Quarenta e seis anos depois da alunagem, o fato que Neil Armstrong usou nos primeiros passos em território lunar precisa de ajuda. Na qualidade de instituição pública, o Smithsonian’s National Air and Space Museum – onde estão guardados os objetos que marcam a exploração espacial e a história da aviação – precisa de patrocínios que colmatem 36% das necessidades que não são cobertas pelo governo norte-americano. E para tal, lançou uma campanha de recolha de fundos através da Kickstarter. De acordo com o El País, o fato de astronauta utilizado durante a missão Apollo XI é um dos que mais exige investimento. Ele tem de estar conservado numa câmara com condições de temperatura, humidade, pressão e luminosidade adequadas. E ainda assim não tem sido suficiente para manter o fato intacto, o que impossibilita o estudo por parte de investigadores e a visita de pessoas. No mês passado, o museu Smithsonian pediu 500 mil dólares aos participantes da Kickstarter. Deste valor, 100 mil seriam investidos exclusivamente no fato e o restante seria guardado para necessidades futuras. Um dos projetos em vista é fazer uma impressão 3D do fato original de Neil Armstrong para exposição. Até agora, o museu conseguiu recolher 700 mil dólares. Quem puder entregar pelo menos 9.500 dólares à campanha será convidado a estar presente na festa do 50º aniversário do Homem na Lua. A campanha acaba a 19 de agosto (Observador)
sábado, 15 de agosto de 2015
Astronauta diz que extraterrestres tentaram impedir guerra nuclear na Terra
O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar a Lua, disse numa entrevista ao jornal The Mirror que um povo extraterrestre se deslocou à Terra com o intuito de impedir uma guerra nuclear. Já há vários anos que o astronauta reformado, hoje com 84 anos, faz alegações sobre vida extraterrestre que nunca foram corroboradas pela NASA, para a qual trabalhou. Edgar Mitchell defende que falou com fontes do exército norte-americano, que disseram ter visto naves estranhas a sobrevoar as bases de mísseis e a zona de teste de armamento de White Sands. Mitchell já fala sobre a sua crença em extraterrestres desde que a sua alunagem o tornou numa figura pública.
"White Sands era uma zona de teste para armas atómicas", disse Edgar Mitchell ao jornal britânico The Mirror. "Era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Queriam conhecer as nossas capacidades militares. Pela minha experiência, a falar do assunto com pessoas, torna-se claro que os extraterrestres estavam a tentar impedir-nos de entrar em guerra, e ajudar a criar paz na Terra". Mitchell disse ao Mirror que falou com membros das forças armadas norte-americanas que lhe disseram que viam frequentemente OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). "Outros militares, em bases no Pacífico, disseram-me que os mísseis de teste deles eram abatidos por naves de extraterrestres", acrescentou Mitchell. Já em 2008, quando Mitchell fez alegações semelhantes numa entrevista, a NASA desmentiu que houvesse um programa de monitorização de extraterrestres ou um encobrimento de avistamentos e contacto com seres inteligentes de outros planetas. "O Dr. Mitchell é um grande americano, mas não partilhamos das suas opiniões neste assunto", disse a NASA, em comunicado. Edgar Mitchell, que alunou na missão Apolo 14 em 1971, tem hoje 84 anos. Há anos que Mitchell exprime o seu apoio para com a ideia de que os avistamentos de OVNIs têm realmente uma origem extraterrestre, e escreveu um livro acerca das suas aprendizagens acerca do misticismo e das teorias relacionadas com extraterrestres (DN-Lisboa)
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Futebol: O pecado original de Eva
Conhecemos Eva
Carneiro do tempo em que André Villas-Boas chegou ao Chelsea. Foi ele que a pôs
a seu lado, no banco de suplentes, uma médica com pinta do sul da Europa para
tratar de homenzarrões nascidos um pouco por todo o lado. André saiu, Eva foi
ficando e, no entretanto, entraram e saíram Roberto Di Matteo e Rafa Benítez; e
Eva continuou por lá quando José Mourinho regressou a casa. Resistiu ao tempo e às
bocas de alguns adeptos e viu a Premier League e o Chelsea emitirem comunicados
em sua defesa. Mas foi atacada por quem menos se esperava: Mourinho.
