sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Carlos MAGNO: "Há muito político a fazer contrabando de informação"
No Jornal 2 Carlos Magno fala sobre o papel da
imprensa livrem e das tentativas de controlo e condicionamento da informação
Numa intervenção cheia de alertas e recados Carlos Magno diz-se preocupado com
o estado do jornalismo no ciber espaço."É complicado perceber que os
jornais não preservam o seu espaço editorial permitindo que qualquer leitor
faça comentários que são ou xenófobos ou racistas, ou que nem têm que ver com a
notícia que estão a comentar".Carlos Magno defende uma intervenção dos
órgãos de comunicação nestes espaços que devem ser assumidos como de
responsabilidade editorial.O também jornalista recorda mesmo um caso na Estónia
onde uma publicação foi já condenada em tribunal por causa de um comentário de
um leitor.
Robôs ameaçam contas da Segurança Social
A sociedade como a conhecemos durante os últimos 200
anos está prestes a sofrer uma mudança radical, tal como sucedeu durante a 1.ª
Revolução Industrial. Só que não vamos ter 150 anos para requalificar
trabalhadores substituídos por máquinas. Até 2025, daqui a oito anos, um em
cada três empregos terá sido substituído por robôs ou inteligência artificial,
diz a consultora de tecnologia Gartner. São quase mais 1,4 milhões de
desempregados, à escala de Portugal. Como pode a Segurança Social aguentar? “A
sustentabilidade da Segurança Social está em risco já há algum tempo e a
velocidade dessas mudanças só vai agravá-lo”, considera Carlos Pereira da
Silva, professor de Economia e Finanças e especialista em Segurança Social.
“Não vejo ninguém preocupado com isso em Portugal, não há nenhum comité a
estudar o assunto. Já devíamos ter feito o que fez a Suécia, que mudou as
regras e já não garante pensão às pessoas na idade da reforma”, considerou.
Asimo é o humanóide mais avançado do Mundo.
O processo de crescimento de um cancro captado em imagens 3D
Vêm do Japão as imagens inéditas que mostram, célula
a célula, o comportamento do cancro num rato. Uma equipa de investigadores da
Universidade de Tóquio e do Centro de Biologia Quantitativa Riken desenvolveu
uma técnica que permite acompanhar a forma como cada célula cancerígena se
espalha no corpo de um rato. Para a experiência, o roedor foi injetado com um
tecido cancerígeno, modificado para ser fluorescente. Depois de deixarem o
cancro progredir, os cientistas recorreram a químicos capazes de deixar o corpo
e os órgãos internos do rato altamente transparentes, tornando assim possível
acompanhar, como se vê no vídeo, a evolução da doença. As imagens mostram os
tecidos saudáveis a verde, com o cancro a aparecer a cor de rosa.
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