quarta-feira, 27 de maio de 2015

Acoso sexual en la selección de críquet femenina de Sri Lanka



“Un Comité de investigación reveló que varias jugadoras del equipo nacional de críquet de Sri Lanka fueron obligadas a realizar favores sexuales a algunos miembros de la selección para mantener a cambio sus puestos en el conjunto. «Tomaremos las medidas necesarias después de estudiar el informe», aseguró hoy un alto directivo de la selección de críquet, Sidath Wethethamuni, quien aclaró que acababa de recibir el estudio. El Ministerio de Deportes de Sri Lanka aseguró a través de un comunicado que la investigación «encontró pruebas de acoso sexual por parte de miembros de la dirección» de la selección de críquet contra algunas jugadoras. «El Ministerio tomará medidas disciplinarias contra aquellos individuos que han sido hallados culpables», sentenció el Gobierno ceilanés en la nota. El Ejecutivo de la isla había ordenado las investigaciones el pasado mes de noviembre a raíz de las denuncias de algunas jugadoras. Nimalka Fernando, directora de una organización no gubernamental ceilanesa que aboga por los derechos de las mujeres, mostró hoy su satisfacción de que el Ministerio de Deportes halla investigado la denuncias y que el informe por fin esté concluido. «Hay muchas mujeres deportistas que atraviesan los mismos problemas. Se necesita una aproximación realista al asunto y se debería tomar acciones contundentes contra los responsables», sentenció la activista” (ABC)

Casos de políticos que se tornaram comentadores



“Marcelo R. Sousa, Antigo Presidente do PSD
Tido como provável candidato às Presidenciais de 2016, Marcelo Rebelo de Sousa  é o rei das audiências. O seu espaço de opinião dominical no Jornal da Noite da TVI
é habitualmente visto  por quase um milhão e
meio de telespectadores, o que representa um share que ronda os 31,4%, segundo dados de 2014.
Nuno Morais Sarmento, Ex-ministro social-democrata
Sarmento viu terminado o seu contrato o mês passado. A RTP1 deixa assim de ter espaços de comentário político. No panorama das audiências manteve-se acima de Sócrates, mas longe dos seus rivais da SIC e da TVI, com uma média de 78 520 telespectadores na última emissão (16,5% de share).
José Sócrates, antigo primeiro-ministro (PS)
Depois do entusiasmo inicial, Sócrates teve uma quebra de audiências e nunca chegou a ser um caso sério de sucesso televisivo, ficando sempre atrás de todos os rivais.
No último programa, em Novembro de 2014, apenas 56 570 portugueses viram a “Opinião de José Sócrates”, o correspondente a 11,1% de share” (fonte: JornalI, Melissa Lopes, com a devida vénia)

Comentadores: cemitério de políticos ou rampa de lançamento?

