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domingo, 10 de abril de 2016

Este vídeo mostra a realidade das mulheres solteiras na China. E não é bonita...

A sociedade chinesa é muito dura com as mulheres solteiras. Uma campanha feita pela marca SK-II está a sensibilizar o mundo para as dificuldades que enfrentam as chinesas que não querem casar. “Sheng Nu” é a expressão usada para definir as mulheres chinesas com mais de 25 anos que ainda não se casaram. A tradução desta expressão resulta em qualquer coisa como “mulher sobra”. É assim que a sociedade chinesa vê as mulheres que decidem continuar solteiras. A marca SK-II produziu um emocionante vídeo em que denuncia as pressões a que estas mulheres são sujeitas, pela família e pela própria sociedade. O vídeo faz parte da campanha #changedestiny e está a alertar o mundo para este problema (Observador)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Sheng nu ou o estigma das mulheres solteiras

Klaudia Lech terminava o curso de Fotojornalismo na Noruega quando se deparou com o termo "sheng nu", que em inglês significa "leftover women" (algo como mulheres "encalhadas", que não encontram marido), enquanto fazia uma investigação sobre os direitos das mulheres para o seu trabalho final. “Como mulher, fiquei um pouco ofendida e zangada por existir um termo tão feio para mulheres tão bonitas e na flor da idade”, conta Lech, norueguesa de 25 anos, em resposta por email ao PÚBLICO. “Comecei a pensar como é que estas mulheres se sentiam com um termo destes e entrei em contacto com alguns sites de encontros online chineses e ingleses.” Após a sua primeira viagem à China, Klaudia recebeu uma bolsa da revista chinesa Lens Magazine para continuar a documentar as histórias das mulheres sheng nu.
Chen Xin, com 32 anos, é investigadora numa organização não governamental em Pequim. Tem um bom ordenado, viaja várias vezes por ano e mantém uma vida social activa. Das raras vezes que visita a família em Quzhou, é criticada por ser solteira com aquela idade e pressionada para arranjar um marido. “A minha mãe diz que tem vergonha de olhar para os vizinho,s se eu não me casar rapidamente”, conta Chen. “Os meus pais vivem num mundo totalmente diferente do meu." Zhu Meiting, apresentadora de televisão com 34 anos, não quer um marido que tenha menos sucesso do que ela. Sabrina Wei, empresária de 36 anos, só sai com homens estrangeiros que não a julguem pela sua idade. Zhu Meiting, professora de Inglês de 29 anos, confessa que às vezes mente à sua família quanto à sua vida amorosa para que deixem de lhe arranjar encontros com desconhecidos. De uma forma geral, as mulheres chinesas na casa dos trinta anos sentem-se independentes e têm uma vida preenchida, mas são também fortemente pressionadas pela sociedade e família. “Não conheci ninguém que se sentisse uma 'encalhada'”, conta Klaudia. “Mas senti que infelizmente muitas tinham medo de se tornar uma aos olhos dos outros. Muitas mulheres que contactei não quiseram fazer parte do projecto e disseram-me: ‘Tens noção de que essa palavra é muito ofensiva na China, boa sorte para encontrar alguém que queira participar.’” Uma mulher que Klaudia Lech já tinha fotografado acabou por ficar com receio e pedir para não publicar as imagens, com o argumento de que não seria bom para a sua carreira. A repórter desanimou ao perceber que as mulheres não estavam a falar por si próprias e pareciam conformar-se com o termo, mas não desistiu.
Na sua viagem à China, encontrou mulheres para quem o termo sheng nu não era desprestigiante mas sinónimo de “vitória”. Anastasia Yang, de 30 anos, diz não ter inveja das amigas casadas. "Elas queixam-se tanto como eu. Se fossem felizes, talvez as ouvisse mais quando me aconselham a casar-me.” “Não quero ter a vida delas", confessa Anastasia. Klaudia Lech passou algum tempo com as várias mulheres que mostraram valorizavar a sua independência, chegando a dormir nas suas casas. O grau de intimidade era tal que uma delas até permitiu que Klaudia a fotografasse enquanto tomava um duche. “A minha impressão é que as mulheres solteiras na China têm de lutar pelo direito de esperar pela pessoa certa”, conta Klaudia. “Na China, não se fala de amor mas de responsabilidade.” As mulheres sheng nu começam a perceber que não precisam de um homem para tomar conta delas, como a sociedade impõe. Contudo, há quem não consiga resistir à pressão da família. Uma mulher de 29 anos, produtora num grande festival de cinema na China, contou a Klaudia que só aceitou uma nova proposta de trabalho para um cargo superior, após prometer aos pais que iria arranjar um marido no prazo de um ano. Os pais não achavam bem que uma rapariga solteira corresse algum risco na carreira profissional e a filha sentia que estava em dívida para com os pais. “Eu tenho de retribuir tudo o que fizeram por mim.” Todos os fins-de-semana, centenas de pais reúnem-se no People's Park em Xangai e colocam anúncios à procura de pessoas para se casarem com os seus filhos. A China tem mais 20 milhões de homens solteiros com idades inferiores a 30 anos do que mulheres. Contudo, nas cidades existem mais mulheres do que homens à procura de uma pessoa para se casarem. “De alguma forma, as mulheres são um interesse particular que acredito ser também a direcção do meu trabalho fotográfico”, conta Klaudia. “Se não fizesse fotografia, provavelmente criava um blogue de encontros online”, brinca. “O meu próximo projecto também é sobre mulheres.” (texto do PúblicoSIBILA LIND)

