segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

António Costa mantém-se mais mencionado nos social media

Entre as personalidades analisadas pelo serviço Social Media Explorer do Grupo Marktest, António Costa foi, tal como em Outubro, o mais mencionado nas redes sociais durante o mês de Novembro. O Primeiro-ministro foi, entre as personalidades analisadas pelo serviço Social Media Explorer do Grupo Marktest, quem registou maior número de menções nas redes sociais no mês de Novembro de 2015. Em sites como Facebook, Twitter, Google+, Instagram, Blogs, Fóruns, Youtube e Notícias RSS, foram encontradas este mês mais de 19 mil referências a António Costa. Na segunda posição ficou Cristiano Ronaldo, que obteve um valor também perto de 15 mil menções ao longo do mês. O ex-Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho ocupou a terceira posição do ranking de buzz social, com 10 mil menções. No top 10 do mês de Novembro constam ainda os nomes de Cavaco Silva, José Sócrates, Paulo Portas, Catarina Martins, François Hollande, Papa Francisco e Jerónimo de Sousa. O Marktest Social Media Explorer é um serviço que monitoriza conteúdos veiculados nos social media relacionados com marcas ou personalidades (Marktest.com, Dezembro de 2015) 

Maioria utiliza redes sociais e vê televisão em simultâneo

A maioria dos utilizadores de redes sociais refere que quando acede a sites de redes sociais também costuma ver Tv em simultâneo.  Questionados sobre que outras atividades executam em simultâneo quando acedem a sites de redes sociais, a maioria dos inquiridos no estudo Os Portugueses e as Redes Sociais 2015 (53.8%) referiu ver Tv. Esta atividade simultânea ao uso das redes sociais é mais frequente entre as mulheres, entre os mais jovens e entre os indivíduos das classes sociais mais elevadas. Navegar em outros sites foi outra das atividades simultâneas mais referidas pelos utilizadores de redes sociais (48.1%), seguida de ouvir música (43.3%), conviver com a família ou com amigos (26.8%), jogar (18.6%) ou ouvir rádio (17.7%). Apenas 8.3% referiu não costumar fazer nenhuma outra atividade em simultâneo quando acede a sites de redes sociais. Os Portugueses e as Redes Sociais 2015 é um estudo realizado pela Marktest Consulting desde 2011 (Marktest.com, Dezembro de 2015)

Segurança Social pagou pensões a mortos durante 10 anos

Antes da decisão governo de aumentar as pensões mais baixas e o Rendimento Social de Inserção no próximo ano, a Segurança Social já tinha um grupo de cidadãos fragilizados que beneficiavam de uma proteção especial do Estado Social: os mortos. O Tribunal de Contas (TdC) detetou centenas de casos em que foram pagas reformas a beneficiários já falecidos. Com as falhas de cruzamento de dados, há até casos em que o óbito dos pensionistas só foi comunicado pelo Ministério da Justiça à Segurança Social mais de dez anos depois da morte.
A análise do TdC ao processamento de pensões foi feita a propósito da Conta Geral do Estado, o documento onde todas as receitas e despesas vêm discriminadas de forma oficial. Cabe ao TdC verificar anualmente os procedimentos contabilísticos e dar um parecer, que foi publicado ontem.
O organismo já tinha criticado no passado as insuficiências do sistema informático da Segurança Social, mas este ano fez um estudo abrangente sobre a questão.
Com base nas informações extraídas da base de dados do Instituto da Segurança Social (ISS) a 31 de dezembro de 2014 - relativas a 2,9 milhões de pensões pagas diretamente pelo ISS e 187 mil pela Caixa Geral de Aposentações (CGA), mas com uma parcela financiada pela Segurança Social - foram encontrados milhares de erros.
Em 3 176 pensões, a data de nascimento dos beneficiários estava incompleta ou era inválida. Verificam-se até situações de registo de data de nascimento posterior à data do óbito. Em 35 situações, a data óbito era 1 de janeiro de 1850, mas os nascimentos dos beneficiários tinha ocorrido entre 1850 e 1996.
Em quase 45 mil pensões da SS e 48 mil da CGA, não havia dados sobre a Identificação Fiscal dos beneficiários, e esta “relevante falta de informação” somava-se a falhas nos óbitos, onde foram encontradas “situações que mereceram a solicitação de esclarecimentos” adicionais.
A Segurança Social recebe mensalmente o levantamento dos óbitos do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ) ou através da Autoridade Tributária (AT). Mas o TdC encontrou “constrangimentos” no cruzamento de dado, com “consequências ao nível da fidedignidade e atualidade da informação”.
Numa consulta a 16 mil beneficiários com pensões ativas em 2014 e com idade igual ou superior a 95 anos, havia 492 beneficiários que haviam já sido registados como falecidos na AT. O TdC analisou ainda as suspensões de pensões. Em 115 mil casos analisados, em mais de mil casos de falecidos as pensões só foram suspensas seis meses ou mais após a ocorrência do óbito. Segundo o tribunal, há vários tipos de erros que ocorrem. Um é a integração demorada da informação recebida pela base de dados da Segurança Social. Outro é um “grande desfasamento temporal” entre o óbito dos beneficiários e a comunicação do IGFEJ à Segurança Social, “havendo três casos em que tal desfasamento se situa entre os 10 e os 13,5 anos” (Jornal I

