Ciertas redes sociales incluye en sus términos de uso una serie de protocolos y restricciones para acceder a la plataforma. Algunas, incluso, prohibe el ingreso de menores de edad. Pero internet lo ha cambiado todo. Y muchos niños y adolescentes, por su inocencia, desconocen algunos de los riesgos a los que se enfrentan como internautas. Coby Persin, un joven «youtuber», cuyo canal en la plataforma de vídeos YouTube suma más de un millón de suscriptores, ha relatado en un vídeo algunas situaciones y peligros que se dan por fiarse de desconocidos a pesar de conocerlos, previamente, en redes sociales como Facebook. ¿Alguien dejó entrar en casa a un extraño que conoció en esta como en otras plataformas sociales? Estas son algunas de las preguntas a las que este joven de 21 años ha intentado contestar en este vídeo de YouTube. Para llevar a cabo su iniciativa y tratar de concienciar a las personas como fin último, Persin se creó un perfil falso en Facebook. Se hizo llamar Jason Biazzo, de unos 15 años, cuya foto utilizada se trataba de un joven apuesto y guapo. La imagen real pertenece a un amigo suyo, Effy Levy, que dio persmiso para realizar este vídeo. Luego, con el permiso de los padres se puso en contacto con tres chicas adolescentes para comprobar hasta dónde podían llegar para conocerse. Y lo hizo, y algunas conclusiones de este «experimento social» dan buena muestra de los hábitos de muchos usuarios. En el vídeo colgado en YouTube, titulado «Los peligros de los medios sociales», ha tenido más de 18 millones de reproducciones solo en sus primeros tres días -en el momento en que se ha redactado esta información-. Grabado a distancia, Persin va relatando la historia de tres chicas de 12, 13 y 14 años -que cayeron en la trampa- para poner de relieve la existencia en internet de pedófilos, pederastas e, incluso, secuestradores que intentan engañar, sobre todo, a chicas jóvenes. «En Estados Unidos se estiman más de 750.000 depredadores sexuales. Mangentan a sus hijos seguros», recomienda este «youtuber»,quien ha adelantado que próximamente colgará en YouTube la segunda parte de este vídeo (ABC)
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Bastidores: O valor das investigações jornalísticas
A investigação
judicial que corre no Brasil sobre Inácio Lula da Silva demonstra que os
jornalistas continuam a ter um papel importante na sociedade. O processo em
curso nasceu de uma recolha que a justiça brasileira fez de reportagens publicadas
na imprensa sobre a relação do ex-Presidente com a Odebrecht. Entre elas, havia
um artigo da revista Veja sobre o sobrinho de Lula da Silva, Taiguara Rodrigues
dos Santos, que enriqueceu a fazer negócios em Angola e Cuba. A SÁBADO seguiu a
pista e confirmou que a empresa deste foi contratada pela Odebrecht. Mas
descobriu mais, algo que até agora ninguém sabia: a maioria do capital da
empresa de Taiguara Rodrigues dos Santos (51%) pertence ao grupo português
Exergia. Toda a história, para ler nas págs. 54 e 55 da revista SÁBADO de 12 de
Agosto.
Os direitos de um
ministro
Em Portugal, aconteceu
o mesmo com a investigação da SÁBADO às obras realizadas nas casas dos
ministros António Pires de Lima e Maria Luís Albuquerque. O primeiro texto foi
publicado a 4 de Dezembro de 2014, seguido de uma entrevista a um funcionário
da Câmara de Cascais, que adensou as suspeitas com acusações directas. As
autoridades decidiram, então, abrir uma investigação, o que a SÁBADO noticiou a
12 de Março, com o título Câmara de Cascais já é caso de polícia. É esse o
texto que motiva o direito de resposta de Maria Luís Albuquerque, que referimos
na capa e publicamos na pág. 52, por determinação da Entidade Reguladora para a
Comunicação Social. O primeiro pedido da ministra para que isso acontecesse
chegou por email, enviado por um assessor, ao qual se seguiram três cartas,
todas escritas e enviadas em folhas e envelopes timbrados do Ministério das
Finanças (na foto em baixo). Sobre o envolvimento no caso nunca a SÁBADO teceu
qualquer juízo, mas já o facto de um ministro usar meios públicos para tratar
uma questão pessoal é um comportamento que não podemos deixar de censurar. Por
fim, esclarecer os nossos leitores que a lei impede a revista e o autor do
texto de comentarem o direito de resposta, mas a SÁBADO vai evidentemente
continuar a investigar e a noticiar os desenvolvimentos do caso.