sábado, 9 de janeiro de 2016

China: La estatua gigante de Mao es derribada por carecer de “permiso”

Todo lo que sube acaba cayendo, reza la ley de la gravedad. Y algunas cosas caen mucho más rápido y mucho más pronto de lo que se esperaba. La gigantesca estatua dorada que se construía en homenaje a Mao Zedong en medio de un campo de cultivo y cuyas imágenes dieron la vuelta al mundo ha empezado a ser derribada antes de que se llegara a terminar. Las imágenes que circulan por las redes sociales chinas muestran la estatua ya sin piernas, con la cabeza cubierta por lo que parece ser una gran tela negra, con una grúa detrás. Según informa el Diario del Pueblo, el periódico del Partido Comunista de China, las autoridades locales denunciaron que la estatua se había levantado “sin los permisos necesarios”. La construcción de la estatua, de cemento sobre una base de acero y cubierta con una llamativa pintura dorada, había partido de la iniciativa privada. Empresarios locales y habitantes del pueblo en la comarca de Tongxu, en la provincia de Henan, habían sufragado íntegramente el coste del proyecto, de tres millones de yuanes (unos 423.000 euros). Los trabajos se habían iniciado hace nueve meses y estaban a punto de concluir. Pero las imágenes de la efigie, que representaba al Gran Timonel sentado en actitud de reposo y mirando al frente, habían sido acogidas con burlas y críticas. En las redes sociales, los internautas habían criticado la falta de semejanza de la estatua con su modelo, así como un gasto que, en su opinión, se hubiera invertido mejor en fines sociales. Las críticas también atacaron que el coloso, que con 36,6 metros de altura hubiera sido la mayor estatua dedicada a Mao en China, se hubiera construido sobre tierra cultivable, un bien escaso en el país más poblado del mundo.
Y, además, denunciaban que se hubiera levantado en Henan, una provincia del centro de China mayoritariamente rural y que fue una de las más afectadas por la desastrosa política del Gran Salto Adelante (1958-1961) ordenada por Mao para tratar de convertir al país en una potencia industrial en un tiempo récord. Los intentos de alcanzar objetivos de producción insensatos generaron una hambruna que el historiador holandés Frank Dikötter, en su libro La Gran Hambruna de Mao, ha calculado en 45 millones de personas.
Pese a políticas como aquella o la Revolución Cultural (1966-1976), cuyos efectos negativos aún son perceptibles en la sociedad china, la figura del hombre que gobernó el país con mano de hierro durante casi tres décadas mantiene aún una gran popularidad entre la población. Algunos recuerdan su mandato como una época igualitaria, muy distinta de las abismales diferencias socioeconómicas generadas tras la apertura al mercado iniciada en los años ochenta. Miles de personas se dan cita anualmente en Shaoshan, la aldea natal del líder, para conmemorar su nacimiento el 26 de diciembre.
Según un artículo que publicaba el diario oficial Global Times en diciembre, en zonas rurales el fundador de la República Popular “es adorado junto a otras deidades populares como el Emperador de Jade o el Dios de la Riqueza. La gente le reza para que les libre de la desgracia, para tener un hijo varón o para enriquecerse rápidamente”. En provincias como Hunan, donde nació, o Cantón, se le han dedicado incluso templos. Destacados intelectuales de la izquierda del régimen, como el académico Sima Nan o el ideólogo Guo Sonming, han llegado a suscribir una petición pública, a la que se han sumado miles de firmas, para convertir el cumpleaños de Mao en un día festivo oficial (El Pais)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Por qué China tiene el mejor y el peor sistema educativo del mundo?

