram algumas diferenças interessantes. No topo da
lista de concordância com a frase anterior, encontramos os residentes nos EUA,
com 29.4% de respostas positivas. São seguidos pelos croatas e gregos, com
percentagens relativamente semelhantes (28.5% e 28.3%, respetivamente).
sábado, 26 de novembro de 2016
Networking e negócios: mapa mundo das exportações nacionais
O mapa mundo está mais pequeno. Portugal ganhou vocação exportadora e a liderança em setores específicos da economia mundial (Jornal Económico)
Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa: plano para reforçar internacionalização
Em 2017, a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa tem um ambicioso programa de missões para reforço da vertente de internacionalização e de exportação das empresas portuguesas. Os mercados-alvo, entre missões empresariais, seminários e ‘workshops’ atingem quase quatro dezenas de países em cinco continentes (Jornal Económico)
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Contas públicas: economia e receitas adicionais salvam défice
São três as siglas que salvam o défice de 2017: PIB, BPP e BdP. A primeira diz respeito ao crescimento da economia, que o Governo acredita que vai ajudar a atingir metade do objectivo de redução do défice. A segunda tem a ver com o banco que faliu em 2009, cujas garantias estatais o Executivo espera recuperar. Por fim, há ainda os dividendos do Banco de Portugal, que devem aumentar face a 2016. Os efeitos anulam o aumento da despesa e explicam a quase totalidade da redução do défice (Jornal Económico)
domingo, 16 de outubro de 2016
Mota Engil: América Latina vai passar a ser a mais relevante fonte de receitas a partir de 2017
Com a implosão do mercado interno de obras
públicas, a Mota-Engil passou a obter a maioria das receitas no exterior.
Depois de vários anos na liderança, o continente africano vai deixar de ser a
maior fonte de negócios para o grupo de António Mota, sendo destronado pela
América Latina (o Jornal Económico)
quinta-feira, 17 de março de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
REUTERS REPORT: Terrorismo versus Turismo
No Reuters Report desta semana analisamos as consequências da mais recente onda de ataques terroristas no sector do turismo. Além de França, também o Egipto já começou a fazer contas. Vamos ainda conhecer um estudo que comprova que a igualdade salarial entre homens e mulheres ainda está longe da realidade (Económico)
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
sábado, 15 de agosto de 2015
A economia mundial explicada… com duas vacas
Mike Hosting, apresentador do programa The Mike Hosking Breakfast, na rádio neo-zelandesa Newstalk ZB, partilhou na sua página do Facebook uma série de 17 imagens que explicam como funciona a economia mundial com apenas duas vacas. O post tornou-se viral e inundou as páginas de muitos utilizadores da rede social. Do capitalismo ao socialismo, passando pela Irlanda, Grécia e China, fique a saber como a economia é (e foi) gerida no mundo inteiro (Observador)
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Economia cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2015
A economia portuguesa cresceu 1,4% no primeiro trimestre deste ano em termos homólogos e avançou 0.4% face ao trimestre anterior, segundo revela a estimativa rápida das Contas Nacionais Trimestrais, hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE) (Dinheiro Vivo)
Como Governo e PS gerem o tema central nas eleições: a economia
"A cinco meses das eleições legislativas, a maioria PSD/CDS e o PS limpam as armas para o principal campo de batalha na campanha: a economia. O INE confirmou ontem o sexto trimestre consecutivo de crescimento económico que, apesar dos riscos externos, leva vários economistas a antever um ritmo anual próximo de 2% - por outro lado, as marcas sociais deixadas pela crise continuam a ser profundas. Como é que os dois principais blocos políticos vão usar a economia no debate das legislativas? E para que lado penderá a balança dos eleitores? As reacções políticas ontem aos valores dão uma indicação do que vão ser os próximos meses na batalha dos argumentos.
Do lado do Governo e da maioria, a mensagem é apenas uma: defender a solidez do crescimento pós-‘troika' e atacar o que classificam de "saltos no escuro" propostos pelo PS. Este "é um crescimento sem criar desequilíbrio externo, sem acrescentar dívida à economia portuguesa", realçou ontem Passos Coelho. Antes, já o líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, tinha destacado o "modelo económico que passa pelo aumento das exportações e a diminuição das importações".
O crescimento acima do ritmo previsto de 1,6% - um cenário considerado por vários economistas (ver texto ao lado) - acontece em paralelo com um a previsão de excedente externo de 2% do PIB este ano e de excedente orçamental primário (sem juros) de 2,2%. No último boletim económico, o Banco de Portugal defendeu que a recuperação económica com contributo do consumo privado não põe em causa o equilíbrio das contas externas. Excedentes e equilíbrios orçamentais não fazem um ponto fácil de vender a um país marcado pela crise, mas o Governo acredita que os eleitores mudaram - e que as eleições no Reino Unido, em que os conservadores pró-austeridade tiveram uma vitória surpreendente, o demonstram.
"Nos últimos anos as pessoas passaram a olhar para as questões económicas com outros olhos, sobretudo as pessoas comuns", afirma fonte governativa. Outra fonte destaca que a análise política e as sondagens não captam esta evolução. A ideia é defender o legado ("quando entrámos a economia estava a cair e agora cresce numa situação de equilíbrio como nunca se viu antes") e tentar capitalizar esta percepção de desconfiança face a caminhos mais fáceis rotulados como "ilusões" - o ataque feito às propostas do PS.