Viajar pelos ares à
boleia
Rita Pedras ainda está
a dar os primeiros passos para ser jornalista. Em terra, porque voar não é do
que mais gosta. Ainda assim, superou o medo e aceitou fazer uma reportagem
sobre o novo serviço que permite ir à boleia numa avioneta. Já no ar, aventurou
-se a pilotar por alguns segundos e aprendeu que todos os aviões portugueses –
incluindo os da TAP – se identificam por "Charlie-Sierra" (CS) e que
a comunicação com os pilotos espanhóis é tudo menos fácil. Nos aeródromos até
há afixados apelos para que tentem usar o "portunhol", de outra forma
ninguém os entende (texto do jornalista Rui Hortelão da Sábado)
Uma crónica de jornal é uma obra de arte ou um serviço? O Fisco decide...
Muitos cronistas e colunistas têm processos fiscais entre mãos porque o Fisco não está a aplicar o benefício fiscal - que reduz o IRS a pagar - aos rendimentos ganhos através dos artigos escritos em jornais. O Fisco baseia-se num acórdão de 2012 do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que considera que os rendimentos ganhos com aqueles artigos não podem beneficiar daquele incentivo. O cronista Henrique Raposo é um dos afectados: este ano recebeu uma carta das Finanças com uma correcção do valor de IRS a pagar. "Tive de entregar tudo o que escrevi em 2014 no Expresso, na revista Ler e os contratos de duas editoras para decidirem o que é digno de propriedade intelectual", afirmou em declarações ao Diário Económico. "É um processo ridículo, parece que estou dentro de Kafka", rematou. "Não pode ser um burocrata das Finanças a dizer o que é literário ou não, até porque é um desrespeito pelos jornais: as crónicas que saem nos jornais não têm, para o Fisco interesse literário, mas se as compilar num livro, já têm", acrescenta.
João Miguel Tavares expôs também o seu caso aproveitado a sua crónica de ontem no Público. No texto afirma que recebeu uma carta do Fisco a recusar o benefício fiscal, segundo a qual a sua obra não tinha "efeito estético" e mostrava-se "incapaz de proporcionar uma sensação de prazer e emoção no receptor". Ao Diário Económico, o cronista explicou que o conflito já é antigo e que "há muitas incongruências e coisas que se compreendem mal, porque parecem ser uma questão de gramagem" do papel onde os textos são publicados. "Escrevi um conjunto de crónicas sobre a família que deram origem a dois livros e quando é livro é aceite pelo Fisco e quando é no jornal, não.", afirma.
Em causa está o benefício fiscal atribuído aos rendimentos provenientes de propriedade literária, artística e científica. Para o cálculo do IRS considera-se apenas a metade daqueles rendimentos, sendo que a isenção tem um limite de dez mil euros.
Podem os artigos de jornal ser considerados obras literárias, artísticas e científicas? Questionado o Ministério das Finanças, cita o acórdão do STA, que diz que "em regra, porque não são criadas nem apreciadas como arte, não podem ter-se como obras literárias as crónicas publicadas num jornal, pelo que os rendimentos auferidos pela sua autoria não podem beneficiar" do incentivo existente.
Apesar deste acórdão, a questão não é pacífica entre os especialistas ouvidos pelo Económico.
O advogado especialista em propriedade intelectual, Manuel Lopes Rocha, defende que aqueles artigos devem ser considerados propriedade literária. "Não pode ser o Fisco a utilizar critérios estéticos, tem de seguir-se pela definição do código da propriedade intelectual e dos direitos conexos", defende. "Uma obra do compositor Philip Glass tem direitos de autor, mas uma música do Marco Paulo também tem", exemplifica. Ou como o escritor Mario Vargas Llosa que escreve romances e escreve também reportagens para o El Pais. "Se estivesse em Portugal, o Fisco considerava a isenção para os livros, mas não para as reportagens nos jornais", aponta. Esta interpretação do Fisco "é proibida porque não respeita o código dos direitos de autor, nem as convenções internacionais de que Portugal faz parte nem a Constituição".
