As contas públicas nacionais e o Orçamento de Estado para 2017 foram os
assuntos em destaque na semana informativa 3 a 9 de Outubro, segundo os dados
da MediaMonitor. Na última semana, as contas públicas portuguesas e a discussão
acerca das medidas do OE 2017 continuaram em destaque. Os partidos que apoiam o
Governo continuam as negociações, enquanto os comentadores discutem as opções
do Governo e dos partidos que o suportam. O valor do salário mínimo, das pensões
e a subida ou não dos impostos diretos e indiretos foram temas em debate. Por
outro lado, o Governo procura atingir a receita que permite cumprir as metas do
défice através de incentivos à regularização das dívidas fiscais.
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domingo, 16 de outubro de 2016
Protagonistas da informação em Setembro de 2016
Confira o top de protagonistas da informação televisiva de Setembro, de
acordo com os dados do serviço Telenews. Em Setembro, o Primeiro-ministro,
António Costa, liderou a exposição mediática, ao protagonizar 211 notícias com
8 horas e 57 minutos de duração durante o mês. Note-se que esta análise exclui
eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na
contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, foi segundo,
intervindo na primeira pessoa em 185 notícias de 7 horas e 40 minutos de
duração. Pedro Passos Coelho, líder do PSD, foi terceiro, tendo estado perante os
ecrãs por 4 hora e 5 minutos, repartidos por 108 notícias.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Protagonistas da informação em Agosto de 2016
Em Agosto de 2016,
Marcelo Rebelo de Sousa liderou em termos de exposição mediática, considerando
a duração total das notícias em que interveio nos serviços regulares de
informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI. Em Agosto, o Presidente da República,
Marcelo Rebelo de Sousa, liderou novamente a exposição mediática, ao
protagonizar 105 notícias com 5 horas e 46 minutos de duração durante o mês.
Note-se que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas
realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo
total de duração da notícia.
domingo, 14 de agosto de 2016
Mais de 4 milhões em sites de televisão
De acordo com os dados do
Netpanel meter da Marktest, no primeiro semestre de 2016 foram mais de 4
milhões os utilizadores que acederam a sites de televisão. Os dados do Netpanel
meter da Marktest, indicam que no primeiro semestre de 2016, foram 4400 mil os
residentes no Continente com 4 e mais anos que acederam a sites de televisão,
correspondendo a 74.3% dos internautas nacionais. Neste período, foram
visitadas 324,4 milhões de páginas de sites de televisão, uma média de 74 por
utilizador. O tempo total de navegação nestes sites foi de cerca de 6 milhões
de horas, uma média de 1 hora e 21 minutos por utilizador. A análise tem como
base informação do Netpanel meter da Marktest, que estuda o comportamento dos
internautas portugueses que navegam a partir de computadores de uso pessoal, e
é relativa ao primeiro semestre de 2016 (Marktest.com, Agosto de 2016)
domingo, 31 de julho de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Marcelo entra quatro vezes por dia em sua casa
Marcelo Rebelo de Sousa está no top das notícias há três meses. Desde que tomou posse como Presidente da República, o antigo comentador domina os noticiários e as primeiras páginas dos jornais. O Barómetro de Notícias do ISCTE analisou à lupa toda a comunicação social e encontrou 388 notícias de abertura com Marcelo. O sistema financeiro é o assunto favorito. Sobre os temas ditos fracturantes, o Presidente evita falar (RR)
sexta-feira, 20 de maio de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
La televisión estadounidense censura un anuncio de tallas grandes
30 segundos. Blanco y negro. Chicas de talla grande posando en lencería o conjunto deportivo mientras ríen. Una madre mirando a su bebé y dándole el pecho. Eso es lo único que se ve en el último anuncio de la firma de lencería Lane Bryant. Nada más. Ni desnudos integrales, ni los censurados pechos femeninos ni nada que, a priori, parezca reprochable (aqui)
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Protagonistas da informação em Janeiro de 2016
Confira o top de protagonistas da informação
televisiva de Janeiro, de acordo com os dados do serviço Telenews. Em Janeiro
de 2016, mês de Eleições Presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa, candidato
vencedor destas eleições, ocupou a liderança da exposição mediática,
considerando a duração total das notícias em que interveio nos serviços
regulares de informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI. O novo Presidente eleito protagonizou 201 notícias de
10 horas e 42 minutos de duração durante o mês. Note-se que esta análise exclui
eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na
contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia. Sampaio da Nóvoa, o segundo candidato presidencial
mais votado, foi segundo, tendo estado perante os ecrãs por 9 horas e 104
minutos, repartidos por 190 notícias.
