Primeira tentativa
de vender o banco em 2015 foi abandonada por não haver ofertas adequadas mas
teve custos avultados com assessorias financeira e jurídica. Segunda tentativa,
que está em curso, pode conseguir apenas ofertas de valor simbólico. A primeira
tentativa falhada de vender o Novo Banco no ano passado custou 9,7 milhões de
euros. O número é avançado no relatório e contas do Fundo de Resolução (FR) de
2015, no qual se refere que o concurso foi abortado pelo Banco de Portugal por
considerar as ofertas não adequadas. Esta fatura resultou essencialmente dos
custos com as assessorias financeira (6 milhões de euros) e jurídica (3,5
milhões). Neste momento, decorre um segundo processo de venda que também tem revelado
algumas dificuldades e para o qual já é assumido, como o Expresso avançou na
edição do último sábado, que o banco terá de ser vendido a um preço simbólico. Apesar
de praticamente ninguém ter dúvidas de que o Fundo de Resolução irá ter perdas
avultadas com o Novo Banco – onde injetou 4,9 mil milhões de euros -, o banco
continua contabilizado a este valor nas contas do fundo. A auditora Ernst &
Young colocou reservas a este número mas reconheceu dificuldades no apuramento
do ‘verdadeiro’ valor do banco. Diz mesmo que “o Fundo não dispõe de informação
suficiente para aferir com fiabilidade o justo valor da referida participação”
(Expresso)
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Recapitalização da CGA soma 5.160 milhões de euros
A recapitalização da Caixa Geral de Depósitos (CGD)
soma 5.160 milhões de euros, de acordo com dados do Ministério das Finanças. De
acordo com um comunicado das Finanças, o Estado Português está autorizado pela
Comissão Europeia “a realizar um aumento de capital até 2.700 milhões de euros,
a transferir as acções da ParCaixa para a CGD no valor de 500 milhões de euros
e a converter 960 milhões de euros de instrumentos de capital contingentes
(CoCo’s) subscritos pelo Estado em acções”.
Drones fazem razias a aviões e comprometem segurança aérea
Este ano já foram comunicados ao Gabinete de Prevenção
e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA) oito incidentes com drones no
espaço aéreo português. O último caso aconteceu no passado domingo. Eram 13h41
quando a tripulação de um voo comercial com quase duas centenas de pessoas a
bordo, que se preparava para aterrar em Faro, avistou um drone de cor vermelha.
O aparelho não chegou a tocar na aeronave, mas passou “incrivelmente perto da
asa direita”, revela a comunicação feita ao gabinete, à qual o i teve acesso.
Os pilotos chamaram a polícia do aeroporto, que por sua vez informou a GNR.
“Fomos informados que, devido à falta de legislação, caso fosse identificado o
responsável apenas seria alertado para o incidente”, reportaram. Álvaro Neves,
diretor do GPIAA, admite que a falta de controlo sobre os drones está a
revelar-se preocupante. “Em algumas ocasiões é posta em causa a segurança aérea
das aeronaves tripuladas”, afirma o responsável. Os incidentes reportados ao
gabinete referem-se a aproximações de drones de aeronaves em circulação ou
pontos estratégicos que podiam configurar situações de risco aéreo. No ano
passado foram reportados nove, número que este ano, em oito meses, está quase a
ser ultrapassado. Em 2014 houve apenas quatro registos.
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