Este é o contexto:
O Chelsea empatou com
o Swansea na primeira jornada (2-2) e Mourinho pôs as culpas no corpo clínico,
que entrou no relvado para assistir Eden Hazard. O jogo estava a caminhar para
o fim, o Chelsea jogava com dez (Courtois fora expulso) e a saída de Hazard
deixou os londrinos com oito futebolistas de campo e Mourinho com um ataque de
nervos - e de mau perder.
“Todos [os que
trabalham com ele] têm de entender o jogo”, disse Mourinho. “Hazard não
precisava de ser assistido, estava apenas cansado”.
Os ingleses apoiaram
Eva e esta retribuiu-lhes nas redes sociais; e a retribuição de Mourinho foi um
veto: a partir de agora, Eva não pode estar nos treinos nem nos jogos, nem
sequer entrar no hotel durante os estágios. (O fisioterapeuta, John Fearn,
passou pelos intervalos da chuva da fúria do português.)
Acontece que a razão
está do lado de Eva e não do de Mourinho, porque há imagens que mostram o
árbitro Michael Oliver a pedir a entrada dos médicos do Chelsea em duas
ocasiões. Seguindo as regras da bola, quando o árbitro manda, o mandado
obedece, à primeira e à segunda. E, segundo o General Medical Council, a Ordem
dos britânicos, o médico “tem de agir rapidamente se julgar que o conforto, a
segurança ou a dignidade do paciente está a ser comprometida”.
O raciocínio é simples
e binário: Eva é médica, Mourinho não é. Sim e não.
Escreveu o mítico e
influente Gary Lineker no Twitter: “Talvez me candidate para médico do Chelsea,
visto que o candidato tem de perceber futebol. Não tenho a certeza se exigem
conhecimentos médicos”.
Os médicos das equipas
da Premier League reagiram em bloco, em comunicado: “Estamos preocupados que
[Mourinho] acredite que o resultado é mais importante do que a saúde dos
atletas”.
Eva Carneiro nunca foi
de estar parada. Praticou equitação e dançou ballet, dois desportos que a
anulavam porque um a deixava tensa para o segundo e o segundo demasiado
flexível para o primeiro. E ambos lhe davam dores, que ela aligeirava com
repouso, até que se perguntou se não podia fazer mais por ela do que o que
andava a fazer.
Eva decidiu então que
queria ser médica e de Gibraltar, onde nasceu, filha de pai espanhol e mãe britânica,
seguiu para Notthingham, para estudar Medicina; e de Notthingham voou para a
Austrália, e especializou-se em medicina desportiva.
O futebol chegou em
1998, quando viajou pelo México e viu o México-Brasil do Mundial de França no
meio de brasileiros, numa tasca mexicana. Eva só queria aprender a ginga do
samba mas acabou por ter uma epifania - o futuro dela passava pelo
desporto-rei, o mundinho dos homens.
Mais tarde, numa outra
viagem pelo Brasil, teve uma segunda epifania - no futuro, teria de lutar mais,
porque este era um mundo de homens.
Está tudo numa
entrevista à revista “Gibraltar”: “Ia num avião quando uma mulher entrou em
trabalho de parto. Parecia que estava dentro de um filme, porque as hospedeiras
perguntaram se havia algum médico a bordo. O meu português era péssimo e
felizmente estava um médico lá. Fizemos os dois o parto.”
Nos jornais,
escreveu-se que um médico e uma enfermeira tinham ajudado uma mulher a dar à
luz num voo pelo Amazonas. “Detestei aquele estereótipo feminino”.
A partir daí, começou
uma luta contra o sexismo e o preconceito e as ideias erradas que os homens têm
sobre ela e sobre as suas pares.
Disse Eva numa
palestra na Federação de futebol da Suécia no ano passado: “Em todos os
programas televisivos com clínicos, a médica é sempre hipersexualizada. Ela
desaparece com o Tom Cruise e é um final feliz. Ou então nem aparece. Ou então
é lésbica.”
O pecado original de
Eva é ser mulher (Expresso)
***
Opinião: "A comunicação é política"
Um bom cartaz de
propaganda eleitoral dificilmente fará ganhar umas eleições. Mas um mau cartaz
pode contribuir, decisivamente, para comprometer as aspirações de um partido,
quando uma corrida se disputa ombro a ombro.