Este es el titulo de un libro publicado por Yong Zhao, experto en educación, profesor de la Universidad de Oregón, nacido y educado en China: 'Who's Afraid of the Big Bad Dragon: Why China Has the Best (and Worst) Education System in the World'. Según él, “la educación en China ahoga la creatividad, extingue la curiosidad, asfixia al individuo, arruina la salud de los jóvenes, amarga a los estudiantes y a sus familias, corrompe a profesores y directivos, y perpetúa la injusticia y la desigualdad”. Sin embargo, sus estudiantes obtienen las mejores calificaciones en PISA.
Esta es la razón por la que menciono aquí este libro. Seguimos hablando de que Finlandia ocupa el primer lugar en el 'ranking' de sistemas educativos, pero cuando se incluyen en él los países orientales, no es así. Según el último PISA, en matemáticas el orden era Shanghái, Singapur, Hong-Kong, Taiwán, Corea del Sur, Macao, Japón, Liechtensein, Suiza, Países Bajos, Estonia y Finlandia. También en ciencias y en comprensión lectora las primeras plazas están ocupadas por países asiáticos. Todos ellos siguen el modelo educativo chino, basado en la repetición y la memoria. Esta disparidad entre lo que consideramos “mala pedagogía” y los buenos resultados, constituye lo que se ha denominado “la paradoja china”, que ha sido estudiada, entre otros, por John Biggs en 'The chinese Learner' y 'Teaching the chinese Learner'.
El éxito de la escuela china hizo decir al actual secretario de Estado de Educación norteamericano -Arne Duncan- que vivíamos un “momento Sputnik”, recordando que cuando la URSS lanzó su primer satélite, Estados Unidos sufrió la penosa experiencia de sentirse tecnológicamente superado, y se pusieron a trabajar frenéticamente para recuperar el liderazgo. Tras los resultados de China en PISA, muchas voces animan a copiar su sistema. En Estados Unidos tuvo un gran éxito el libro 'The Battle Hymn of the Tiger Mother', escrito por Amy Chua, una profesional de prestigio norteamericana de procedencia china, donde cuenta cómo educó a sus dos hijas como una “madre china”, decepcionada por la permisiva educación americana. Zhao advierte contra lo que considera que sería un tremendo error: “China representa una peligrosa amenaza (…). Si, abandonando sus propias tradiciones, los países occidentales adoptan el modelo educativo chino, posiblemente subirán de rango en las pruebas internacionales, pero perderán todo aquello que les ha llevado a la modernidad: creatividad, espíritu de empresa y una genuina diversidad de aptitudes”.
Un hecho como este nos fuerza a revisar las pruebas PISA y a otra cosa aún más fundamental: evaluar atentamente los métodos educativos que estamos empleando. Es cierto que el aprendizaje puramente memorístico tiene mala fama, pero olvidar que la repetición es un medio indispensable para aprender con profundidad es un disparate. He leído estos días el libro de Daniel Doyle 'The Talent Code'. El autor ha visitado una serie de instituciones que tienen extraordinario éxito educativo, que son verdaderas “factorías de talento”: un destartalado club de tenis en Moscú que en los tres años anteriores ha producido mas jugadoras del 'Top 20' que el conjunto de Estados Unidos; una escuela en San Mateo (California) que en cuatro años ha transformado una escuela tradicionalmente retrasada en matemáticas en el 96% de éxito. Una academia de esquí en Vermont que en los últimos 40 años ha producido 50 campeones olímpicos. Le ha sorprendido ver la importancia que todas esas instituciones dan al entrenamiento repetitivo. ¿Estaremos olvidando algo?

El objetivo de este artículo no es contestar a esta pregunta, sino insistir en la idea de que los sistemas educativos no pueden estar en manos de aficionados o de ideólogos. Una nación necesita estar al corriente de lo que se hace en otros países, sopesar las evidencias, estar dispuesta a cambiar sus creencias educativas si resultan equivocadas, tener claro lo que quiere conseguir y explicárselo bien a los ciudadanos. Les pondré un ejemplo. Los currículos españoles son largos y caóticos. Cada Comunidad Autónoma puede determinar un porcentaje de la programación. El 45% las que tengan lengua cooficial y el 35% las que no lo tengan. Si creemos en que la educación tiene una base científica, parece lógico que la elección de los contenidos tenga que justificarse con gran rigor. Nunca he visto que esto se haga. Por esa razón, en el 'Libro blanco de la profesión docente' solicitaba la existencia de un Consejo pedagógico del Estado, encargado de asesorar sobre los currículos, su actualidad, la comparación con lo que se hace en otros países, el resultado de su aplicación. En Francia, existe el del Conséil Supérieur des Programmes. Ese consejo también debería informar a la sociedad de sus estudios y conclusiones, para que esta supiera a qué atenerse y tuviera confianza en quienes se ocupan de la educación de su juventud (El Confidencial)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