Maria de Belém, também candidata à Presidência da
República, ocupou o terceiro lugar protagonizando diretamente 157 notícias de 8
horas e 10 minutos de duração.
Uma outra candidata a estas eleições, Marisa Matias,
ficou em quarto lugar, tendo intervindo na primeira pessoa em 169 notícias de 6
horas e 47 minutos de duração.
O Primeiro-ministro, António Costa, baixou da 1ª para
a 5ª posição, com intervenção direta em 121 notícias de 4 horas e 53 minutos de
duração.
Henrique Neto (candidato às Presidenciais), Jerónimo
de Sousa (líder do PCP), Pedro Passos Coelho (líder do PSD), Catarina Martins
(líder do BE) e Mário Centeno (ministro das Finanças), completam a lista dos 10
nomes que protagonizaram notícias de maior duração total durante o mês de
Janeiro de 2016. Esta análise considera apenas os serviços regulares de
informação dos canais em análise no período compreendido entre 1 e 31 de
Janeiro de 2016. Em análise, estão os seguintes programas: Jornal da Tarde,
TeleJornal e Portugal em Directo; 24: Sumário (RTP2); Primeiro Jornal e Jornal
da Noite (SIC); Jornal das 8 e Jornal da Uma (TVI) (Marktest.com, Fevereiro de
2016)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Televisão: concursos valem coima de 40 mil euros a canais generalistas
Já reparou que, de há um tempo a esta parte, os apresentadores dos programas de entretenimento dos três canais generalistas começaram a ter mais cautela na forma como se referem aos concursos? Em vez do prémio em “dinheiro”, as referências passaram a ser feitas ao “cartão” – mas essa mudança não livrou RTP, SIC e TVI de uma multa aplicada pela Entidade Reguladora para a Comunicação, que considerou que os canais vinham adotando “práticas enganosas e agressivas”.
A deliberação foi tomada a 3 de fevereiro e avançada pela Lusa. Em causam estavam os chamados “programas da manhã” e os “programas da tarde” dos três canais generalistas, cujo público é maioritariamente concentrada nas faixas etárias mais avançadas e de estratos sociais mais baixos: Em “Portugal no Coração”, e “Aqui, Portugal” (ambos da RTP), “Queridas Manhãs”, “Boa Tarde” e “Portugal em Festa” (todos transmitidos na SIC) e “A Tarde É Sua” e “Somos Portugal” (da TVI). Em todos estes casos, o Entidade Reguladora para a Comunicação_Social (ERC) entendeu haver claros sinais de “práticas enganosas e agressivas” visando os telespectadores.
As emissões analisadas pelo organismo remontam a maio de 2014, altura em os apresentadores de cada um dos programas (e estão em causa mais de uma dezenas de profissionais) não eram claros na forma como apresentavam os prémios dos concursos disponibilizados durante o programa.
Logo em julho desse ano, esclarece a Lusa, as três estações de televisão assinaram um acordo de auto-regulação , precisamente para tornar mais clara a forma como os prémios eram atribuídos aos concorrentes. Em causa estão valores que podem ir de algumas centenas até largos milhares de euros. O problema, ao anunciar que receberiam “dinheiro” em vez de se referirem ao “dinheiro em cartão” é que não seriam percetíveis as limitações ao uso daquelas verbas.
A ERC decidiu, por isso, aplicar a cada uma das estações uma coima de 40 mil euros. Mas a decisão é passível de recurso (Jornal I)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Maioria utiliza redes sociais e vê televisão em simultâneo
A maioria dos
utilizadores de redes sociais refere que quando acede a sites de redes sociais
também costuma ver Tv em simultâneo.
