quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Alguns dos membros do novo governo do PS

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Newshold reavalia investimentos nos jornais “Sol” e “i”

O grupo de capital angolano Newshold, de Álvaro Sobrinho, está a reavaliar os seus investimentos na área dos media em Portugal e não descarta a possibilidade de alienar a sua participação nos jornais "Sol" e "i" ou de reestruturar de forma profunda os dois projetos. A eventual fusão de redações, a manutenção de apenas um dos títulos ou a criação de um novo projeto que substitua os existentes são alguns dos cenários em estudo. O assunto vai ser discutido esta sexta-feira em assembleia geral de acionistas e em reuniões com as administrações das várias empresas do grupo. Para a segunda-feira seguinte, às 10h30, está agendado um plenário de trabalhadores de todas as empresas de media do grupo, a realizar na redação do jornal "Sol". Só aí serão comunicadas oficialmente todas as decisões tomadas pelos acionistas. Segundo as informações recolhidas pelo Expresso, se decidirem manter a sua aposta na área dos media em Portugal, os acionistas da Newshold não abdicam de uma premissa essencial: reduzir custos e tornar mais sustentável a operação de uma área de negócio que apresenta um resultado negativo conjunto na ordem dos 8 milhões de euros. Só em 2014 o "Sol" gerou um prejuízo de 4,4 milhões de euros e o "i" um resultado negativo de 3,8 milhões. O administrador executivo da Newshold, Mário Ramires, recusou comentar o assunto e remeteu para a próxima semana quaisquer explicações sobre a reestruturação em curso na empresa.
Mas entretanto, o Expresso sabe que este processo já deu origem a contactos com diretores de várias áreas do universo de media da Newshold, para começar a negociar saídas dos quadros da empresa. A avançar a fusão entre as redações dos "Sol" e do "i", esse processo deverá também contemplar um corte nas atuais equipas redatoriais dos dois títulos, cujas fichas técnicas apresentam um número conjunto de mais de uma centena de profissionais, entre jornalistas, fotógrafos, gráficos ou secretariado, além dos serviços de marketing, comercial, financeiro ou administrativo (já parcialmente partilhados pelos dois projetos). Segundo os dados da Associação para o Controlo de Tiragem e Circulação, nos primeiros oito meses do ano o semanário "Sol" apresentou uma média de circulação paga de 20 mil exemplares por edição, o que representou uma quebra homóloga de 7,7%. O diário "i" registou uma média de circulação paga de cerca de 4.500 exemplares por dia, o que traduz um ganho homólogo de 12,4% (Expresso)

Uma em cada quatro crianças vive em risco de pobreza ou de exclusão social na UE

Crescer numa situação de pobreza pode ter repercussões durante toda a vida. A pobreza infantil é uma realidade na UE: uma em cada quatro crianças vive em risco de pobreza e de exclusão social. Os eurodeputados aprovaram esta terça-feira, 24 de novembro uma resolução em que urgem os Estados-Membros a reforçar o combate à pobreza infantil e às desigualdades sociais. O texto foi adotado com 569 votos a favor, 77 contra e 49 abstenções. Segundo a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Crianças, todas as crianças têm direito à educação, aos cuidados de saúde, alojamento, ao lazer e a uma alimentação equilibrada. No entanto, na Europa isto nem sempre acontece. De acordo com o Eurostat, em 2014, cerca de 26 milhões de crianças e jovens (menores de 18 anos) viviam em risco de pobreza e de exclusão social, ou sejam 27,7% de todas as crianças que vivem na UE. Há crianças a viver em risco de pobreza em todos os Estados-Membros. Os países com maior percentagem de crianças a viver em risco de pobreza são a Roménia (51%), a Bulgária (45,2%) e a Hungria (41,4%). Em Portugal são quase um terço das crianças: 31,4%. Os países com as percentagens mais baixas são a Dinamarca (14,5%), a Finlândia (15,6%) e a Suécia (16,7%)
A subnutrição também está a crescer entre as crianças europeias. De acordo com a UNICEF, na Estónia, Grécia e Itália, a percentagem de crianças que não pode permitir-se a comer carne ou peixe de dois em dois dias duplicou desde 2008.
Pobreza infantil é um fenómeno multidimensional
A pobreza não é apenas uma questão de dinheiro. Para além de incluir a incapacidade de assegurar despesas básicas como a alimentação, o vestuário e a habitação; a pobreza também está ligada à exclusão social e à falta de acesso a cuidados de saúde e educação de qualidade. As crianças que vivem em famílias monoparentais, especialmente com as mães, também se encontram em maior risco de pobreza. A resolução aprovada pelos eurodeputados, esta terça-feira, pede aos Estados-Membros para colocar as crianças no centro das suas políticas. O relatório inclui ainda uma série de recomendações para combater "as alarmantes taxas de pobreza infantil na Europa", incluindo o acesso de todas as crianças a um sistema ensino público, gratuíto e de qualidade em todas as idades.

