Dia 11 de setembro, 800 mil catalães foram para as ruas protestar e pedir um referendo. A região quer sua independência da Espanha
Mostrar mensagens com a etiqueta Catalunha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Catalunha. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Catalunha sem eleições: Artur Mas renuncia al acta de diputado
Artur Mas completó este miércoles su “paso al lado” y renunció al escaño de diputado en el Parlamento catalán. El expresidente de la Generalitat corona su decisión de la semana pasada, cuando propuso para la investidura a Carles Puigdemont para facilitar un acuerdo entre Junts pel Sí y la CUP que evitara unas nuevas elecciones en Cataluña. Justo después de anunciarlo aseguró que no tenía claro qué haría con su escaño, pero ayer, un día después de la toma de posesión de su sucesor, dio el paso y formalizó su renuncia a la Cámara catalana. El abandono del escaño implica que perderá la condición de aforado, aunque de momento no afectará al caso contra él, la exvicepresidenta Joana Ortega y la consejera de Enseñanza en funciones, Irene Rigau, por organizar la consulta soberanista del 9-N. Según una portavoz del Tribunal Superior de Justicia de Cataluña (TSJC), la causa seguirá bajo su jurisdicción porque Rigau sigue siendo diputada, informa Alfonso L. Congostrina. Rigau, que hoy traspasará la cartera de Enseñanza a Meritxell Ruiz, no tiene previsto, por ahora, abandonar su escaño, según explican en Junts pel Sí. Su intención tras dejar el departamento es volver a ser profesora, pero lo haría como maestra voluntaria. Mientras ella siga como aforada, el caso se mantendrá en el TSJC. Si perdiera ese privilegio, la causa pasaría a un juzgado ordinario. La renuncia de Mas al escaño era esperada, puesto que la tradición de Convergència manda que cuando un presidente de la Generalitat abandona el cargo, por dignidad institucional, no debe buscar un acomodo menor en la política. Siguiendo este ejemplo, los nacionalistas fueron muy críticos con el expresidente socialista José Montilla cuando pasó a ser senador. Mas renuncia a cualquier cargo, pero como él mismo se apresuró a anunciar el día que cedió la presidencia, no abandonará la primera línea política. Su misión será la de refundar Convergència, en pleno proceso de renovación por los casos de corrupción que la rodean y varios descensos electorales. El expresidente también colaborará con Puigdemont y el nuevo consejero de Exteriores, Raül Romeva, para explicar el proceso de independencia de Cataluña al resto del mundo. El líder de Convergència deja el Parlament tras más de 20 años ininterrumpidos en un escaño. Entró en 1995 y casi al mismo tiempo asumió la cartera de Política Territorial y Obras Públicas, un primer paso en su ascenso hasta ser el sucesor de Jordi Pujol. Durante siete años ocupó la bancada de la oposición, hasta que en 2010 ganó las elecciones y pudo ocupar el escaño reservado al presidente de la Generalitat. El puesto de Mas como diputado de Junts pel Sí lo ocupará Fabián Mohedano, uno de los díscolos del PSC que abandonó las filas socialistas para formar Avancem, integrado en la lista de CDC y ERC. Mohedano es el impulsor de la Iniciativa para la Reforma Horaria, cuyo objetivo es racionalizar los horarios en Cataluña (El Pais)
***
domingo, 15 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Parlamento da Catalunha abre “processo constituinte” para uma República independente
O parlamento regional da Catalunha aprovou uma moção para lançar o processo de rutura com Espanha. Aprovada por 72 votos, a iniciativa preconiza uma república catalã com a sua própria Constituição. O dia não podia ser mais simbólico: há exatamente um ano realizou-se o “processo participativo”, o sucedâneo de referendo à independência promovido pelo Governo catalão à revelia da legislação espanhola. Desde então já houve umas eleições regionais em que os independentistas conquistaram uma maioria de deputados, mas não de votos. Por outro lado, essa maioria tem tais divisões internas que o líder, Artur Mas, não tem a garantia de continuar a presidir à região. Esse debate realiza-se esta tarde, às 17h locais (16h em Portugal).