Questionados sobre que outras atividades executam em simultâneo quando
acedem a sites de redes sociais, a maioria dos inquiridos no estudo Os
Portugueses e as Redes Sociais 2015 (53.8%) referiu ver Tv. Esta atividade
simultânea ao uso das redes sociais é mais frequente entre as mulheres, entre
os mais jovens e entre os indivíduos das classes sociais mais elevadas. Navegar
em outros sites foi outra das atividades simultâneas mais referidas pelos
utilizadores de redes sociais (48.1%), seguida de ouvir música (43.3%),
conviver com a família ou com amigos (26.8%), jogar (18.6%) ou ouvir rádio
(17.7%). Apenas 8.3% referiu não costumar fazer nenhuma outra atividade em
simultâneo quando acede a sites de redes sociais. Os Portugueses e
as Redes Sociais 2015 é um estudo realizado pela Marktest Consulting desde
2011 (Marktest.com, Dezembro de 2015)
domingo, 27 de dezembro de 2015
Pagamos muito pela televisão que temos?
Estudo da Comissão Europeia diz que pacotes triple-play em Portugal custam em média mais 20%. Operadores contestam esta conclusão e recordam que a sua oferta tecnológica também é melhor. Sim, mas... Começa com estas duas palavras a resposta à pergunta feita no título. Sim, a Comissão Europeia concluiu que pagamos mais do que a média europeia pelos nosso pacotes de acesso a televisão, internet e telefone. Mas — contrapõem os operadores do mercado português — a metodologia do estudo que suporta esta conclusão é questionável e esquece o “valor intrínseco” da oferta global existente em Portugal, que os operadores consideram ser também ela superior à média europeia. Podem os números não significar tudo?
Comecemos pelo início. No âmbito da estratégia subordinada à Agenda Digital para a Europa, a Comissão Europeia encomendou um conjunto de relatórios para avaliar e comparar a cobertura, a velocidade e os custos de acesso à internet de banda larga nos 28 países da União Europeia. E, em matéria de preço, as conclusões não foram favoráveis ao mercado português: o custo médio dos pacotes triple-play comercializados no nosso país supera em 20% o preço médio dos mesmos pacotes disponíveis na restante UE.
Ou seja, segundo o estudo — que se baseava nos preços médios praticados em fevereiro deste ano —, enquanto em Portugal, por exemplo, o preço médio de um pacote triple-play com internet de banda larga entre os 30 e os 100 Mbps se situa na ordem dos €50, a média europeia para esses pacotes ronda os €43. E nos mesmos pacotes, mas com internet entre 12 e 30 Mbps, o preço em Portugal mantém-se no patamar dos €50, enquanto na restante UE cai para os €40.
Além de notar esta discrepância, o estudo encomendado pela Comissão Europeia deixa também claro que o cenário de divergência entre Portugal e os parceiros europeus nos custos de acesso a pacotes de internet de banda larga, televisão e telefone até já foi maior. Nos últimos quatro anos, por exemplo, os preços do acesso a pacotes triple-play em Portugal têm caído de forma constante. E o custo do acesso exclusivo a internet de banda larga ou a pacotes apenas de internet e televisão caiu mesmo de forma abrupta em 2014 nas modalidades até então mais caras (ver gráficos).
Os dados do estudo confirmam também que em Portugal mais de 50% das ligações de banda larga subscritas pelos clientes têm velocidades de download de pelo menos 30 Mbps, um registo que praticamente duplica a média europeia nesse tipo de ligação à internet.
Outra das áreas em que Portugal se destaca é no facto de as ofertas triple-play (às quais entretanto se foram somando as quadruple-play ou quintuple-play, com inclusão de telemóveis ou banda larga móvel nos pacotes comercializados por operadores como NOS, MEO, Vodafone TV ou Cabovisão) representarem quase 80% do número de subscrições de banda larga no país. E isto é praticamente o triplo da média europeia, onde é mais frequente a subscrição de pacotes só de acesso à internet, só com net e telefone fixo, ou só com net e televisão.