Na política, todas as
dimensões da mensagem contam. Os
discursos, os contactos cara-a-cara, as visitas, os cartazes, os anúncios na televisão, as entrevistas, os debates e os frente-a-frente.
Quando num destes
planos, os partidos revelam desconformidades entre a narrativa apresentada e a realidade, o preço a pagar é o da confiança.
Evidentemente, os
"detalhes" dos cartazes, aqueles que têm sido notícia este Verão, não
vão pôr em risco a relação dos partidos com
os seus fiéis que irão, seguramente, desvalorizar o facto. Para estes, o
que interessa é o essencial da mensagem,
aquilo que ela representa: o problema de muitos jovens que tiveram de emigar e
o drama do desemprego que atinge uma larga fatia da população. Para os fiéis,
isso é o mais importante e não tanto a história da Maria-que-está-desempregada
que, afinal, não está; ou o caso do Zé-que-foi-obrigado-a-emigrar e que, afinal, nunca saiu do país.
Para os indecisos, já
pode não ser bem assim. Expostos a uma série
de mensagens políticas, cada uma
delas conta para formar a sua opinião. Ora, casos como estes, podem suscitar o
problema da confiança que se traduz na resposta à pergunta: "Será que
posso acreditar?". Esta variável -
a confiança, é fundamental no momento de formular a decisão de voto.
É, portanto, sobretudo
entre os indecisos que os
"detalhes" dos cartazes podem ter algum impacto e isso, é tanto mais
importante, no actual momento político, quanto as sondagens mostram que essa
fatia do eleitorado atinge valores na
ordem dos 20 a 25%.
É verdade que a
intensidade da campanha eleitoral,
depois das curtas férias, vai agora aumentar bastante. E, provavelmente,
daqui a um mês, quando outros temas e
outros casos mobilizarem a agenda dos media e dos políticos, serão poucos os
que se lembram dos incidentes com uns cartazes, que se verificaram nos idos de Agosto.
No entanto, estes
casos são um primeiro aviso. Numa campanha
tão disputada, os erros, as falhas, as inverdades, as desconformidades
narrativas, por mais pequenas que sejam,
poderão ganhar uma dimensão inesperada.
A juntar a isto, há
que contar, como nunca antes, com o impacto tremendo das redes sociais. As
redes aceleram e amplificam os casos dando-lhes uma dimensão tal que, muitas vezes, "parece que o mundo vai acabar amanhã".
É evidente que o papel
dos media é, justamente, fazer a ponderação
e estabelecer a diferença entre aquilo-que-é-verdadeiramente-importante
e aquilo-que-é-apenas-mais-falado ou mais-comentado. Mas há histórias que se tornam de tal modo avassaladoras nas
redes sociais que, por isso mesmo, é
impossível escapar-lhes, sobretudo num ciclo informativo permanente, 24 sobre
24 horas.
Para os partidos, o
desafio de uma campanha é sempre
extraordinário. Mas a comunicação política é demasiado importante para ficar
exclusivamente nas mãos de publicitários. Por uma razão muito simples: a
comunicação é política (texto do jornalista da RTP, Vitor Gonçalves, no Económico, com a devida vénia)
Opinião de João Miguel Tavares (Público): "Eu e o fisco"
Há algum tempo que
venho a ser alvo de um novo tipo de delito, que tarda em ser reconhecido pela
lei portuguesa: o assédio fiscal. O assédio fiscal consiste em receber quase
todos os meses na minha caixa de correio electrónico — e às vezes na minha
caixa de correio postal — uma acintosa mensagem das Finanças aconselhando-me a
pagar dívidas em atraso, para evitar temíveis e abarbaradas “medidas de
coerção”.
Tenho um velho
conflito com o fisco relacionado com questões de direitos de autor e
correspondentes benefícios fiscais. Tudo se resume ao facto de durante muitos
anos eu desconhecer o talento da Autoridade Tributária na área da crítica
literária. Mas esse talento existe, e não é pequeno — e após uma fina análise
hermenêutica de algumas crónicas que lhe apresentei, a AT concluiu tristemente
que a minha prosa estava carente de “efeito estético” e que se mostrava incapaz
de proporcionar “uma sensação de prazer e emoção no receptor”. Pior: como se já
não bastasse a acusação de impotência literária, tal inépcia traduzia-se na necessidade
de devolver uns bons milhares de euros ao fisco.
