sábado, 15 de agosto de 2015

O fato de Neil Armstrong precisa de dinheiro

Quarenta e seis anos depois da alunagem, o fato que Neil Armstrong usou nos primeiros passos em território lunar precisa de ajuda. Na qualidade de instituição pública, o Smithsonian’s National Air and Space Museum – onde estão guardados os objetos que marcam a exploração espacial e a história da aviação – precisa de patrocínios que colmatem 36% das necessidades que não são cobertas pelo governo norte-americano. E para tal, lançou uma campanha de recolha de fundos através da Kickstarter. De acordo com o El País, o fato de astronauta utilizado durante a missão Apollo XI é um dos que mais exige investimento. Ele tem de estar conservado numa câmara com condições de temperatura, humidade, pressão e luminosidade adequadas. E ainda assim não tem sido suficiente para manter o fato intacto, o que impossibilita o estudo por parte de investigadores e a visita de pessoas. No mês passado, o museu Smithsonian pediu 500 mil dólares aos participantes da Kickstarter. Deste valor, 100 mil seriam investidos exclusivamente no fato e o restante seria guardado para necessidades futuras. Um dos projetos em vista é fazer uma impressão 3D do fato original de Neil Armstrong para exposição. Até agora, o museu conseguiu recolher 700 mil dólares. Quem puder entregar pelo menos 9.500 dólares à campanha será convidado a estar presente na festa do 50º aniversário do Homem na Lua. A campanha acaba a 19 de agosto (Observador)

Astronauta diz que extraterrestres tentaram impedir guerra nuclear na Terra

O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar a Lua, disse numa entrevista ao jornal The Mirror que um povo extraterrestre se deslocou à Terra com o intuito de impedir uma guerra nuclear. Já há vários anos que o astronauta reformado, hoje com 84 anos, faz alegações sobre vida extraterrestre que nunca foram corroboradas pela NASA, para a qual trabalhou. Edgar Mitchell defende que falou com fontes do exército norte-americano, que disseram ter visto naves estranhas a sobrevoar as bases de mísseis e a zona de teste de armamento de White Sands. Mitchell já fala sobre a sua crença em extraterrestres desde que a sua alunagem o tornou numa figura pública.
"White Sands era uma zona de teste para armas atómicas", disse Edgar Mitchell ao jornal britânico The Mirror. "Era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Queriam conhecer as nossas capacidades militares. Pela minha experiência, a falar do assunto com pessoas, torna-se claro que os extraterrestres estavam a tentar impedir-nos de entrar em guerra, e ajudar a criar paz na Terra". Mitchell disse ao Mirror que falou com membros das forças armadas norte-americanas que lhe disseram que viam frequentemente OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). "Outros militares, em bases no Pacífico, disseram-me que os mísseis de teste deles eram abatidos por naves de extraterrestres", acrescentou Mitchell. Já em 2008, quando Mitchell fez alegações semelhantes numa entrevista, a NASA desmentiu que houvesse um programa de monitorização de extraterrestres ou um encobrimento de avistamentos e contacto com seres inteligentes de outros planetas. "O Dr. Mitchell é um grande americano, mas não partilhamos das suas opiniões neste assunto", disse a NASA, em comunicado. Edgar Mitchell, que alunou na missão Apolo 14 em 1971, tem hoje 84 anos. Há anos que Mitchell exprime o seu apoio para com a ideia de que os avistamentos de OVNIs têm realmente uma origem extraterrestre, e escreveu um livro acerca das suas aprendizagens acerca do misticismo e das teorias relacionadas com extraterrestres (DN-Lisboa)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Futebol: O pecado original de Eva