Em Portugal, de resto, e segundo dados da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom), essa tendência continua a reforçar-se: no final do segundo trimestre de 2015, o número de subscritores de ofertas em pacote atingiu os 3,1 milhões, ou seja, mais 12,7% face ao trimestre homólogo de 2014. Deste universo, 42,5% dos subscritores tinham pacotes triple-play e 36,4% tinham pacotes quintuple-play, a “modalidade que mais tem crescido nos últimos trimestres”, notava a Anacom no seu relatório.
No mesmo documento, a Anacom sublinhava que as receitas dos serviços em pacote atingiram, no segundo trimestre deste ano, os €737 milhões, o que representava para os operadores uma receita média mensal de €40,48. É também com base nestes indicadores que a Associação dos Operadores de Telecomunicações (APRITEL) destaca que “a fatura média mensal dos consumidores portugueses com os pacotes mais vendidos tem vindo a diminuir consistentemente desde 2011”, com quebras que oscilam entre os 5,1% e os 10,5%.
Face a estes números, a APRITEL argumenta que o facto de Portugal não aparecer nos melhores lugares do estudo da Comissão Europeia em matéria de preços se deve a “fatores exógenos ao sector das telecomunicações”, como a comparação de preços com IVA e ajustados pelas PPP. Questões que a APRITEL sustenta que “dizem respeito a toda a economia e que penalizam a posição relativa de Portugal neste tipo de comparações”.
Além de que, reforça a associação, a análise dos preços não deve também “ser alheada do forte investimento que se fez no desenvolvimento das redes e em qualidade de serviço” no nosso país. Porque não é por acaso que, no conjunto dos estudos da Comissão Europeia, Portugal “regista a melhor performance da UE” em termos de cobertura em todas as tecnologias adotadas e tem “um desempenho de excelência” nas velocidade disponíveis.
A tudo isto acresce, segundo os operadores, a constatação de que o estudo da Comissão Europeia “não capta devidamente o valor intrínseco das ofertas em cada país”. E nesse aspeto, dizem, a experiência média do consumo de televisão em Portugal não se compara nada mal com os parceiros europeus. “Por exemplo, em Portugal banalizou-se a funcionalidade de podermos (re)ver os programas até sete dias para trás, quando na vasta maioria dos países tal funcionalidade é muito mais limitada, quer em termos de dias, quer em termos de canais”, aponta a APRITEL (texto do Expresso, do jornalista Adriano Nobre)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Apresentadora da RTP e o marido fizeram contratos com o Instituto de Emprego
Além do seu emprego na RTP – que lhe dá um ordenado de 5900 euros –, Sónia
Araújo é também empresária. Segundo a revista ‘Tv 7 Dias’, a apresentadora terá
recebido, nos últimos cinco anos, mais de 186 mil euros do Estado por contratos
de ajuste direto, feitos com o Instituto de Emprego e Formação Profissional.