“Directores falam da importância dos políticos para o debate, alegando que a televisão é a ágora dos tempos modernos. O comentário político feito por políticos (no activo ou não) tem sido uma aposta forte e um traço distintivo das televisões portuguesas. A tendência acentuou-se com a abertura dos canais por cabo, que veio intensificar a presença de políticos na caixinha mágica. A questão que impera é se são ou não estes espaços momentos de afirmação e de prolongamento da acção política. Os politólogos Adelino Maltez e André Freire e a investigadora na área dos media Felisbela Lopes são unânimes: nenhum político deixa de o ser em momento algum, muito menos na televisão, e encaram a situação como um prolongamento da acção política. Felisbela Lopes, pró-reitora da Universidade do Minho, vê o fenómeno como um “autêntico passaporte para a vida política e vice-versa” e constata que as televisões “reproduzem o poder dominante através de um grupo muito restrito de indivíduos”, aquilo a que chama “confraria” composta por elites próximas do poder. Na sua opinião, os espaços de comentário, sobretudo os fixos, como o de Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, o de Marques Mendes na SIC e o de Nuno Morais Sarmento na RTP1, têm o poder de influenciar a agenda e o alinhamento noticioso dos media e simultaneamente os comentadores, que são na realidade políticos, conseguem manter-se vivos na política e nos respectivos partidos, marcando uma posição. Além disso, nos combates políticos (eleições) leva vantagem quem entra semanalmente na casa das pessoas. Ainda que audiências não correspondam necessariamente a votos, “quem não é conhecido parte do zero”, sublinha. Para o director de informação da SIC Notícias, António José Teixeira, a política é uma actividade nobre, muito importante em democracia, e é por isso natural que os políticos tenham uma visibilidade significativa no espaço público. “O interesse das televisões recai em pessoas credíveis, com ideias próprias, com capacidade de comunicação e os políticos não estão fora deste âmbito. Seria estranho que estivessem.”
O politólogo André Freire também fala da presença hegemónica das mesmas ideias e da fraca abertura das televisões a outras correntes: “Não existe pluralismo nenhum, sobretudo nos canais generalistas. Tem havido uma sobre-representação de comentadores políticos ligados ao PSD e ao PS. Mesmo que estes critiquem os próprios partidos não deixam de os representar”, observa. Segundo o julgamento do politólogo, esta é a raiz da dificuldade de afirmação de novos partidos no sistema político português, uma vez que “quem tem visibilidade pode ser ou não bem-sucedido politicamente, mas quem não tem visibilidade nunca será bem-sucedido na política”.
Alcides Vieira, da SIC, assegura que os critérios na escolha dos comentadores não se prendem com “quotas de representatividade partidária”. Além disso, garante, estes “não são convidados por representarem o partido A ou o partido B, a classe C ou a classe D”.
“Representam-se a si próprios, têm opinião própria, dão a cara pelas suas opiniões e convicções pessoais, sejam a favor sejam contra o grupo em que política e ideologicamente se possam situar”, esclarece. O importante, sublinha, é que tenham conhecimento dos assuntos, acrescentem valor às ideias e tenham capacidade de comunicar. “São pessoas com conhecimentos especializados e que dominam as questões políticas, até porque as conheceram por dentro.”
Adelino Maltez não assina a teoria do desprendimento partidário nas intervenções dos comentadores, sobretudo em períodos de campanha eleitoral, e ironiza: “Há alguns que antes de entrarem no ar recebem ou fazem umas chamadas a ministros”, observa, fazendo referência a Luís Marques Mendes, que tem sido criticado por anunciar informação em primeira mão no seu espaço de opinião, no jornal da noite de sábado da SIC. O antigo presidente social-democrata, que ocupa o segundo lugar no campeonato das audiências (com uma média de 21,6% de share em 2014), é encarado por muitos como um porta-voz do governo, que funciona como balão de ensaio para determinadas medidas. Exemplo de um desses casos aconteceu em Agosto do ano passado quando anunciou que o PSD estaria a estudar um hipotético aumento do IVA. Algo a que o CDS viria a opor--se “terminantemente” e que o primeiro-ministro viria a desmentir mais tarde. Para Maltez o grande problema dos espaços de opinião em Portugal é pertencerem a políticos quando deveriam ser ocupados por jornalistas: “Os órgãos de comunicação social caíram na tentação de entregar o exercício de comentário político a políticos profissionais por acharem que seria a via mais barata e despacharam os bons jornalistas editorialistas.”
O politólogo vai mais longe ao afirmar que existe um processo oculto de controlo da opinião pública no qual os comentadores são as peças-chave e contesta a falta de transparência do processo. “O que nos falta são bons jornalistas comentadores. O comentário político é essencialmente do jornalista de ideias. Esse é um exercício do bom jornalista e não dos políticos, que não têm noção da realidade”, comenta, justificando que Marcelo Rebelo de Sousa é líder de audiências por ser jornalista e não pelas suas características políticas. Por seu turno, António José Teixeira contrapõe: “Os políticos não têm de ser apagados do mapa mediático por serem políticos” e assegura que “nem todos andam à procura de novos lugares na política”. Para Maltez, a opinião política como se apresenta hoje em dia não é esclarecedora e só “serve os interesses das direcções”. “É uma ilusão pensar-se que contribui para o debate entre os cidadãos, até porque as pessoas perdem o interesse naquilo que já sabem que vai ser dito”, analisa, sublinhando que a maioria actua por impulso e sem preparação, apenas para influenciar a agenda noticiosa. Alcides Vieira prefere assinalar o lado positivo da questão. Segundo o director de informação, nunca como agora se debateu tanto “dentro e fora das televisões”, isto “graças aos canais de cabo e à internet”. No seu entendimento, o espaço de debate plural não se resume ao comentário. Realça os avanços nas coberturas em directo de debates parlamentares e os frente-a-frente, que trouxeram para o debate público “temas fundamentais que antes estavam escondidos”. Felisbela admite: sim, os media dizem em que pensar e até como pensar e por isso contribuem para algum debate. “É melhor haver este debate do que não haver debate nenhum”, afirma. Contudo, lamenta que este não seja mais diversificado e especializado” (fonte: Jornal I, com a devida vénia)