Conhecemos Eva Carneiro do tempo em que André Villas-Boas chegou ao Chelsea. Foi ele que a pôs a seu lado, no banco de suplentes, uma médica com pinta do sul da Europa para tratar de homenzarrões nascidos um pouco por todo o lado. André saiu, Eva foi ficando e, no entretanto, entraram e saíram Roberto Di Matteo e Rafa Benítez; e Eva continuou por lá quando José Mourinho regressou a casa. Resistiu ao tempo e às bocas de alguns adeptos e viu a Premier League e o Chelsea emitirem comunicados em sua defesa. Mas foi atacada por quem menos se esperava: Mourinho.
Este é o contexto:
O Chelsea empatou com o Swansea na primeira jornada (2-2) e Mourinho pôs as culpas no corpo clínico, que entrou no relvado para assistir Eden Hazard. O jogo estava a caminhar para o fim, o Chelsea jogava com dez (Courtois fora expulso) e a saída de Hazard deixou os londrinos com oito futebolistas de campo e Mourinho com um ataque de nervos - e de mau perder.
“Todos [os que trabalham com ele] têm de entender o jogo”, disse Mourinho. “Hazard não precisava de ser assistido, estava apenas cansado”.
Os ingleses apoiaram Eva e esta retribuiu-lhes nas redes sociais; e a retribuição de Mourinho foi um veto: a partir de agora, Eva não pode estar nos treinos nem nos jogos, nem sequer entrar no hotel durante os estágios. (O fisioterapeuta, John Fearn, passou pelos intervalos da chuva da fúria do português.)
Acontece que a razão está do lado de Eva e não do de Mourinho, porque há imagens que mostram o árbitro Michael Oliver a pedir a entrada dos médicos do Chelsea em duas ocasiões. Seguindo as regras da bola, quando o árbitro manda, o mandado obedece, à primeira e à segunda. E, segundo o General Medical Council, a Ordem dos britânicos, o médico “tem de agir rapidamente se julgar que o conforto, a segurança ou a dignidade do paciente está a ser comprometida”.
O raciocínio é simples e binário: Eva é médica, Mourinho não é. Sim e não.
Escreveu o mítico e influente Gary Lineker no Twitter: “Talvez me candidate para médico do Chelsea, visto que o candidato tem de perceber futebol. Não tenho a certeza se exigem conhecimentos médicos”.
Os médicos das equipas da Premier League reagiram em bloco, em comunicado: “Estamos preocupados que [Mourinho] acredite que o resultado é mais importante do que a saúde dos atletas”.
Eva Carneiro nunca foi de estar parada. Praticou equitação e dançou ballet, dois desportos que a anulavam porque um a deixava tensa para o segundo e o segundo demasiado flexível para o primeiro. E ambos lhe davam dores, que ela aligeirava com repouso, até que se perguntou se não podia fazer mais por ela do que o que andava a fazer.
Eva decidiu então que queria ser médica e de Gibraltar, onde nasceu, filha de pai espanhol e mãe britânica, seguiu para Notthingham, para estudar Medicina; e de Notthingham voou para a Austrália, e especializou-se em medicina desportiva.
O futebol chegou em 1998, quando viajou pelo México e viu o México-Brasil do Mundial de França no meio de brasileiros, numa tasca mexicana. Eva só queria aprender a ginga do samba mas acabou por ter uma epifania - o futuro dela passava pelo desporto-rei, o mundinho dos homens.
Mais tarde, numa outra viagem pelo Brasil, teve uma segunda epifania - no futuro, teria de lutar mais, porque este era um mundo de homens.
Está tudo numa entrevista à revista “Gibraltar”: “Ia num avião quando uma mulher entrou em trabalho de parto. Parecia que estava dentro de um filme, porque as hospedeiras perguntaram se havia algum médico a bordo. O meu português era péssimo e felizmente estava um médico lá. Fizemos os dois o parto.”
Nos jornais, escreveu-se que um médico e uma enfermeira tinham ajudado uma mulher a dar à luz num voo pelo Amazonas. “Detestei aquele estereótipo feminino”.
A partir daí, começou uma luta contra o sexismo e o preconceito e as ideias erradas que os homens têm sobre ela e sobre as suas pares.
Disse Eva numa palestra na Federação de futebol da Suécia no ano passado: “Em todos os programas televisivos com clínicos, a médica é sempre hipersexualizada. Ela desaparece com o Tom Cruise e é um final feliz. Ou então nem aparece. Ou então é lésbica.”