Também o marido, Vítor Martins, ganhou mais de 50 mil euros da mesma forma,
entre janeiro de 2014 e 2015. Para isso, foram criadas empresas de prestação de
serviços. No entanto, das cinco
empresas, diz a mesma publicação, quatro "têm aviso de encerramento pedido
pela gerente", estando apenas uma com atividade aberta, a Génios
Pioneiros, mas inativa. Apesar dos contratos, Sónia Araújo e o companheiro
acumularam dívidas de "milhares de euros" ao Fisco e correram o risco
de verem alguns bens penhorados. As dívidas já terão sido, entretanto,
regularizadas. Depois de ver o seu ordenado reduzido para metade, a
apresentadora da RTP é confrontada também com a crise nos seus negócios
(Correio da Manhã)
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Televisão: debatem, debatem... e dominam audiências
O futebol arrasta multidões, é uma frase que já se escreveu muitas vezes. Mas também mantém muita gente pregada à cadeira e não só durante a transmissão de jogos importantes. É isso que mostram as audiências dos vários programas de debate sobre o mundo da bola, que abundam nos canais de informação. E quando há polémica, os números disparam. No primeiro domingo em que o candidato Marcelo Rebelo de Sousa não ocupou a cadeira do estúdio da TVI (18 de outubro) foi substituído pelo polémico comentador em nome do Benfica, Pedro Guerra, e pela apresentação do novo comentador do Prolongamento (da TVI24), José de Pina. A audiência do segmento em que os dois foram entrevistados por Judite de Sousa, foi seguida por 1 milhão e 405 mil espetadores, em média, durante os 20 minutos que durou a entrevista. O interesse da entrevista a Pedro Guerra (cuja entrevista conquistou 29,3% de share, ou seja 30 em cada pessoas que viam televisão) e a José de Pina justifica-se pelo clima bélico criado na semana anterior, em que Eduardo Barroso, comentador em nome do Sporting, abandonou em direto o Prolongamento em conflito aberto com Pedro Guerra. Refira-se que o Jornal das 8 da TVI com Marcelo fazia médias de share de 30% e a presença de Pedro Guerra manteve esse nível. No passado domingo, o dérbi transmitido pela Benfica TV, o canal por subscrição do Benfica, foi visto por 352 mil espetadores (um valor que camufla o facto de muita gente se juntar em cafés e casas de amigos para assistir ao jogo), com um share de 10,1%. Mas na segunda-feira, os debates de futebol na TVI24 e na SIC Notícias obtiveram juntos quase tanto como isso: 253 mil espetadores. O que prova que ver e ouvir falar de futebol é um grande desporto nacional.
Mais bola que Mad Men
Em outubro, O Dia Seguinte, da SIC Notícias, transmitido às 22h, obteve uma média de 117 mil espetadores e 3,1% de share. O Prolongamento, que se tornou muito polémico este mês com a contenda entre Pedro Guerra e Eduardo Barroso, obteve 171 mil espetadores e 5% de share. O Trio d’Ataque, na RTP3, obteve uma média de 76 mil espetadores e um share de 1,8%. Refira-se que na há duas semanas um total de 253 mil pessoas seguiram os debates de futebol entre Rui Gomes da Silva, Guilherme Aguiar e Rogério Alves, no Dia Seguinte, na SIC Notícias , e entre Manuel Serrão, Pedro Guerra e José de Pina, no Prolongamento da TVI 24 . Ao mesmo tempo, apenas 43 mil espetadores seguiam na RTP2 o episódio de Mad Men, a série da norte-americana AMC que já recebeu quatro Emmys de Melhor Série Dramática e que tem sido considerada como uma das dez melhores séries de sempre (texto da jornalista do Sol, Telma Miguel)
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Televisão: assistentes de Fernando Mendes mediatizadas...
Lúcia Custódio mostra tudo
Lúcia Custódio e Lenka da Silva são, há vários anos, as duas assistentes permanentes do 'Preço Certo' de Fernando Mendes, o concurso líder de audiências emitido ao final da tarde pela RTP. Lenka já protagonizou uma sessão fotográfica muito ousada para a 'Playboy' e agora surgiram imagens escaldantes de Lúcia, que além de assistente do humorista é também modelo. Já teve pequenas participações em algumas séries televisivas, mas a sua paixão é, conforme já confessou, a pintura e as artes, tendo mesmo já realizado exposições (fonte: Correio da Manhã)
***
LENKA MOSTRA CORPO DE SONHO
Lenka na piscina de um hotel de luxo na MadeiraÉ a mais conhecida assistente de Fernando Mendes no concurso 'Preço Certo' da RTP. Lenka da Silva, de 41 anos, esteve na Madeira para assistir a um festival de música, a convite de uma empresa de telecomunicações, e refrescou-se na piscina de um hotel de luxo, onde ficou instalada, na companhia do marido, Hugo Silva, com quem tem uma filha, de quatro anos. Lenka mostrou que, apesar de ser mãe de dois filhos e já ter passado a barreira dos quarenta, continua a ter um corpo de sonho.
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