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sexta-feira, 22 de setembro de 2017
domingo, 5 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
As consequências das alterações climáticas
Depois dos recordes de 2014 e 2015, este ano corre o risco de ser o mais quente desde que há registos. Os efeitos das mudanças climáticas ocorrem um pouco por todo o planeta. Incêndios devastadores, inundações súbitas, degelo no Ártico, até a grande barreira de corais da Austrália está ameaçada.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
2015, o ano mais quente desde 1880
O ano de 2015 foi o ano mais quente desde 1880. Depois da conclusão da NASA, chega um novo relatório das Nações Unidas que atribui responsabilidades ao El Niño, ao aumento da emissão de gases de efeito de estufa
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Chuvas intensas em Albufeira foram as mais graves dos últimos anos
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Dez horas de chuva varreram Albufeira
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Idoso morre levado pela enxurrada em Albufeira
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Imagens impressionantes da tempestade que se abateu sobre Albufeira
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Meteorologista Costa Alves diz que aviso vermelho era para todo o Algarve
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Moradores e comerciantes de Albufeira descrevem pesadelo
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Moradores e comerciantes fazem contas aos prejuízos
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
O GRANDE GLACIAR ALETSCH ESTÁ EM RISCO DE DESAPARECER
O Grande Aletsch é um glaciar que se estende ao longo de 23 km através dos Alpes suíços, com uma superfície de mais de 120 km2. Mas está em risco de desaparecer, devido às mudanças climáticas. O glaciar de Aletsch é o maior glaciar dos Alpes tendo uma superfície de mais de 120 km². Entre o cantão de Berna e o cantão de Valais da Suíça, nos chamados Alpes Berneses, na sua descida o glaciar rodeia o sul do Jungfrau entrando no vale do Ródano Superior. Na sua extremidade oriental, a 2 350 m de altitude, situa-se um lago glaciar, o lago Marjelen. A Oeste situa-se o Aletschhorn (4195 m), que foi escalado pela primeira vez em 1859. O rio Ródano flui pela encosta sul destas montanhas e vai desaguar no Mediterrâneo. O Glaciar de Aletsch é um dos componentes do sítio natural Jungfrau-Aletsch-Bietschhorn que faz parte do Património Mundial da UNESCO desde 2001.(DN-Lisboa)
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Há uma corrente gelada no Atlântico. E a causa está nas alterações climáticas
Há uma grande corrente de água gelada no Oceano Atlântico, mais concretamente a sul da Gronelândia e da Islândia, que está a preocupar os cientistas. Esta corrente oceânica de baixas temperaturas tem-se manifestado desde o início do ano. Segundo o Washington Post, alguns cientistas suspeitam que o fenómeno seja parte de um processo já há muito temido pelos investigadores – uma circulação mais lenta das águas do Oceano Atlântico, nomeadamente de um dos braços da corrente do Golfo, que circula de sul para norte e banha as costas da Europa, sendo responsável pelo clima relativamente ameno da Europa e de Portugal em particular.
Quando quase todos os oceanos têm vindo a registar uma subida de temperatura, ma região entre a Gronelândia e a Islândia aconteceu o inverso: a temperatura do mar à superfície desceu.
Quando quase todos os oceanos têm vindo a registar uma subida de temperatura, ma região entre a Gronelândia e a Islândia aconteceu o inverso: a temperatura do mar à superfície desceu (registo dos últimos oito meses).
Segundo um artigo da Nature Climate Change, citado pelo Washington Post, esta “água gelada” é o resultado do degelo na Gronelândia que está a perder mais de cem mil milhões de toneladas de gelo por ano. Stefan Rahmstorf, um dos responsáveis pelo artigo, adianta que há fortes provas “de que isto é uma consequência do já longo declínio da corrente do Golfo, ou seja, da inversão da circulação do oceano Atlântico como consequência do aquecimento global”, explica, cita o Washington Post.