O pecado original de Eva é ser mulher (Expresso)

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Opinião: "A comunicação é política"

Um bom cartaz de propaganda eleitoral dificilmente fará ganhar umas eleições. Mas um mau cartaz pode contribuir, decisivamente, para comprometer as aspirações de um partido, quando uma corrida se disputa ombro a ombro.
Na política, todas as dimensões  da mensagem contam. Os discursos, os contactos cara-a-cara, as visitas, os cartazes, os anúncios  na televisão, as entrevistas,  os debates e os frente-a-frente.
Quando num destes planos, os partidos revelam desconformidades entre a narrativa apresentada  e a realidade, o preço a pagar  é o da confiança.
Evidentemente, os "detalhes" dos cartazes, aqueles que têm sido notícia este Verão, não vão pôr em risco a relação dos partidos com  os seus fiéis que irão, seguramente, desvalorizar o facto. Para estes, o que interessa é o essencial  da mensagem, aquilo que ela representa: o problema de muitos jovens que tiveram de emigar e o drama do desemprego que atinge uma larga fatia da população. Para os fiéis, isso é o mais importante e não tanto a história da Maria-que-está-desempregada que, afinal, não está; ou o caso do Zé-que-foi-obrigado-a-emigrar e que,  afinal, nunca saiu do país.
Para os indecisos, já pode não ser bem assim. Expostos a uma série  de mensagens políticas, cada  uma delas conta para formar a sua opinião. Ora, casos como estes, podem suscitar o problema da confiança que se traduz na resposta à pergunta: "Será que posso acreditar?". Esta variável -  a confiança, é fundamental no momento de formular a decisão  de voto.
É, portanto, sobretudo entre  os indecisos que os "detalhes" dos cartazes podem ter algum impacto e isso, é tanto mais importante, no actual momento político, quanto as sondagens mostram que essa fatia do eleitorado atinge valores  na ordem dos 20 a 25%.
É verdade que a intensidade  da campanha eleitoral, depois das curtas férias, vai agora aumentar bastante. E, provavelmente, daqui  a um mês, quando outros temas e outros casos mobilizarem a agenda dos media e dos políticos, serão poucos os que se lembram dos incidentes com uns cartazes, que  se verificaram nos idos de Agosto.
No entanto, estes casos são um primeiro aviso. Numa campanha  tão disputada, os erros, as falhas, as inverdades, as desconformidades narrativas, por mais pequenas  que sejam, poderão ganhar  uma dimensão inesperada.
A juntar a isto, há que contar, como nunca antes, com o impacto tremendo das redes sociais. As redes aceleram e amplificam os casos dando-lhes uma dimensão  tal que, muitas vezes, "parece  que o mundo vai acabar amanhã".
É evidente que o papel dos media é, justamente, fazer a ponderação  e estabelecer a diferença entre aquilo-que-é-verdadeiramente-importante e aquilo-que-é-apenas-mais-falado ou mais-comentado. Mas há histórias  que se tornam de tal modo avassaladoras nas redes sociais  que, por isso mesmo, é impossível escapar-lhes, sobretudo num ciclo informativo permanente, 24 sobre 24 horas.

Para os partidos, o desafio  de uma campanha é sempre extraordinário. Mas a comunicação política é demasiado importante para ficar exclusivamente nas mãos de publicitários. Por uma razão muito simples: a comunicação  é política (texto do jornalista da RTP, Vitor Gonçalves, no Económico, com a devida vénia)

Opinião de João Miguel Tavares (Público): "Eu e o fisco"