No sentido oposto, Nuno Oliveira Garcia adianta que esta "é uma luta antiga", mas considera que "a actuação do Fisco não está dogmaticamente incorrecta". "O que tem de se distinguir é se se trata de uma prestação de serviços ou uma obra de autor", diz. Para o fiscalista, quando se cria algo imaterial podem ocorrer duas situações: ou se aliena a totalidade - e aí não é considerado direito de autor - ou pode licenciar-se ou ceder-se para que outros possam explorar como acontece com as editoras e isso sim, já são considerados direitos de autor.
Ora, no caso de um jornal, há uma alienação, explica o fiscalista, pelo que não deve ser considerada propriedade literária. Nuno Oliveira Garcia considera também que depende do contrato que os autores têm. Se estiver estipulado que se trata de criação literária, o Fisco tem de considerar propriedade literária e o benefício fiscal.
"A AT tem uma posição minimalista, mas que vai em linha de conta do que se entende por propriedade intelectual e pede, muitas vezes, os contratos", adianta (texto da jornalista Paula Cravina de Sousa do Expresso)
PSD/CDS: licença para uso de figurantes foi obtida já cartazes estavam nas ruas
A Shutterstock, empresa à qual as imagens foram compradas, revela que a licença que permite o uso para fins políticos dos figurantes dos cartazes da coligação só foi obtida ao fim do dia de quarta-feira. A licença que permite o uso para fins políticos dos figurantes dos cartazes da coligação PSD/CDS-PP só foi obtida ao fim do dia de quarta-feira, revelou hoje à Lusa a empresa Shutterstock, à qual as imagens foram compradas.
"A licença destas imagens foi resolvida ao fim do dia de quarta-feira [...] com a compra de uma licença Premier da Shutterstock, a qual permite o uso de imagens num contexto político", informou fonte do gabinete de imprensa da empresa que detém as imagens. A empresa prestou este esclarecimento numa resposta escrita enviada à agência Lusa e depois de lhe serem enviadas as imagens usadas nos cartazes da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP). Desde o início da semana que a utilização de figurantes estrangeiros em cartazes da coligação tem sido tema nas redes sociais e na imprensa. Os quatro cartazes da coligação que utilizam quatro figurantes adultos estrangeiros chegaram há poucos dias às ruas e têm associadas frases como "crescimento do turismo", "recuperação da confiança, das empresas e dos consumidores", "recorde nas exportações" e "aumento do investimento e do emprego". A mesma fonte explicou que até à obtenção desta licença era "estritamente proibido o uso do conteúdo [do banco de imagens] num contexto político", nomeadamente promoção, publicidade, ou apoio a qualquer candidato ou político eleito. A Lusa tentou hoje obter uma explicação do PSD sobre a questão mas fonte do partido disse que os esclarecimentos já tinham sido prestados na quarta-feira. A Lusa também contactou o CDS-PP mas a fonte do partido esteve indisponível ao fim do dia de hoje. Questionado por jornalistas na quarta-feira sobre se os cartazes de campanha da coligação Portugal à Frente para as eleições legislativas de 4 de outubro seriam retirados das ruas, o vice-presidente Carlos Carreiras respondeu: vincando que há "uma preocupação muito grande a nível da racionalização, ou seja, dos gastos de campanha".
"Recorrer a bancos de imagens é uma situação que já foi feita no passado" e que "é uma prática normal quando estamos a falar também de racionalização de meios financeiros", como uma "redução na ordem dos 40%" nos gastos em relação a outras legislativas, afirmou.