"As políticas de austeridade criaram esta situação e o problema está a piorar. Os Estados-Membros têm de assegurar às crianças e às suas famílias o acesso à educação, à saúde, à segurança social e é necessário fazer face ao desemprego, promover a segurança do emprego e redes parentais-educacionais e sociais, alimentação equilibrada e alojamento adequado", defende Inês Cristina Zuber, eurodeputada portuguesa do CEUE/EVN, responsável pela elaboração do relatório (fonte: PE)

ISIS lança vídeo contra "coligação do diabo", onde inclui Portugal

Num outro vídeo tornado público pelo Daesh, França é encarada como principal alvo. Em língua francesa, o grupo extremista dirige-se ao presidente François Hollande indicando que não conseguirá vencer a guerra que trava com o ISIS:"Declaraste uma guerra que não podes vencer. Estamos a chegar e vamos esmagar o teu país", anunciam os terroristas. “A vitória foi-nos prometida pelo nosso criador”, justifica o mesmo homem, que surge armado perante as câmaras. Desde o atentado em Paris, o grupo extremista tem divulgado diariamente vídeos a ameaçar a Europa, especialmente a França. Ontem, um novo filme a circular na Internet mostrava a queda da torre Eiffel.  Intitulado 'Paris entrou em colapso', o filme começa com imagens dos atentados de dia 13 na capital francesa, que o EI reivindicou. Uma voz off dirige-se aos cidadãos europeus, referindo que não foi o EI que começou a guerra. "Foram vocês (os europeus) que iniciaram a agressão contra nós e pagareis o preço quando os vossos filhos forem para a guerra", afirmam os 'jihadistas', advertindo que os europeus não se sentirão seguros nem nos seus próprios quartos (Económico)

Apresentadora da RTP e o marido fizeram contratos com o Instituto de Emprego

Além do seu emprego na RTP – que lhe dá um ordenado de 5900 euros –, Sónia Araújo é também empresária. Segundo a revista ‘Tv 7 Dias’, a apresentadora terá recebido, nos últimos cinco anos, mais de 186 mil euros do Estado por contratos de ajuste direto, feitos com o Instituto de Emprego e Formação Profissional. Também o marido, Vítor Martins, ganhou mais de 50 mil euros da mesma forma, entre janeiro de 2014 e 2015. Para isso, foram criadas empresas de prestação de serviços.  No entanto, das cinco empresas, diz a mesma publicação, quatro "têm aviso de encerramento pedido pela gerente", estando apenas uma com atividade aberta, a Génios Pioneiros, mas inativa. Apesar dos contratos, Sónia Araújo e o companheiro acumularam dívidas de "milhares de euros" ao Fisco e correram o risco de verem alguns bens penhorados. As dívidas já terão sido, entretanto, regularizadas. Depois de ver o seu ordenado reduzido para metade, a apresentadora da RTP é confrontada também com a crise nos seus negócios (Correio da Manhã)

Manuel Godinho condenado a dois anos e meio de prisão

Sócrates paga milhares de euros para calar imprensa