 Há algum tempo que venho a ser alvo de um novo tipo de delito, que tarda em ser reconhecido pela lei portuguesa: o assédio fiscal. O assédio fiscal consiste em receber quase todos os meses na minha caixa de correio electrónico — e às vezes na minha caixa de correio postal — uma acintosa mensagem das Finanças aconselhando-me a pagar dívidas em atraso, para evitar temíveis e abarbaradas “medidas de coerção”.
Tenho um velho conflito com o fisco relacionado com questões de direitos de autor e correspondentes benefícios fiscais. Tudo se resume ao facto de durante muitos anos eu desconhecer o talento da Autoridade Tributária na área da crítica literária. Mas esse talento existe, e não é pequeno — e após uma fina análise hermenêutica de algumas crónicas que lhe apresentei, a AT concluiu tristemente que a minha prosa estava carente de “efeito estético” e que se mostrava incapaz de proporcionar “uma sensação de prazer e emoção no receptor”. Pior: como se já não bastasse a acusação de impotência literária, tal inépcia traduzia-se na necessidade de devolver uns bons milhares de euros ao fisco.
Quando recebi tão lutuosa notícia passei mal durante várias semanas, porque por muita força psicológica que uma pessoa tenha não é fácil esmoer uma acusação de incapacidade para produzir “sensações de prazer”, mesmo que oriunda do ministério das Finanças. Mas assim que me recompus do trauma, avancei para tribunal contra o Estado, onde ainda aguardo atendimento (já lá vão três anos e nem sequer cheguei à primeira instância). Claro está que, tendo em conta a bonita prática de inversão do ónus da prova em matéria fiscal, fiz aquilo a que a lei obriga: apresentei caução do valor em dívida acrescido de 25%. E aguardo, paciente e esperançado, que a justiça possa restituir a minha honra e a minha voluptuosidade.
Infelizmente, o fisco não compartilha desta paciência, e continuo a receber com regularidade os já clássicos mails “Dívidas fiscais — recomendação de pagamento”. E logo em dose dupla, porque apesar de a minha mulher não ter nada a ver com o assunto, tem o azar de estar casada comigo, e apanha por tabela. Já pedi aos senhores do fisco para pararem com isso, explicando-lhes que o processo está em tribunal, que apresentei uma caução que eles próprios aceitaram, que os mails são irritantes, que a minha mulher é inocente. Mas eles não param. É “o sistema informático”, dizem. O sistema informático das Finanças é um predador fiscal.

Mais: o sistema informático é profundamente imbecil. Porque, como se já não bastassem os mails, eis que no outro dia recebo uma carta a informar-me que o meu nome iria ser incluído na “lista de devedores tributários para inclusão na internet”. Se quisesse evitar que tal acontecesse, estava obrigado a “apresentar elementos” que obstassem à inclusão na lista negra. Esta carta era oriunda do meu serviço de finanças, o mesmo que está a gerir todo o processo e aceitou a minha caução. Ou seja, o serviço de finanças que aceitou a minha caução exigiu que eu informasse o serviço de finanças que aceitou a minha caução de que ele tinha aceitado a minha caução. Porquê? Ora essa, por causa do “sistema informático”. Vamos cá ver: convém haver limites para a estupidez e para o assédio fiscal. Eu celebro efusivamente o aperto da malha tributária e a capacidade de pôr mais gente a pagar impostos. Mas um sistema que só é inteligente para um dos lados é aldrabão. Um aldrabão oficial, é certo. Mas um aldrabão, ainda assim (Jornalista, colaborador do Publico, com a devida vénia)

Emprego público sobe em cargos de confiança política!!!