Quando recebi tão
lutuosa notícia passei mal durante várias semanas, porque por muita força
psicológica que uma pessoa tenha não é fácil esmoer uma acusação de
incapacidade para produzir “sensações de prazer”, mesmo que oriunda do
ministério das Finanças. Mas assim que me recompus do trauma, avancei para
tribunal contra o Estado, onde ainda aguardo atendimento (já lá vão três anos e
nem sequer cheguei à primeira instância). Claro está que, tendo em conta a
bonita prática de inversão do ónus da prova em matéria fiscal, fiz aquilo a que
a lei obriga: apresentei caução do valor em dívida acrescido de 25%. E aguardo,
paciente e esperançado, que a justiça possa restituir a minha honra e a minha
voluptuosidade.
Infelizmente, o fisco
não compartilha desta paciência, e continuo a receber com regularidade os já
clássicos mails “Dívidas fiscais — recomendação de pagamento”. E logo em dose
dupla, porque apesar de a minha mulher não ter nada a ver com o assunto, tem o
azar de estar casada comigo, e apanha por tabela. Já pedi aos senhores do fisco
para pararem com isso, explicando-lhes que o processo está em tribunal, que
apresentei uma caução que eles próprios aceitaram, que os mails são irritantes,
que a minha mulher é inocente. Mas eles não param. É “o sistema informático”,
dizem. O sistema informático das Finanças é um predador fiscal.
Mais: o sistema
informático é profundamente imbecil. Porque, como se já não bastassem os mails,
eis que no outro dia recebo uma carta a informar-me que o meu nome iria ser
incluído na “lista de devedores tributários para inclusão na internet”. Se
quisesse evitar que tal acontecesse, estava obrigado a “apresentar elementos”
que obstassem à inclusão na lista negra. Esta carta era oriunda do meu serviço
de finanças, o mesmo que está a gerir todo o processo e aceitou a minha caução.
Ou seja, o serviço de finanças que aceitou a minha caução exigiu que eu
informasse o serviço de finanças que aceitou a minha caução de que ele tinha
aceitado a minha caução. Porquê? Ora essa, por causa do “sistema informático”.
Vamos cá ver: convém haver limites para a estupidez e para o assédio fiscal. Eu
celebro efusivamente o aperto da malha tributária e a capacidade de pôr mais
gente a pagar impostos. Mas um sistema que só é inteligente para um dos lados é
aldrabão. Um aldrabão oficial, é certo. Mas um aldrabão, ainda assim
(Jornalista, colaborador do Publico, com a devida vénia)
Emprego público sobe em cargos de confiança política!!!
O balanço possível,
entre dezembro de 2011 e final de junho passado, do plano de emagrecimento da
função pública que marcou esta legislatura mostra que o Governo conseguiu
destruir 72.694 mil empregos em quase quatro anos. As Administrações Públicas
têm agora 654.600 postos de trabalho. É um corte expressivo de 10%.
Mas há diferentes
graus de impacto. De acordo com a Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP)
divulgada nesta quinta-feira, que faz o balanço até ao segundo trimestre, fica
claro que os cargos de confiança política (gabinetes ministeriais, estruturas
de missão, comissões de serviço, cargos políticos no sentido estrito, mandatos)
foram as únicas áreas que destoaram na razia, sobretudo ao nível da
Administração Central. O censo da Direção-Geral da Administração e do Emprego
Público, do Ministério das Finanças, diz que os gabinetes dos membros do
Governo ganharam 27 cargos (mais 2,8%), as estruturas de missão, ligadas, por
exemplo, ao arranque dos novos fundos europeus e preparação de projetos,
engordaram 140 empregos (mais 1,4%). Estas subidas comparam com o corte global
de 10% no emprego. Uma análise por vínculos (possível apenas desde final de
2012 por razões de comparabilidade) mostra que as comissões de serviço, cargos
políticos e mandatos perderam 851 empregos em termos totais, mas quando se
considera o universo do Governo central (Estado e serviços e fundos autónomos),
o número líquido de empregos criados foi de 274 (mais 2,9%). O total neste tipo
de cargos ronda os 9.691 empregos. A maior parte da subida (160 cargos)
aconteceu nas empresas e institutos públicos. Mas as nomeações caíram (-2.092)
no período em análise.