Futebol: Liga Europa para o Sevilha pela 2ª vez consecutiva

fotos: El Pais e Marca

Venezuela: La esposa de Ceballos se corta el cabello para reclamar la liberación de su marido


En señal de protesta por el encarcelamiento del exalcalde venezolano Daniel Ceballos, su esposa Patricia se ha rapado el cabello y ha iniciado una campaña en su cuenta de Twitter para que «Venezuela se levante» contra las polémicas detenciones de su marido y del dirigente opositor Leopoldo López. El pasado fin de semana, el Gobierno venezolano ha trasladado a Ceballos, exalcalde del municipio de San Cristóbal, a la prisión 26 de Julio en San Juan de los Morros, en Guárico, considerada como una de las cárceles más peligrosas del país. Las autoridades penitenciarias le cortaron el cabello y le vistieron con un uniforme amarillo idéntico al que utilizan los presos comunes. Patricia de Ceballos ha informado que su marido está en huelga de hambre desde el viernes y que todavía ella no ha podido verlo. En las fotos que publicó en su cuenta de Twitter, la mujer aparece antes y después de su corte de cabello, y exhibe carteles con mensajes políticos sobre el irregular arresto de su espos «Que caiga el Cabello», dice una de las inscripciones, en un juego de palabras que remite al presidente de la Asamblea Nacional y número dos del chavismo, Diosdado Cabello, quien es investigado por presuntos vínculos con el narcotráfico en fiscalías federales de los Estados Unidos. Daniel Ceballos y Leopoldo López impulsan desde la prisión una gran manifestación antigubernamental en las calles de las ciudades venezolanas para el próximo fin de semana. Ceballos fue detenido el 19 de marzo de 2014, por desacato a una orden del Tribunal Supremo de Justicia que obligaba a los alcaldes municipales a impedir la colocación de barricadas –conocidas como «guarimbas»– durante las protestas antichavistas. La Justicia lo sentenció a un año de prisión que Ceballos ya ha cumplido, pero sigue preso. Según el Tribunal, continuará en la cárcel por una causa judicial en su contra por supuesta rebelión y conspiración" (ABC)

Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria

"O maior do país, está minado por uma teia de interesses conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria O Hospital de Santa Maria, o maior do país, está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas, conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. A análise ao Hospital de Santa Maria (HSM), a cargo de Sónia Pires, salienta que, "apesar das melhorias registadas a partir de 2005", a unidade hospitalar "continua atravessada por fortes conflitos de interesse e atos nas zonas cinzentas ou silenciadas que se configuram como corrupção".
"A Maçonaria, a Opus Dei e a ligação a partidos políticos ainda são três realidades externas que intersetam a esfera do HSM", refere o estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que vai ser apresentado na quinta-feira" (Económico)

Humor de Henrique Monteiro: a indirecta

fonte: Henricartoon