A moção separatista foi aprovada por 72 deputados num hemiciclo de 135: teve o apoio do grupo Juntos pelo Sim (JxS), que Artur Mas encabeça e que venceu as eleições de 27 de setembro com 39,6% dos votos (62 deputados), e da Candidatura de Unidade Popular (CUP, 8,2%, 10 deputados). Os restantes 63 deputados votaram contra. O texto “declara solenemente o início do processo de criação do Estado catalão independente, em forma de República”, encetando-se um “processo constituinte”. O deputado Raül Romeva, do JxS, encetou o debate defendendo a “construção do Estado catalão”, que, acrescentou Anna Gabriel (CUP), significa uma “rutura” com Espanha.
Os partidos de âmbito espanhol execraram a ideia. Xavier García Albiol, líder do ramo catalão do Partido Popular (PP, direita, no poder Madrid), criticou o presidente regional: “Senhor Mas, nem o senhor nem ninguém nos vai expulsar de Espanha”. O Partido Socialista Operário Espanhol prefere uma reforma da Constituição que inclua as singularidades políticas da Catalunha (ou do País Basco e da Galiza, por exemplo) num Estado federal espanhol. Para Miquel Iceta, líder regional dos socialistas, a aprovação da moção secessionista “colocaria as instituições catalãs fora da legalidade”.
MADRID RECORRE AO CONSTITUCIONAL
O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, deverá pronunciar-se ainda hoje sobre o assunto. Prevê-se que o Governo de Madrid abra um recurso de inconstitucionalidade, cuja apresentação suspenderá imediatamente a vigência da decisão recém-aprovada. Rajoy quererá mesmo identificar responsáveis a quem acusar judicialmente, e à cabeça desse rol aparece a presidente do parlamento catalão, Carme Forcadell (JxS). Porém, o JxS e a CUP já anunciaram que continuarão a aplicar o texto, que, entre outras coisas, deslegitima o Tribunal Constitucional espanhol para assuntos catalães. Igualmente contra a secessão está o partido Cidadãos, que foi o segundo mais votado a 27 de setembro (17,9%, 25 assentos). A sua líder no parlamento regional, Ines Arrimadas, qualificou a moção de ilegal, antidemocrática e pouco solidária. Numa farpa a Artur Mas, disse preferir independentizar-se da corrupção. “Enganaram-se no século, porque estamos no século XXI e na União Europeia”, sentenciou Arrimadas. Ao terminar a votação, os deputados do PP exibiam, alternadas, bandeiras catalãs e espanholas. Já a lista Catalunha Sim é Possível, patrocinada pelo movimento Podemos, prefere um referendo acordado com Madrid, considerando a via da JxS e da CUP um “beco sem saída”. Os não-separatistas recordam que houve mais catalães a votar em partidos que não defendem a secessão do que o oposto (Expresso)
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Mariano Rajoy admite suspender autonomia da Catalunha
O primeiro-ministro espanhol pondera suspender a
autonomia da Catalunha. Será o último recurso de Mariano Rajoy para impedir a
pretensão independentista. Disse-o numa entrevista televisiva, onde também
mostrou desconhecimento histórico quando referiu que Espanha é a Nação mais
antiga da Europa.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Convocado pelo Tribunal na Catalunha: Concentración masiva ante el juzgado para apoyar a Mas
***
El presidente de la Generalitat, Artur Mas, ha mostrado este jueves ante el juez perplejidad por su imputación en la causa del 9-N. "No entiendo por qué estoy aquí dando explicaciones. En todo caso, las tendría que dar en el Parlament. La consulta fue una decisión política", ha explicado en su declaración como imputado, que ha durado alrededor de una hora. "La querella es por la rabia de ver el éxito del 9-N", ha sostenido Mas después en declaraciones a los medios. Mas, que no ha contestado a las preguntas de la Fiscalía, ha asumido toda la responsabilidad en la organización de la consulta independentista del 9 de noviembre de 2014. "La responsabilidad es toda mía. De algunas, como de la jornada de participación, soy responsable único. No hace falta que baje más", ha dicho en alusión a la exvicepresidenta Joana Ortega y a la consejera de Enseñanza Irene Rigau, también imputadas por un delito de desobediencia (El Pais)
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Inés Arrimadas, a andaluza que conquistou a Catalunha
“Nunca me senti bonita.” Foi isto que a cabeça-de-lista do Ciutadans às eleições autonómicas da Catalunha respondeu a um entrevistador quando se começou a falar sobre o papel das mulheres na política. Para o caso, não é uma questão irrelevante. Os opositores nunca a levaram muito a sério. Os programas humorísticos da televisão catalã, como o Polònia, caricaturavam-na como uma Barbie sem ideias que papagueava frases feitas. A verdade é que, em poucas semanas, Inés Arrimadas passou do quase total desconhecimento para as luzes da ribalta: o Ciutadans (catalão para Ciudadanos) elegeu 25 deputados no parlamento catalão, tornou-se o maior partido da oposição e deu um novo ânimo ao líder Albert Rivera, candidato a primeiro-ministro de Espanha em dezembro. Este resultado explica-se só pela beleza de Inés?