Se esta tendência continuar e se confirmar, poderemos assistir a uma subida do nível do mar na Costa Este dos Estados Unidos e alterações significativas nas temperaturas médias do Atlântico Norte e de toda a Europa (Observador)
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Professor de Cambridge diz que colegas que estudavam o clima foram assassinados
Peter Wadhams diz que não falou mais cedo por medo de ser considerado louco. A mulher de um dos cientistas mortos diz que tudo não passa de uma teoria da conspiração ridícula. Seymour Laxon morreu depois de uma queda, Tim Boyd foi atingido por um raio e Katharine Giles atropelada por um camião. O que tinham estas três pessoas em comum? Eram cientistas que estudavam as alterações climáticas e morreram no início de 2013. Um colega da Universidade de Cambridge vai mais longe e diz que estes podem ter sido assassinados por criminosos ligados ao lobby das petrolíferas. O professor Peter Wadhams, que dirige um grupo que estuda os oceanos polares, em Cambridge, acredita que os três colegas podem ter sido mortos e que ele próprio já foi alvo de uma tentativa de homicídio, quando um camião o tentou empurrar para fora de uma autoestrada. Os três cientistas referidos por Wadhams estudavam as calotas e o gelo nos oceanos e morreram em poucos meses. Laxon, de 49 anos, era diretor do Centro de Observação Polar da University College London (UCL). Morreu em dezembro de 2012 depois de cair de umas escadas numa festa de Ano Novo. Menos de um mês depois, o oceanógrafo Tim Boyd, de 54 anos, foi atingido por um raio quando passeava os cães. E em abril de 2013 Katharine Giles, de 35, foi atropelada no caminho para o trabalho, também na UCL. A mulher de Seymour Laxon, Fiona Strawbridge, que era também amiga de Katharine Giles, já considerou as alegações de Wadhams ridículas, dizendo que são teorias da conspiração, muito perturbadoras, segundo o jornal Telegraph. "Sei que há cientistas que estudam o clima que são importunados e perseguidos mas Seymour não era um deles", garantiu. O próprio Wadhams disse que ficou em silêncio durante três anos por medo de ser considerado louco, mas diz que a coincidência extraordinária o fez pensar várias vezes nessa possibilidade. Quando questionado diretamente pelo Telegraph respondeu: "Sim. Acredito de facto que podem ter sido assassinados mas consigo perceber que posso parecer um louco por acreditar nisto. Mas é uma coincidência muito estranha que algo assim tenha acontecido em tão pouco tempo" (DN-Lisboa)
domingo, 26 de julho de 2015
6 mitos sobre a poluição atmosférica
A poluição atmosférica é uma das grandes preocupações das
últimas décadas, globalmente, e tem ganhado cada vez mais importância nas
estratégias dos países de combate à poluição e transição para uma economia
verde.Ciente deste facto, o site Planeta Sustentável elencou seis dos mitos
sobre a poluição do ar. Porque, muitas vezes, somos mal informados sobre o que
se passa realmente à nossa volta.
1.A poluição do ar só nos afecta quando estamos na rua - Quando os níveis de poluição estão altos na rua, eles podem
ficar altos também dentro de casa (ou do trabalho). As pessoas, de uma forma
geral, passam cerca de 90% de seu tempo em ambientes fechados. Mas nem por isso
elas se devem deixar de preocupar com a qualidade do ar na cidade.
2.Só teremos problemas se ficarmos expostos à poluição durante
muito tempo - Não há um período seguro para a exposição a poluentes, uma vez
que isso também depende da quantidade de poluição a que o organismo é exposto.
É possível termos problemas de saúde por causa da exposição a partículas
poluentes de períodos longos, como um ano, a períodos muito curtos, como de uma
a 24 horas.
3.Poluição só é nociva para quem tem problemas respiratórios - Todos podemos ser afectado pela poluição do ar, incluindo as pessoas
com doenças cardíacas, adultos e crianças. Se a qualidade do ar estiver
classificada como má, estes riscos são ainda maiores e podem ter alvos mais
abrangentes.
4.A poluição está no ar e não posso fazer nada para me proteger - Se, por um lado, é verdade que a poluição chega também aos
ambientes internos, como já vimos no mito número 1, também é verdade que ela é
maior na rua. Assim, podemos utilizar os indicadores de qualidade do ar para
controlar as actividades ao ar livre. Em dias de má qualidade, é preferível
ficar mais em casa ou no escritório.
5.Se não andar de carro, não contribuo para a poluição do ar - Vários aparelhos que todos nós usamos no nosso dia-a-dia
contribuem para a poluição do ar. Um laptop, por exemplo, emite 12 gramas de
poluentes por hora ligado, enquanto um LCD produz 88 gramas. A calça de ganga
que usamos enviou seis quilos de gás carbónico para a atmosfera para ser
produzida, e os nossos sapatos (um par só!) atiraram 11,5 kg. Por isso é tão
importante reduzir o consumo.
6.Lidar com a poluição é coisa para os governos e as
autoridades internacionais - Sim, de facto esta é uma posição cómoda. Mas está longe de ser
verdade. Podemos adoptar medidas simples para contribuir com uma menor geração
de agentes poluentes. Para começar com o óbvio, podemos trocar o carro pelos
transportes colectivos – pelo menos algumas vezes por semana mas, quanto mais,
melhor -, pela bicicleta ou por caminhadas são uma enorme ajuda. Além disso, o
consumo consciente também é uma grande atitude.Outra coisa que está ao nosso
alcance é plantar árvores e mudas de plantas. Sim, elas ajudam mesmo: uma
árvore plantada neutraliza a emissão de poluentes da produção de sete livros;
cinco mudas de árvores absorvem gás carbónico equivalente à produção de três
pares de sapatos; e 30 árvores compensam o uso de um portátil ligado directo
durante dois anos (aqui)
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