quinta-feira, 30 de julho de 2015

El esquiador contra el piloto de ‘rallies’:Quién llegará antes a la meta?

Son dos de los deportistas más célebres de Noruega. El piloto Andreas Mikkelsen compite en el campeonato mundial de rallies, el esquiador Aksel Lund Svindal sabe lo que es ganar una medalla de oro olímpica para su país. El pasado mes, a petición de sus patrocinadores, ambos subieron hasta lo alto de la carretera de Lysevegen, conocida por sus curvas cerradas y todavía con grandes bancos de nieve en sus márgenes. El reto estaba echado: ¿Quién llegaría antes a la falda de la montaña? La respuesta está en el vídeo que se ha hecho público ahora y que muestra, entre otras cosas, un espectacular salto de Svindal sobre el coche de Mikkelsen (El Pais)


Esta modelo cuenta lo que pasa en la cabina del piloto durante un vuelo trasatlántico

La cantante y modelo británica Chloe Khan –también conocida por su nombre artístico, Chloe Mafia– ha revelado al tabloide británico Daily Star que un piloto de Kuwait Airways, que se hacía llamar naughty pilot (algo así como “piloto travieso”), invitó a ella y a una amiga a viajar en la cabina, mientras fumaba y les ofrecía champán. El piloto, que cubría la ruta de Londres a Nueva York, pidió a una azafata que llevara a Khan y a su amiga a la cabina tan pronto se hubiesen apagado las luces de los cinturones de seguridad, algo totalmente prohibido por los protocolos de seguridad impuestos tras los atentados del 11-S. Cuando Khan le preguntó si se podía estar en la cabina y beber y fumar junto al comandante este les dijo que allí él ponía las reglas y que la gente era demasiado quisquillosa. Nos enseñó qué hacía cada botón y nos dijo que nos podíamos sentar en sus rodillas, ponernos su gorra de comandante y pilotar el avión Tras invitarlas a la cabina, el piloto cerró la puerta, pidió la bebida, y empezó a presumir de que era miembro del Mile High Club, el supuesto club formado por aquellas personas que han practicado sexo a bordo de un avión. En su corbata llevaba un broche con el escudo de la selecta (y ficticia) asociación. Entonces le ofreció a las chicas “pilotar” el avión.
“Nos enseñó qué hacía cada botón y nos dijo que nos podíamos sentar en sus rodillas, ponernos su gorra de comandante y pilotar el avión”, narra Khan en Daily Star. “Apreté algo. No sé qué hizo, pero él aseguraba que no pasaba nada porque el avión funciona solo. Era un cerdo total. Nos decía que eramos muy sexys y nos pedía que le llamáramos 'travieso'”. Durante varias horas el piloto entretuvo a las chicas cantando canciones como Hakuna Matata, de El Rey León o Un-break My Heart, el éxito de Toni Braxton. Pasado un rato, la cosa se empezó a calentar. “No estaba bebiendo mucho y cuando me preguntó por qué le dije que me estaba recuperando de una operación de mis pechos”, explica Khan. “Entonces me preguntó si podía verlos pero estaban vendados así que le dije que no”.
Mientras el comandante presumía de haberse acostado con la mitad de las azafatas, el copiloto se mantenía al margen de todo lo que ocurría, haciendo como si no estuviera pasando nada. “Por suerte parecía más concentrado en pilotar”, asegura Khan.
Un piloto en apuros
Aunque la modelo reconoce que los pilotos no bebieron en todo el trayecto, el capitán se fumó 40 cigarrillos en el transcurso del viaje, algo que también está prohibido desde 2007, y que, unido a la importante brecha de seguridad que implica dejar entrar a los pasajeros en la cabina, podría costarle más de un disgusto laboral. “Esto no es algo que debiera pasar”, asegura en el Daily Star el experto en aviación Chris Yates. “Los pilotos no pueden dejar que gente sin autorización acceda a la cabina. Hacerlo pone a los pasajeros en riesgo”. Tampoco es que Khan pueda presumir de un comportamiento ejemplar. La modelo se hizo conocida en Reino Unido tras ser expulsada del proceso de selección de Factor X por consumir cocaína y presumir ante las cámaras de cobrar 160 libras la hora como prostituta. Hoy dirige Speartmint Rhino, una cadena de clubs de striptease propiedad de su marido, el multimillonario John Gray (El Confidencial)


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Humor: Narizes

fonte: Expresso

Santos Silva responde a Sérgio Figueiredo: “O ayatollah de Barcarena”