Do lado do PS a tónica será colocada por um lado na credibilização das suas propostas - iniciada com o relatório dos 12 economistas publicado no mês passado - e, por outro, no ataque ao impacto na vida das pessoas da política dos últimos anos. Este "é um crescimento modesto e não responde a enormes défice sociais criados pela política da coligação de direita", afirma ao Diário Económico o líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues. "A verdade social é mais forte e o nosso papel é o de responder à propaganda com a realidade". O PS tem centrado a sua mensagem nos indicadores do mercado de trabalho, que continua numa situação difícil. Apesar de o desemprego ter diminuído do pico de quase 18% no início de 2013, o Governo prevê este ano uma taxa ainda elevada, de 13,2%. O desemprego de longa duração atinge quase dois terços das pessoas oficialmente sem trabalho. Estes números surgem em paralelo com a persistência das dificuldades financeiras das famílias - no primeiro trimestre cerca de 14.600 famílias entraram em incumprimento nos seus créditos. Para o PS, o crescimento defendido pelo Governo como estrutural é insuficiente para recuperar emprego e resulta de "ventos favoráveis soprando do BCE e do preço do petróleo", ou seja, da conjuntura externa. Para os analistas ouvidos pelo Diário Económico, que destacam a economia como "o tema fundamental da campanha", a reacção dos eleitores depende da velocidade a que o crescimento chegar ao mercado de trabalho e ao bolso das pessoas. "O crescimento é muito positivo para o Governo, mas não sei até que ponto uma previsão de 1,6% será um argumento de força", afirma o politólogo Carlos Jalali. "Mas será importante a forma como o crescimento se vai traduzir na economia real do cidadão comum", acrescenta. António Costa Pinto alinha no mesmo raciocínio, mas revela-se mais céptico sobre a eficácia da argumentação do Governo. "A retoma tem-se processado, mas o impacto sobre a vida das pessoas, a nível salarial ou de rendimento disponível, ainda não se reflecte", afirma. "É muito pouco provável que haja uma revolução de indicadores nos próximos três meses e muito dificilmente a coligação ganhará as eleições - a única diferença poderá estar no grau da punição", prevê" (fonte: Económico)
Do lado do Governo e da maioria, a mensagem é apenas uma: defender a solidez do crescimento pós-‘troika' e atacar o que classificam de "saltos no escuro" propostos pelo PS. Este "é um crescimento sem criar desequilíbrio externo, sem acrescentar dívida à economia portuguesa", realçou ontem Passos Coelho. Antes, já o líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, tinha destacado o "modelo económico que passa pelo aumento das exportações e a diminuição das importações".
O crescimento acima do ritmo previsto de 1,6% - um cenário considerado por vários economistas (ver texto ao lado) - acontece em paralelo com um a previsão de excedente externo de 2% do PIB este ano e de excedente orçamental primário (sem juros) de 2,2%. No último boletim económico, o Banco de Portugal defendeu que a recuperação económica com contributo do consumo privado não põe em causa o equilíbrio das contas externas. Excedentes e equilíbrios orçamentais não fazem um ponto fácil de vender a um país marcado pela crise, mas o Governo acredita que os eleitores mudaram - e que as eleições no Reino Unido, em que os conservadores pró-austeridade tiveram uma vitória surpreendente, o demonstram.
"Nos últimos anos as pessoas passaram a olhar para as questões económicas com outros olhos, sobretudo as pessoas comuns", afirma fonte governativa. Outra fonte destaca que a análise política e as sondagens não captam esta evolução. A ideia é defender o legado ("quando entrámos a economia estava a cair e agora cresce numa situação de equilíbrio como nunca se viu antes") e tentar capitalizar esta percepção de desconfiança face a caminhos mais fáceis rotulados como "ilusões" - o ataque feito às propostas do PS.
Do lado do PS a tónica será colocada por um lado na credibilização das suas propostas - iniciada com o relatório dos 12 economistas publicado no mês passado - e, por outro, no ataque ao impacto na vida das pessoas da política dos últimos anos. Este "é um crescimento modesto e não responde a enormes défice sociais criados pela política da coligação de direita", afirma ao Diário Económico o líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues. "A verdade social é mais forte e o nosso papel é o de responder à propaganda com a realidade". O PS tem centrado a sua mensagem nos indicadores do mercado de trabalho, que continua numa situação difícil. Apesar de o desemprego ter diminuído do pico de quase 18% no início de 2013, o Governo prevê este ano uma taxa ainda elevada, de 13,2%. O desemprego de longa duração atinge quase dois terços das pessoas oficialmente sem trabalho. Estes números surgem em paralelo com a persistência das dificuldades financeiras das famílias - no primeiro trimestre cerca de 14.600 famílias entraram em incumprimento nos seus créditos. Para o PS, o crescimento defendido pelo Governo como estrutural é insuficiente para recuperar emprego e resulta de "ventos favoráveis soprando do BCE e do preço do petróleo", ou seja, da conjuntura externa. Para os analistas ouvidos pelo Diário Económico, que destacam a economia como "o tema fundamental da campanha", a reacção dos eleitores depende da velocidade a que o crescimento chegar ao mercado de trabalho e ao bolso das pessoas. "O crescimento é muito positivo para o Governo, mas não sei até que ponto uma previsão de 1,6% será um argumento de força", afirma o politólogo Carlos Jalali. "Mas será importante a forma como o crescimento se vai traduzir na economia real do cidadão comum", acrescenta. António Costa Pinto alinha no mesmo raciocínio, mas revela-se mais céptico sobre a eficácia da argumentação do Governo. "A retoma tem-se processado, mas o impacto sobre a vida das pessoas, a nível salarial ou de rendimento disponível, ainda não se reflecte", afirma. "É muito pouco provável que haja uma revolução de indicadores nos próximos três meses e muito dificilmente a coligação ganhará as eleições - a única diferença poderá estar no grau da punição", prevê" (fonte: Económico)
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