China constrói 'maior estátua de ditador do mundo'

São 36 metros do mais genuíno mau gosto estético: um enorme Mao Tsé-tung dourado sentado sobre uma estrutura, em uma pose fazendo sabe-se lá o que. A estátua - pavorosa - está sendo construída em um parque próximo da cidade de Kaifeng, na província de Henan, no centro-leste da China. O monumento custou mais de 1,8 milhão de reais e, triste ironia, a província de Henan foi justamente uma das mais afetadas pelas políticas maoístas que, entre 1949 e 1975, mataram mais de 50 milhões de pessoas de fome, nas cadeias e campos de trabalho forçado. Não há confirmação oficial, mas acredita-se que o "Mao sentado" seja a maior estátua de um ditador do mundo. Seus 36 metros superam os 22 metros da figura de Kim Jong-il que assombra Pyongyang, na Coreia do Norte, e os 12 metros da estátua do ditador turcomeno Saparmurat Niyazov (Veja)

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A misteriosa cidade flutuante na China. Conspiração ou fenómeno meteorológico?

Milhares de habitantes das cidades chinesas de Jiangxi e Foshan, no sul do país, presenciaram um fenómeno que "incendiou" a internet. As imagens do que parece ser uma cidade a flutuar nos céus da China gerou algumas teorias da conspiração, desde uma projeto secreto da NASA para estabelecer uma nova ordem mundial, não esquecendo a possibilidade de ser algo extraterrestre. Há também a explicação científica para este fenómeno raro. Esta misteriosa aparição fez rapidamente surgir a teoria de um universo paralelo que se mostrou por breves instantes. Também se fala da possibilidade de ser uma amostra do avanço tecnológico na área de hologramas da China, ou então a teoria da conspiração que aponta a NASA como a autora de um projeto chamado de Blue Beam e que, através de hologramas, pretende simular uma invasão extraterrestre ou a segunda vinda de Cristo. O objetivo? Criar uma nova ordem mundial. Mas enquanto as teorias de conspiração alimentam muitos comentários, a "cidade flutuante" tem uma explicação bem científica por parte dos meteorologistas. A ilusão ótica resulta do chamado efeito de Fata Morgana (italiano para Fada Morgana, a meia-irmã do Rei Artur). Este fenómeno acontece quando o ar frio, mais denso, é impedido de circular pelo ar quente, ficando nas camadas mais baixas da atmosfera. Desta forma, acaba por atuar como uma lente, criando este tipo de ilusões, ou seja, neste caso na China os edifícios parecem estar muito mais alto do que realmente estão. Apesar da explicação científica, o sucesso das teorias da conspiração já renderam mais de cinco milhões de visualizações só neste vídeo no You Tube (DN-Lisboa)
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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A tradição chinesa de fingirem que estão a casar

Já se cruzou alguma vez em Portugal com jovens chineses, vestidos a rigor de noivos, numa sessão de fotos super profissional, junto a algum monumento? Se não, para a próxima já vai saber o motivo. É que manda a tradição os noivos tirarem fotos antes do casamento como se fosse o grande dia e, quanto mais glamoroso for o local, mais status tem o casal. Mas o fotógrafo não vem só. Vem iluminador, maquilhadora, cabeleireiro. Um luxo. Os locais mais concorridos são a Catedral de Notre Dame e a Torre Eiffel em Paris. Em vez do famoso "Trash the dress", que acontece depois do casamento e é suposto os noivos saltarem, entrarem na água e cometerem loucuras vestidos a preceito, neste "Don't trash the dress" tudo está imaculado e é para manter assim. É um serviço muito facil de se obter na China. Há empresas especializadas só para este negócio. O resultado da sessão é normalmente exposto, finalmente, no dia do casamento. Agora já sabe... (SIC-Notícias)

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Explosão gigantesca ilumina céus da China

As causas da detonação são desconhecidas, bem como o número de feridos que terá provocado. Fotografias e videos de uma enorme explosão na China estão a correr mundo nas redes sociais. Até ao momento ainda não são conhecidas as causas da explosão nem se causou feridos. A explosão deu-se por volta das 23:30 hora chinesa, 16:30 em Lisboa. Segundo a BBC, os edificios mais próximos estão sem energia elétrica. A explosão ocorreu em Tianji uma grande área industrial no sudeste da China (DN-Lisboa)