Augusto Santos Silva respondeu ao artigo de opinião que o diretor de informação da TVI publicou na segunda-feira no Diário de Notícias (DN). O ex-ministro socialista diz que o artigo “roça inúmeras vezes a boçalidade, está cheio de erros e mentiras”, mas que isso não quer dizer que entenda que Sérgio Figueiredo deva ser afastado das colunas do DN, porque essa é a “essência da liberdade de expressão”. Esta é a essência da liberdade de expressão: ter direito a ela mesmo quando se parece mal-educado, ofensivo, inconveniente ou excessivo”, escreveu o ex-comentador do programa “Os porquês da política” na edição desta quarta-feira do DN. Em causa está o final do espaço de comentário que detinha na TVI 24. A polémica começou há um mês com um post no Facebook, onde Augusto Santos Silva questionou “porque estaria a ser tão maltratado na estação que lhe dava guarida”, mas a conversa já vai longa com palavras como “censura” e “cobardia” pelo meio. Na edição de hoje do DN, chega a expressão “comportamento reles”, num artigo intitulado “O ayatollah de Barcarena”. Ayatollah é o líder religioso xiita.
Na resposta desta quarta-feira, Santos Silva explica que publicou o post no Facebook antes de ter recebido a resposta ao email privado que enviou ao diretor de informação da TVI, onde este se mostrava disponível para conversarem pessoalmente sobre o que incomodava o ex-ministro. Seis dias depois, recebeu a mensagem que preanunciava a rescisão do programa, antes de terem conversado em privado. A razão do meu afastamento da TVI24 não é, pois, nenhuma deslealdade. É punição por suposto delito de opinião. Suposto, sim. Primeiro, eu devo explicações aos meus espetadores”, escreve.
É com esta “explicação aos espetadores” que Santos Silva justifica os posts públicos, onde escreveu que “a TVI já estará farta de comentadores inscritos em partidos políticos e, como já lá tem fartura que chegue de inscritos no PSD, não precisa de um inscrito no PS, (…) porque eu digo disparates e ninguém me vê (…), ou porque a minha voz se está a tornar muito incómoda neste clima de sufoco que vivemos”. Sérgio Figueiredo reagiu, após um mês de silêncio, para dizer que o ex-ministro de José Sócrates não voltou à TVI24 “por ser malcriado” e “não porque a sua voz é incómoda”. E publica o conteúdo do email que lhe enviou, onde dizia que “a TVI não quer livrar-se do seu comentador Augusto Santos Silva, não equaciona rescindir o contrato de prestação de serviços e terá muito gosto e empenho em até renová-lo para o próximo ano”.
O ex-comentador refere que não fez “acusações infundadas”, que colocou, antes, “hipóteses verosímeis e assentes na observação de factos”. E acrescenta: “Uma foi, de facto, a de parcialidade política”. No final, questiona como é que o diretor de informação da TVI pensa acabar com o seu monólogo – o artigo de opinião de Sérgio Figueiredo intitulava-se “Para acabar de vez com um monólogo patético e deprimente”.
Vai interditar-me o acesso à comunicação social? Cancelar-me a página no Facebook? Pedir a minha prisão em solitária? Mandar-me matar?”, questiona. Para Santos Silva, a mensagem de Sérgio Figueiredo é a de que “se te pago sou teu dono”. “É também isto que denuncio como ‘clima de sufoco’ e foi também por isto que a minha voz se tornou demasiado incómoda” (Observador)

Finanças contestam relatório do Tribunal de Contas que aponta ilegalidades na Fatura da Sorte