O balanço possível, entre dezembro de 2011 e final de junho passado, do plano de emagrecimento da função pública que marcou esta legislatura mostra que o Governo conseguiu destruir 72.694 mil empregos em quase quatro anos. As Administrações Públicas têm agora 654.600 postos de trabalho. É um corte expressivo de 10%.
Mas há diferentes graus de impacto. De acordo com a Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP) divulgada nesta quinta-feira, que faz o balanço até ao segundo trimestre, fica claro que os cargos de confiança política (gabinetes ministeriais, estruturas de missão, comissões de serviço, cargos políticos no sentido estrito, mandatos) foram as únicas áreas que destoaram na razia, sobretudo ao nível da Administração Central. O censo da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público, do Ministério das Finanças, diz que os gabinetes dos membros do Governo ganharam 27 cargos (mais 2,8%), as estruturas de missão, ligadas, por exemplo, ao arranque dos novos fundos europeus e preparação de projetos, engordaram 140 empregos (mais 1,4%). Estas subidas comparam com o corte global de 10% no emprego. Uma análise por vínculos (possível apenas desde final de 2012 por razões de comparabilidade) mostra que as comissões de serviço, cargos políticos e mandatos perderam 851 empregos em termos totais, mas quando se considera o universo do Governo central (Estado e serviços e fundos autónomos), o número líquido de empregos criados foi de 274 (mais 2,9%). O total neste tipo de cargos ronda os 9.691 empregos. A maior parte da subida (160 cargos) aconteceu nas empresas e institutos públicos. Mas as nomeações caíram (-2.092) no período em análise.
Reforma do Estado?
O grosso do ajustamento foi suportado pelos contratados sem termo (-26.922) e a prazo (-15.015). Nas profissões, os únicos reforços foram na magistratura. Portugal ganhou 100 juízes face a 2011. Total agora: 3.905 magistrados. E nos médicos (mais 2.175). Há mais médicos, mas devem faltar meios. Há menos 4.009 empregos no ministério da Saúde comparativamente a dezembro de 2011. Nas empresas públicas, onde estão classificados muitos dos hospitais, a redução de empregos chega a 4.849 casos. No Ministério da Defesa há menos 5.218 cargos. E há claramente menos militares: as Forças Armadas empregam menos 4.270. Mas a grande razia é, sem dúvida, na Educação. O sistema público perdeu 22,5 mil educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário. Total agora: 128.634. A destruição no sector foi, no entanto, maior. Há menos 31.646 profissionais na área. A diferença é facilmente explicada pelo afastamento de dezenas de milhares de assistentes e auxiliares de educação. Fora do Governo central, o maior contributo para o emagrecimento do sector público vem das autarquias (menos 13.485 empregos, para um total de 110,6 mil). O grande desbaste aconteceu nos municípios.
Menor agressividade
De uma forma geral, percebe-se que o Governo tirou o pé do acelerador na redução de pessoal nas AP. No final de 2012 e início de 2013, o corte no número de empregos chegou a rondar 4% (variação homóloga). Atualmente está em 1,1%. Sem poder despedir, o Governo apostou em esquemas de requalificação e de mobilidade especial (como o anterior do PS, aliás) e em rescisões amigáveis. Mas a principal via de saída tem sido sempre a da aposentação. Já o número de trabalhadores em situação de mobilidade especial/requalificação está quase igual face há cerca de quatro anos. São 1.220 pessoas ocupadas por esta via, mais 44 do que em dezembro de 2011.
Funcionários. Quem são e quanto ganham

O emprego público está concentrado na Educação e na Saúde. A maioria é do sexo feminino (59,1% do total ou 386.765 mulheres). As classes profissionais dominantes são operários e auxiliares (150.812) e professores (128.634). Também aqui as mulheres estão em larga maioria. As Finanças dizem que a remuneração base média mensal dos trabalhadores a tempo completo era, em abril 2015, 1.402,1 euros. Mais 6,7% em termos homólogos por causa do "efeito das medidas de redução remuneratória mais abrangentes vigentes entre janeiro e maio de 2014". Com suplementos, o ganho médio sobe para 1.610,7 euros (fonte: Dinheiro  Vivo)

O mundo visto de cima

Um grupo de fotógrafos russo, denominado AirPano, viaja pelo Planeta para retratar alguns dos mais conhecidos e deslumbrantes pedaços da Terra vistos de cima. Para tal, servem-se de helicópteros, aviões, balões de ar quente e utilizam, inclusive, drones. Entre os locais fotografados encontram-se o Central Park, em Nova Iorque, EUA, o Arco do Triunfo, em Paris, França, e o Westerdok Disctrict, em Amesterdão, Holanda, e o Dubai. Há também belezas naturais, como as Cataratas Ángel (Venezuela) e Iguaçu (Brasil e Argentina), ou o Rio San Juan, em Utah, nos Estados Unidos. No site da AirPano as imagens podem ser vistas em 360º, o que acrescenta uma nova perspectiva a uma natureza que, já por si, é inacreditável. O álbum tem mais de 2.000 fotos e mostra-nos cerca de 200 localizações de todo o mundo, incluindo o Polo Norte, a Fossa das Marianas ou a Antárctica.
1.Catartas Ángel, Venezuela
2.Arco do Triunfo, Paris
3.Dubai
4.Cataratas do Iguaçu
6.Westerdok Disctrict, Amesterdão
7.Central Park, Nova Iorque
8.Rio San Juan, Utah
9.Lago Bogoria, Quénia
10.Baia Halong, Vietname
11.Santorini, Grécia
12.Barcelona, Espanha
13.Jokusarlon, Islândia
14.Barcelona, Espanha
15.Catedral St. Basin, Moscovo (fonte: Green Savers)