“Un
Comité de investigación reveló que varias jugadoras del equipo nacional de
críquet de Sri Lanka fueron obligadas a realizar favores sexuales a algunos
miembros de la selección para mantener a cambio sus puestos en el conjunto.
«Tomaremos las medidas necesarias después de estudiar el informe», aseguró hoy
un alto directivo de la selección de críquet, Sidath Wethethamuni, quien aclaró
que acababa de recibir el estudio. El
Ministerio de Deportes de Sri Lanka aseguró a través de un comunicado que la
investigación «encontró pruebas de acoso sexual por parte de miembros de la
dirección» de la selección de críquet contra algunas jugadoras. «El Ministerio
tomará medidas disciplinarias contra aquellos individuos que han sido hallados
culpables», sentenció el Gobierno ceilanés en la nota. El
Ejecutivo de la isla había ordenado las investigaciones el pasado mes de
noviembre a raíz de las denuncias de algunas jugadoras. Nimalka Fernando,
directora de una organización no gubernamental ceilanesa que aboga por los
derechos de las mujeres, mostró hoy su satisfacción de que el Ministerio de
Deportes halla investigado la denuncias y que el informe por fin esté
concluido. «Hay muchas mujeres deportistas que atraviesan los mismos problemas.
Se necesita una aproximación realista al asunto y se debería tomar acciones
contundentes contra los responsables», sentenció la activista” (ABC)
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Casos de políticos que se tornaram comentadores
“Marcelo
R. Sousa, Antigo Presidente do PSD
Tido
como provável candidato às Presidenciais de 2016, Marcelo Rebelo de Sousa é o rei das audiências. O seu espaço de
opinião dominical no Jornal da Noite da TVI
é
habitualmente visto por quase um milhão
e
meio
de telespectadores, o que representa um share que ronda os 31,4%, segundo dados
de 2014.
Nuno
Morais Sarmento, Ex-ministro social-democrata
Sarmento
viu terminado o seu contrato o mês passado. A RTP1 deixa assim de ter espaços
de comentário político. No panorama das audiências manteve-se acima de
Sócrates, mas longe dos seus rivais da SIC e da TVI, com uma média de 78 520
telespectadores na última emissão (16,5% de share).
José
Sócrates, antigo primeiro-ministro (PS)
Depois
do entusiasmo inicial, Sócrates teve uma quebra de audiências e nunca chegou a
ser um caso sério de sucesso televisivo, ficando sempre atrás de todos os
rivais.
No
último programa, em Novembro de 2014, apenas 56 570 portugueses viram a
“Opinião de José Sócrates”, o correspondente a 11,1% de share” (fonte: JornalI, Melissa Lopes, com a devida vénia)
Comentadores: cemitério de políticos ou rampa de lançamento?
“Directores
falam da importância dos políticos para o debate, alegando que a televisão é a
ágora dos tempos modernos. O
comentário político feito por políticos (no activo ou não) tem sido uma aposta
forte e um traço distintivo das televisões portuguesas. A tendência acentuou-se
com a abertura dos canais por cabo, que veio intensificar a presença de
políticos na caixinha mágica. A questão que impera é se são ou não estes
espaços momentos de afirmação e de prolongamento da acção política. Os
politólogos Adelino Maltez e André Freire e a investigadora na área dos media
Felisbela Lopes são unânimes: nenhum político deixa de o ser em momento algum,
muito menos na televisão, e encaram a situação como um prolongamento da acção
política. Felisbela Lopes, pró-reitora da Universidade do Minho, vê o fenómeno
como um “autêntico passaporte para a vida política e vice-versa” e constata que
as televisões “reproduzem o poder dominante através de um grupo muito restrito
de indivíduos”, aquilo a que chama “confraria” composta por elites próximas do
poder. Na
sua opinião, os espaços de comentário, sobretudo os fixos, como o de Marcelo
Rebelo de Sousa na TVI, o de Marques Mendes na SIC e o de Nuno Morais Sarmento
na RTP1, têm o poder de influenciar a agenda e o alinhamento noticioso dos
media e simultaneamente os comentadores, que são na realidade políticos,
conseguem manter-se vivos na política e nos respectivos partidos, marcando uma
posição. Além disso, nos combates políticos (eleições) leva vantagem quem entra
semanalmente na casa das pessoas. Ainda que audiências não correspondam
necessariamente a votos, “quem não é conhecido parte do zero”, sublinha. Para
o director de informação da SIC Notícias, António José Teixeira, a política é
uma actividade nobre, muito importante em democracia, e é por isso natural que
os políticos tenham uma visibilidade significativa no espaço público. “O
interesse das televisões recai em pessoas credíveis, com ideias próprias, com
capacidade de comunicação e os políticos não estão fora deste âmbito. Seria
estranho que estivessem.”