O financiamento do concurso Fatura da Sorte cumpriu todos os critérios legais ou violou a Lei do Orçamento de Estado? O Ministério das Finanças e o Tribunal de Contas têm visões diferentes sobre o assunto. Coincidem, no entanto, em reconhecer o aumento da receita de IVA. Em causa estão apenas dois parágrafos do relatório do Tribunal de Contas sobre Acompanhamento da Execução Orçamental da Administração Central - janeiro a dezembro de 2014 - valores provisórios. No documento de 102 páginas, o Tribunal de Contas considera que “à receita do IVA (de 2014) foram indevidamente deduzidos 6,8 milhões para financiar o sorteio designado Fatura da Sorte”. Um esclarecimento do Ministério das Finanças garante que o regime legal que criou o sorteio, através de um decreto lei de fevereiro de 2014, “estabeleceu expressamente a afetação à autoridade tributária de uma parcela de receita do IVA para efeitos de financiamento das despesas com a realização dos sorteios a realizar em 2014(...) pelo que esta afetação resultou diretamente da lei.”
O relatório do Tribunal de Contas (TC) foi publicado precisamente há uma semana, mas a referência “aos carros da Fatura da Sorte comprados com dinheiro do IVA” chegou hoje à primeira página do jornal “Correio da Manhã”. Na base da notícia estão apenas dois parágrafos, nas páginas 24 e 74 do relatório do TC, onde se refere o aumento de 563 milhões (4,3%) no IVA “cuja receita se encontra subtraída em 6,8 milhões [de euros], à revelia de princípios e regras orçamentais, para financiar despesas do sorteio designado de Fatura da Sorte”, o concurso lançado no ano passado como instrumento de combate à economia paralela e evasão fiscal através de incentivos aos contribuintes. O Ministério das Finanças esclarece que “todo o processo de aquisição de veículos automóveis em 2014 para o sorteio Fatura da Sorte seguiu, rigorosamente os termos legais aplicáveis e mereceu o visto prévio favorável do Tribunal de Contas, confirmando a legalidade de todo o procedimento”. Diz, também, que a partir de 2015 o valor anual dos prémios passou a ser afeto à Autoridade Tributária, através de transferência do Orçamento de Estado do montante necessário para o efeito. e garante que o Tribunal de Contas “deu o seu visto prévio ao processo de aquisição das viaturas quer em 2014, quer já em 2015, confirmando a legalidade de todos os procedimentos“.
“Acresce que estas duas formas de financiamento estavam expressamente previstas e autorizadas na Lei do Orçamento de Estado para 2014”, afirma o Ministério das Finanças.
Fonte oficial do Tribunal de Contas, contactada pelo Expresso, desvaloriza a polémica, dizendo tratar-se “apenas de dois parágrafos num extenso relatório” e sublinhando que em 2015 tudo decorre, já, dentro da normalidade- Mas a fonte sublinha que “um visto prévio e uma auditoria são coisas distintas”. “Na verdade, em 2014, na Lei de Orçamento de Estado, o Governo abriu a possibilidade do valor do prémio ser retirado da receita de IVA, mas isso vai contra a lei do enquadramento orçamental, que se sobrepõe”, refere a mesma fonte. Para o TC, este reparo à Fatura da Sorte “não é coisa grave. A prova é o facto de não ter sido feita qualquer recomendação sobre o assunto e da situação já estar sanada em 2015”.
CUSTOS DO SORTEIO 30% ABAIXO DO VALOR PREVISTO
No relatório, o Tribunal de Contas justifica a sua posição referindo que a lei “impõe a universalidade e a não compensação de receitas e despesas bem como a regra de não consignação do produto das receitas à cobertura de determinadas despesas”. “Ora, neste caso, verifica-se uma consignação de receita indevidamente efetuada pela dedução, às receitas do Estado, das verbas consignadas e pela omissão, nas despesas do Estado, da afetação dessas verbas ao pagamento das despesas do referido sorteio. Tais despesas devem ser previstas e devidamente inscritas no OE em vez de suportadas pela subtração de uma parcela da receita do IVA à revelia de princípios e regras orçamentais. Cabe referir a circunstância de ter sido a própria Lei do Orçamento de Estado para 2014 a prever a possibilidade do valor do prémio ser efetuado por abate à receita de IVA. Em 2015, essa deficiência já não se verifica”, afirma o TC. Para o Ministério das Finanças, no entanto, está claro que o decreto-lei que instituiu o concurso da Fatura da Sorte, lançado como um instrumento de combate à economia paralela e evasão fiscal através de incentivos aos contribuintes, sempre esteve “dentro da legalidade”. Além disso, apesar do limite global de despesa relativa ao sorteio ter sido fixado em 10 milhões de euros, “o valor destinado ao financiamento da Fatura da Sorte ficou substancialmente abaixo daquela estimativa de custo orçamentada (menos 30%)”, refere o esclarecimento. “Assim, assegurou-se ao longo de todo o processo relativo à operacionalização do sorteio que o interesse do Estado era defendido, obtendo-se sempre poupanças adicionais face aos valores que já estavam previstos”, acrescenta o Ministério das Finanças, salientando que o Governo espera obter um acréscimo de 600 a 800 milhões de euros de receita fiscal no médio prazo com a nova estratégia de combate á fraude e economia paralela em que se insere o sorteio da Fatura da Sorte. Em 2014, este sorteio permitiu ao Governo atribuir 45 carros. Este ano, o Fisco entregou já 33 veículos (Expresso, texto da jornalista Margarida Cardoso)


Humor de Henrique Monteiro: a dignidade do Presidente

fonte: Henricartoon

Humor de Henrique Monteiro: os cabeças-de-lista

fonte: Henricartoon