Reforma do Estado?
O grosso do
ajustamento foi suportado pelos contratados sem termo (-26.922) e a prazo
(-15.015). Nas profissões, os únicos reforços foram na magistratura. Portugal
ganhou 100 juízes face a 2011. Total agora: 3.905 magistrados. E nos médicos
(mais 2.175). Há mais médicos, mas devem faltar meios. Há menos 4.009 empregos
no ministério da Saúde comparativamente a dezembro de 2011. Nas empresas
públicas, onde estão classificados muitos dos hospitais, a redução de empregos
chega a 4.849 casos. No Ministério da Defesa há menos 5.218 cargos. E há
claramente menos militares: as Forças Armadas empregam menos 4.270. Mas a
grande razia é, sem dúvida, na Educação. O sistema público perdeu 22,5 mil
educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário. Total agora:
128.634. A destruição no sector foi, no entanto, maior. Há menos 31.646
profissionais na área. A diferença é facilmente explicada pelo afastamento de
dezenas de milhares de assistentes e auxiliares de educação. Fora do Governo
central, o maior contributo para o emagrecimento do sector público vem das
autarquias (menos 13.485 empregos, para um total de 110,6 mil). O grande
desbaste aconteceu nos municípios.
Menor agressividade
De uma forma geral,
percebe-se que o Governo tirou o pé do acelerador na redução de pessoal nas AP.
No final de 2012 e início de 2013, o corte no número de empregos chegou a
rondar 4% (variação homóloga). Atualmente está em 1,1%. Sem poder despedir, o
Governo apostou em esquemas de requalificação e de mobilidade especial (como o
anterior do PS, aliás) e em rescisões amigáveis. Mas a principal via de saída
tem sido sempre a da aposentação. Já o número de trabalhadores em situação de
mobilidade especial/requalificação está quase igual face há cerca de quatro
anos. São 1.220 pessoas ocupadas por esta via, mais 44 do que em dezembro de
2011.
Funcionários. Quem são
e quanto ganham
O emprego público está
concentrado na Educação e na Saúde. A maioria é do sexo feminino (59,1% do
total ou 386.765 mulheres). As classes profissionais dominantes são operários e
auxiliares (150.812) e professores (128.634). Também aqui as mulheres estão em
larga maioria. As Finanças dizem que a remuneração base média mensal dos
trabalhadores a tempo completo era, em abril 2015, 1.402,1 euros. Mais 6,7% em
termos homólogos por causa do "efeito das medidas de redução remuneratória
mais abrangentes vigentes entre janeiro e maio de 2014". Com suplementos,
o ganho médio sobe para 1.610,7 euros (fonte: Dinheiro Vivo)
O mundo visto de cima
Um grupo de fotógrafos russo, denominado AirPano, viaja pelo Planeta para retratar alguns dos mais conhecidos e deslumbrantes pedaços da Terra vistos de cima. Para tal, servem-se de helicópteros, aviões, balões de ar quente e utilizam, inclusive, drones. Entre os locais fotografados encontram-se o Central Park, em Nova Iorque, EUA, o Arco do Triunfo, em Paris, França, e o Westerdok Disctrict, em Amesterdão, Holanda, e o Dubai. Há também belezas naturais, como as Cataratas Ángel (Venezuela) e Iguaçu (Brasil e Argentina), ou o Rio San Juan, em Utah, nos Estados Unidos. No site da AirPano as imagens podem ser vistas em 360º, o que acrescenta uma nova perspectiva a uma natureza que, já por si, é inacreditável. O álbum tem mais de 2.000 fotos e mostra-nos cerca de 200 localizações de todo o mundo, incluindo o Polo Norte, a Fossa das Marianas ou a Antárctica.
1.Catartas Ángel, Venezuela
2.Arco do Triunfo, Paris
3.Dubai
4.Cataratas do Iguaçu
6.Westerdok Disctrict, Amesterdão
7.Central Park, Nova Iorque
8.Rio San Juan, Utah
9.Lago Bogoria, Quénia
10.Baia Halong, Vietname
11.Santorini, Grécia
12.Barcelona, Espanha
13.Jokusarlon, Islândia
14.Barcelona, Espanha
15.Catedral St. Basin, Moscovo (fonte: Green Savers)
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