O
politólogo André Freire também fala da presença hegemónica das mesmas ideias e
da fraca abertura das televisões a outras correntes: “Não existe pluralismo
nenhum, sobretudo nos canais generalistas. Tem havido uma sobre-representação
de comentadores políticos ligados ao PSD e ao PS. Mesmo que estes critiquem os
próprios partidos não deixam de os representar”, observa. Segundo o julgamento
do politólogo, esta é a raiz da dificuldade de afirmação de novos partidos no
sistema político português, uma vez que “quem tem visibilidade pode ser ou não
bem-sucedido politicamente, mas quem não tem visibilidade nunca será
bem-sucedido na política”.
Alcides
Vieira, da SIC, assegura que os critérios na escolha dos comentadores não se
prendem com “quotas de representatividade partidária”. Além disso, garante,
estes “não são convidados por representarem o partido A ou o partido B, a
classe C ou a classe D”.
“Representam-se
a si próprios, têm opinião própria, dão a cara pelas suas opiniões e convicções
pessoais, sejam a favor sejam contra o grupo em que política e ideologicamente
se possam situar”, esclarece. O importante, sublinha, é que tenham conhecimento
dos assuntos, acrescentem valor às ideias e tenham capacidade de comunicar.
“São pessoas com conhecimentos especializados e que dominam as questões
políticas, até porque as conheceram por dentro.”
Adelino
Maltez não assina a teoria do desprendimento partidário nas intervenções dos
comentadores, sobretudo em períodos de campanha eleitoral, e ironiza: “Há
alguns que antes de entrarem no ar recebem ou fazem umas chamadas a ministros”,
observa, fazendo referência a Luís Marques Mendes, que tem sido criticado por
anunciar informação em primeira mão no seu espaço de opinião, no jornal da
noite de sábado da SIC. O
antigo presidente social-democrata, que ocupa o segundo lugar no campeonato das
audiências (com uma média de 21,6% de share em 2014), é encarado por muitos
como um porta-voz do governo, que funciona como balão de ensaio para
determinadas medidas. Exemplo de um desses casos aconteceu em Agosto do ano
passado quando anunciou que o PSD estaria a estudar um hipotético aumento do
IVA. Algo a que o CDS viria a opor--se “terminantemente” e que o
primeiro-ministro viria a desmentir mais tarde. Para Maltez o grande problema
dos espaços de opinião em Portugal é pertencerem a políticos quando deveriam
ser ocupados por jornalistas: “Os órgãos de comunicação social caíram na tentação
de entregar o exercício de comentário político a políticos profissionais por
acharem que seria a via mais barata e despacharam os bons jornalistas
editorialistas.”
O
politólogo vai mais longe ao afirmar que existe um processo oculto de controlo
da opinião pública no qual os comentadores são as peças-chave e contesta a
falta de transparência do processo. “O que nos falta são bons jornalistas
comentadores. O comentário político é essencialmente do jornalista de ideias.