Questionado se não seria desrespeitoso para os eleitores serem estrangeiros a representar o PSD, o dirigente sublinhou que o "PSD já demonstrou que mesmo quando teve que tomar medidas que não são propriamente medidas populares, mas que eram absolutamente fundamentais para o país, sempre teve em conta o respeito que todos os portugueses nos merecem". O gabinete de imprensa da Shutterstock assegurou ainda, numa primeira resposta enviada à Lusa, que a empresa "investiga todas as alegações de uso indevido de licença em nome dos seus colaboradores e age em conformidade", nomeadamente entrando em contato com os clientes para resolver o problema, pondo dessa forma fim à utilização inapropriada. "As nossas ações incluem, mas não se limitam a isso, ao contacto imediato com os clientes ou terceiros acusados de usar indevidamente os conteúdos, resolvendo o problema e pondo fim ao uso indevido", escreve fonte do gabinete de imprensa da empresa (Lusa)
A voar parado. tufão levanta Boeing 747 estacionado no aeroporto
Durante o fim de semana Taiwan foi assolada por um tufão e o Governo estima que 21 pessoas tenham morrido. Vários edifícios colapsaram e millhões de pessoas ficaram sem energia. A força do tufão pode ser percebida no video publicado no YouTube onde se vê um avião Boeing 747 a ser levantado pela força do vento. Segundo o site australiano News, os ventos atingiram velocidades de 290km/h. O avião vazio pesa 170 toneladas. Para ter uma ideia do que isto significa, saiba que um elefante pesa cerca de seis toneladas e a baleia azul, maior animal do mundo, pesa 200 toneladas. Mas nenhum destes animais tem asas aerodinamicamente desenhadas para criar sustentação... (DN-Lisboa)
Três desportivos, a mesma manchete: dois diretores explicam como aconteceu o “Aí está Jiménez”
O caso merece
reflexão: três jornais concorrentes chegaram às bancas indiferenciados no seu
espaço mais nobre - a manchete. Vítor Serpa e António Magalhães refletem sobre
as causas e revelam que já houve encontros entre ambos para evitar que estas
situações se repitam no futuro. Como é que três jornais diferentes e
concorrentes entre si chegam às bancas com a mesma manchete, palavra por
palavra? “Infelizmente não é assim tão invulgar”, observa o diretor do
“Record”. António Magalhães defende que a manchete repetida pode ser
justificada pelo facto de “a chegada de Jiménez a Lisboa se ter confirmado já
muito tarde, pouco tempo antes da hora do fecho da edição, e pela pressão de
publicar a notícia”.
Já Vítor Serpa,
diretor de “A Bola”, encara a situação com “um misto de fairplay” e “de
deceção”. E logo completa a ideia: “Significa que os jornais não foram capazes
de criar uma ideia original”. O jornalista considera que esta é uma realidade
mais comum “desde que os jornais se aproximaram de ‘A Bola’ a nível gráfico,
algo que é inevitável pelo facto de, por exemplo, muitos jornalistas do
‘Record’ terem feito 'escola' aqui”. E acrescenta que o estudo gráfico do seu
jornal “tem mais de 10 anos”, sendo assim normal que os outros tendam a
imitá-lo. O diretor de “A Bola” concorda com o seu homólogo do “Record” sobre a
escolha feita pelos três desportivos com edição diária em Portugal: a notícia
da chegada a Lisboa do novo avançado mexicano do Benfica era “incontornável”. E
realça que o facto de todos terem usado as mesmas palavras decorre também do
estilo de grafismo utilizado: “É muito semelhante nos três jornais e obriga a
um determinado tipo de título, de escrita”, aumentando assim a probabilidade de
repetições. Serpa refere que este caso não é único. Recorda que recentemente
houve um caso idêntico na imprensa espanhola, com “quatro jornais desportivos
com a mesma manchete”, e lembra-se de que em Portugal também aconteceu o mesmo
“com dois generalistas”.