Não, dizem os que a conhecem pessoalmente. Albert Rivera, o catalão que manda no Ciudadanos e quer mandar em Espanha, não tem dúvidas em classificá-la como “a mulher com mais futuro político do país”. Ao elogio, Arrimadas reage como diz reagir a muita coisa na vida: com timidez. “Nunca me tinha passado pela cabeça dedicar-me a isto, aparecer na televisão e assim”, dizia numa entrevista ao El Mundo poucos dias antes das eleições que a puseram no mapa
O caminho até estas eleições é fora do comum. Inés nasceu a 200 quilómetros de Portugal, em Jerez de La Frontera, na muy castellana região da Andaluzia. Os pais são de Salamanca e ela viveu e estudou em Sevilha até depois dos vinte anos. Em 2008, muda-se para Barcelona devido ao trabalho numa consultora. Apaixona-se pela Catalunha, aprende o nível máximo da língua catalã e passa a sentir-se filha da terra.
Há muitas formas de ser catalã, não há um requisito X para ser catalão. Tal como há muitas maneiras de ser espanhol ou andaluz. Nós [no Ciutadans] pensamos mais nas pessoas do que nas identidades coletivas. O importante é como é que cada um se sente, sem necessidade de definir, legislar ou impor sentimentos: é preciso respeitá-los. Existe uma grande obsessão política na Catalunha para impor identidades”, disse ao El Mundo.
Foi com essa mensagem que foi para a campanha eleitoral e conseguiu ser a mais convincente dos partidos anti-independência em disputa. Só duas sondagens lhe davam o número de deputados que viria a obter, apesar de desde o início se ter percebido que o Ciutadans não vinha com vontade de brincar. Enquanto se tentava impor como a alternativa sensata à “aventura separatista”, Inés e o partido aproveitavam todas as oportunidades para dar alfinetadas ao Partido Popular, de Rajoy, que muitos catalães não distinguem da formação de Arrimadas e Rivera.
Depois de ter entrado no Ciudadanos em 2011 por acaso — diz que foi apenas a acompanhar uma amiga a um comício e gostou do que ouviu –, Inés Arrimadas procura agora uma voz própria não só dentro do partido como na Catalunha. Para contrariar a ideia de que é uma Barbie, mero papagaio das linhas programáticas de Albert Rivera: renovação política e institucional, luta contra a corrupção e contra o independentismo.
Os de sempre estão a utilizar uma cortina de fumo para que não se fale dos casos de corrupção, da austeridade e da incompetência na gestão. Todos temos agora uma oportunidade para dizer “acabou”. Durante anos isto foi como uma tortura: ‘a culpa é de Espanha, Espanha rouba, estávamos melhor sozinhos…’.”
Até agora, o Ciudadanos tinha dificuldades em ter sucesso eleitoral em candidaturas que não fossem lideradas pelo próprio Rivera. A partir de agora, há Inés Arrimadas a colocar o partido de novo na rota da destruição do bipartidarismo. Nos próximos meses, entre a formação do novo governo catalão e as legislativas espanholas, terá de ser mais do que uma cara bonita (Observador)
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)