Sultão do Brunei proibiu o Natal. E outros seguiram o exemplo

Governante de um dos mais pequenos e mais ricos países do mundo proibiu quaisquer celebrações natalícias. Motivo: aquelas afastam os muçulmanos do "caminho justo". O sultão Hassanal Bolkiah, que governa o Brunei desde 1967, proibiu neste ano toda e qualquer comemoração do Natal neste pequeno país muçulmano do Sudeste Asiático, com o argumento de que "prejudica a religião" islâmica". Isto apesar de Jesus ser mencionado no Alcorão como profeta, mas não é reconhecida natureza divina. É apenas um mensageiro de Deus.
A interdição de celebrar o nascimento de Jesus, e de todo o seu significado para os cristãos, foi acompanhada de medidas concretas, como a aplicação de multas elevadas e a condenação a penas efetivas de prisão, que podem ir até aos cinco anos. Foram proibidas as decorações no interior das casas, o uso de barretes natalícios e as saudações típicas da época porque "afastam os crentes [muçulmanos] do caminho justo", lê-se no decreto da interdição.
Desde 2009 que as celebrações natalícias eram assinaladas de forma muito discreta, após a aplicação da lei islâmica no sultanato. A decisão do sultão segue-se à entrada em vigor de um novo código penal em maio de 2014 totalmente moldado pelo direito islâmico. Neste prevê--se, por exemplo, a interdição da venda e consumo de bebidas alcoólicas, a lapidação de adúlteros e o corte de uma das mãos aos ladrões. Atualmente, o Brunei é o único país do Sudeste Asiático a aplicar a lei islâmica; na vizinha Malásia, esta vigora em alguns estados, assim como a região de Mindanao, nas Filipinas. O direito islâmico aplica-se também noutros países da área em casos envolvendo apenas muçulmanos.
Mas este pequeno território fronteiriço com o estado de Sarawak, da Malásia, e com costa para o mar da China Meridional, não foi o único país a proibir o Natal nas suas fronteiras. Também as autoridades do Tajiquistão, país de maioria muçulmana da Ásia Central, seguiram o mesmo caminho, tendo sido interdita a oferta de prendas, as decorações natalícias, a preparação de pratos associados à época e qualquer manifestação pública, individual ou coletiva, que recorde o Natal. No caso do Tajiquistão, estamos perante o Natal ortodoxo, que se celebra a 7 de janeiro. Este país foi, aliás, pioneiro, nas interdições, aplicando-as desde 2013. O terceiro exemplo veio da Somália com o argumento de que "toda a população é muçulmana e não existe comunidade cristã no país", afirmou o presidente do Parlamento, citado pelas agências.
Também o Hamas, que não se pronunciou sobre o Natal, anunciou na quarta-feira a interdição de quaisquer festejos na Faixa de Gaza, que controla desde 2006, na passagem de ano. O argumento é que são contrários "aos ensinamentos" do islão.
Mas é no Brunei dirigido por Bolkiah - um dos homens mais ricos do mundo com uma fortuna estimada em cerca de 17 mil milhões de euros - que a medida surge como algo desajustada. Em termos históricos, o sultanato sofreu influências da cultura espanhola e inglesa. Após a independência do Reino Unido, em 1984, os seus vastos recursos energéticos permitiram-lhe ascender ao estatuto de país desenvolvido, com um dos PIB per capita (em paridades de poder de compra) mais elevado do mundo. E, se na região existem casos de tensão e intolerância face ao cristianismo, existe também o exemplo da coexistência, ainda que por vezes complicada, das duas religiões na vizinha Indonésia, Estado que é, pela população, o maior país muçulmano do mundo. Dos cerca de 430 mil residentes no sultanato, dois terços são muçulmanos. Na Indonésia, os cristãos são cerca de 33 milhões numa população de quase 257 milhões.
A medida foi aplicada sem hesitações, tendo os hotéis frequentados por ocidentais não ostentado neste ano os tradicionais enfeites. A única exceção aos rigores da lei islâmica parece ser o próprio sultão, de 69 anos, conhecido pelo gosto de mulheres atraentes, e alguns elementos da família real, como o seu irmão Jefri Bolkiah, conhecido por uma vida de luxo. Jefri foi afastado de todas as funções oficiais e sobre ele correm, no exterior, histórias e anedotas associadas a festas extravagantes, haréns e excessos vários. Para alguns muçulmanos, parece não serem errados os desvios do "caminho justo" invocado pelo sultão para proibir o Natal no seu país (DN-Lisboa)

Expresso: Bernardo Ferrão diz que portugueses estão cansados de política

Bernardo Ferrão lembra o calendário político desde o verão passado e diz que os portugueses estão cansados de política. O editor de política do Expresso acredita, por isso, que este modelo de debates entre os candidatos a Belém pode suscitar pouco interesse.

Humor de Henrique Monteiro: Vem aí mau tempo

fonte: Henricartoon

Humor de Henrique Monteiro: O combate dos chefes

fonte: Henricartoon