AVISAR O OUTRO
Haverá então forma de
os jornais evitarem estas coincidências? António Magalhães pensa que sim, que
algo poderia ser feito - em casos específicos, avisar os outros jornais sobre o
título escolhido. “Já várias vezes falámos do assunto entre nós, de forma a
evitar esta situação, mas nunca chegámos a um entendimento”. E diz que o jornal
que dirige tudo faz para que estas repetições não aconteçam: “Fazemos sempre um
esforço acrescido, tentando prever qual será o título que a concorrência usará,
para fazermos diferente”. Já Vítor Serpa é mais pragmático, afirmando que as
repetições são “inevitáveis”, o que se explica também pelo facto de os jornais
terem abandonado o estilo broadsheet [formato de maior dimensão], o que
“diminui o jogo de criatividade”. Tal como Magalhães, Serpa confirma os
encontros com “Record” para que pudessem comunicar e evitar situações como a de
terça-feira... “Mas não é fácil”, concede. “A ideia partiu do António, falámos
entre nós, ficou no ar mas não avançou... está em aberto”, diz. E avança que
para evitar repetições e “fugir do que é feito nos outros jornais”, “A Bola”
deverá “fazer uma evolução gráfica”.
“O LEITOR ESQUECE
RAPIDAMENTE”
Aqui chegados, poderá
falar-se em padronização e estandardização jornalística? O diretor do “Record”
não vai por aí e diz que não se pode colocar o assunto nesses termos: “Acho que
não. Acho até que somos bastantes criativos, mas a verdade é que os temas
muitas vezes não fogem ao dia a dia dos três grandes e, portanto, as
coincidências podem acontecer.” Para este jornalista, as repetições estão mais
relacionadas “com a força das manchetes e com a matriz das mesmas: mensagens
mais claras e curtas, com menos letras”, o que necessariamente faz com que seja
“preciso ser mais criativo”. O que nem sempre é fácil, sobretudo pela pressão
do fecho: “Mas, claro, o tempo por vezes é curto e acontecem estas
coincidências.” Uma provocação do Expresso: e será que falar um pouco menos de
futebol e privilegiar o que acontece noutros desportos não ajudaria a evitar estas
repetições? “Fechávamos num mês”, responde de imediato Vítor Serpa. António
Magalhães também alinha nesta ideia: “Não podem ser ignorados os interesses
comerciais e o impacto que o futebol tem nas pessoas. Por muito que queiramos,
uma noticia sobre uma vitória do FC Porto, Benfica ou Sporting vende muito mais
do que o triunfo de um ciclista português no estrangeiro”, por exemplo.
Colocando-se na posição de leitor, o diretor do “Record” considera que a reação
sentida pela repetição de manchetes “não é negativa”, porque cada vez mais os
leitores “fidelizam-se a um determinado jornal”. Mas concede que os
consumidores “reparem nas repetições e as encarem como uma coincidência, eles
próprios conscientes de que se trata de uma notícia do mercado de transferências
e da chegada de um novo jogador” a um dos grandes. Também Vítor Serpa
desdramatiza e conclui: “O leitor esquece rapidamente. A tragédia e a glória
nos jornais diários são muito efémeras”. O Expresso tentou falar com o diretor
de “O Jogo”, mas sem sucesso (Expresso)
Liga de Futebol quer jornalistas a usar coletes com publicidade, CNID e sindicato contestam
A Associação dos Jornalistas de Desporto (CNID) manifestou-se esta quinta-feira, em comunicado, contra a utilização de publicidade nos coletes para jornalistas em competições organizadas pela Liga de Clubes de futebol. O CNID aconselha mesmo os seus associados a continuar a utilizar o atual colete único, acordado em 2007 entre o CNID e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, a que depois aderiram vários organismos do desporto, entre os quais o COP e as maiores federações desportivas. Para a nova época, a Liga pretende que se passe a utilizar coletes para cada competição por si organizada em que constam menções publicitárias, o que também já foi contestado pelo Sindicato dos Jornalistas, que defende que tal corresponderia a uma violação do Código Deontológico. O CNID relembra agora que a criação do colete único foi justamente a "forma encontrada para ultrapassar a inserção de publicidade nos coletes até então utilizados e que viola de forma clara o estatuto do jornalista, proibindo-o de ser um veiculo publicitário". "Sem prejuízo das ações legais que o CNID se propõe desencadear, aconselhamos os nossos associados a continuarem a utilizar o colete do CNID em todas as competições. Se lhes for dificultada a entrada, recomendamos que nos novos coletes seja tapada toda a publicidade, como já foi feito no passado", adianta ainda a Associação de Jornalistas de Desporto (Expresso)
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