Esse é um exercício do bom jornalista e não dos políticos, que não têm noção da
realidade”, comenta, justificando que Marcelo Rebelo de Sousa é líder de
audiências por ser jornalista e não pelas suas características políticas. Por
seu turno, António José Teixeira contrapõe: “Os políticos não têm de ser
apagados do mapa mediático por serem políticos” e assegura que “nem todos andam
à procura de novos lugares na política”. Para
Maltez, a opinião política como se apresenta hoje em dia não é esclarecedora e
só “serve os interesses das direcções”. “É uma ilusão pensar-se que contribui
para o debate entre os cidadãos, até porque as pessoas perdem o interesse
naquilo que já sabem que vai ser dito”, analisa, sublinhando que a maioria
actua por impulso e sem preparação, apenas para influenciar a agenda noticiosa. Alcides
Vieira prefere assinalar o lado positivo da questão. Segundo o director de
informação, nunca como agora se debateu tanto “dentro e fora das televisões”,
isto “graças aos canais de cabo e à internet”. No seu entendimento, o espaço de
debate plural não se resume ao comentário. Realça os avanços nas coberturas em
directo de debates parlamentares e os frente-a-frente, que trouxeram para o
debate público “temas fundamentais que antes estavam escondidos”. Felisbela
admite: sim, os media dizem em que pensar e até como pensar e por isso
contribuem para algum debate. “É melhor haver este debate do que não haver
debate nenhum”, afirma. Contudo, lamenta que este não seja mais diversificado e
especializado” (fonte: Jornal I, com a devida vénia)
Venezuela: La esposa de Ceballos se corta el cabello para reclamar la liberación de su marido
En señal de protesta por el encarcelamiento del exalcalde venezolano Daniel Ceballos, su esposa Patricia se ha rapado el cabello y ha iniciado una campaña en su cuenta de Twitter para que «Venezuela se levante» contra las polémicas detenciones de su marido y del dirigente opositor Leopoldo López. El pasado fin de semana, el Gobierno venezolano ha trasladado a Ceballos, exalcalde del municipio de San Cristóbal, a la prisión 26 de Julio en San Juan de los Morros, en Guárico, considerada como una de las cárceles más peligrosas del país. Las autoridades penitenciarias le cortaron el cabello y le vistieron con un uniforme amarillo idéntico al que utilizan los presos comunes. Patricia de Ceballos ha informado que su marido está en huelga de hambre desde el viernes y que todavía ella no ha podido verlo. En las fotos que publicó en su cuenta de Twitter, la mujer aparece antes y después de su corte de cabello, y exhibe carteles con mensajes políticos sobre el irregular arresto de su espos «Que caiga el Cabello», dice una de las inscripciones, en un juego de palabras que remite al presidente de la Asamblea Nacional y número dos del chavismo, Diosdado Cabello, quien es investigado por presuntos vínculos con el narcotráfico en fiscalías federales de los Estados Unidos. Daniel Ceballos y Leopoldo López impulsan desde la prisión una gran manifestación antigubernamental en las calles de las ciudades venezolanas para el próximo fin de semana. Ceballos fue detenido el 19 de marzo de 2014, por desacato a una orden del Tribunal Supremo de Justicia que obligaba a los alcaldes municipales a impedir la colocación de barricadas –conocidas como «guarimbas»– durante las protestas antichavistas. La Justicia lo sentenció a un año de prisión que Ceballos ya ha cumplido, pero sigue preso. Según el Tribunal, continuará en la cárcel por una causa judicial en su contra por supuesta rebelión y conspiración" (ABC)
Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria
"O maior do país, está minado por uma teia de interesses conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria O Hospital de Santa Maria, o maior do país, está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas, conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. A análise ao Hospital de Santa Maria (HSM), a cargo de Sónia Pires, salienta que, "apesar das melhorias registadas a partir de 2005", a unidade hospitalar "continua atravessada por fortes conflitos de interesse e atos nas zonas cinzentas ou silenciadas que se configuram como corrupção".
"A Maçonaria, a Opus Dei e a ligação a partidos políticos ainda são três realidades externas que intersetam a esfera do HSM", refere o estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que vai ser apresentado na quinta-feira" (Económico)
"A Maçonaria, a Opus Dei e a ligação a partidos políticos ainda são três realidades externas que intersetam a esfera do HSM", refere o estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que vai ser apresentado na quinta-feira" (Económico)
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