Mariano Rajoy no es el único en dudar aún si hay suficiente agua en la piscina. Una mayoría de españoles (55%) cree que el candidato del PP no logrará su pretensión de gobernar con el único apoyo de sus diputados, según la encuesta de Metroscopia realizada para EL PAÍS. Y eso a pesar de que esa misma mayoría sigue convencida de que, tras el resultado del 26-J, le corresponde al PP la tarea de dirigir el país. Para ello se verá obligado a buscar el apoyo de otros partidos en todo lo que pretenda hacer, dicen la práctica totalidad de los encuestados, que vaticinan además una legislatura más corta de lo normal (El Pais)
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domingo, 31 de julho de 2016
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Cerca de 70% das portuguesas acham justo trabalho doméstico que fazem
Cerca de sete em cada dez mulheres consideram que a parte das tarefas domésticas que realizam corresponde ao que é justo, segundo o Inquérito Nacional aos Usos do Tempo de Homens e de Mulheres (INUT).
terça-feira, 7 de junho de 2016
Sondagem: Portugueses preparados para assumir um estilo de vida que beneficie o ambiente
Três em cada quatro portugueses dizem-se preparados para assumir um estilo de vida que beneficie o ambiente, indicam os resultados do estudo TGI da Marktest. O estudo TGI da Marktest quantifica, na vaga global de 2015, em 6 301 mil o número de portugueses que referem estar preparados para assumir um estilo de vida que beneficie o ambiente, o que representa 73.6% dos residentes no Continente com 15 e mais anos.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Perto de dois terços da população nunca foi fumadora
De acordo com os dados de uma sondagem realizada pelo Fonebus da Marktest em exclusivo para a Marktest.com Notícias, quase dois terços dos residentes no Continente dizem nunca ter sido fumadores. Hoje, dia 31 de Maio, comemora-se o Dia Mundial do Não Fumador. Conheça-os melhor através dos resultados desta sondagem. No dia 31 de Maio comemora-se o Dia Mundial do Não Fumador.
sábado, 7 de maio de 2016
Sondagem: apenas 1 em cada 7 portugueses sabe quantos países tem a UE
O Dia da Europa vai celebrar-se a 9 de Maio. Mas, o que sabem os portugueses sobre a Europa? A resposta está nesta sondagem exclusiva que o Fonebus da Marktest realizou para a Marktest.com Notícias. Celebrando-se a 9 de Maio o Dia da Europa, a Marktest, através do seu estudo Fonebus, quis analisar o que sabem e o que acham os portugueses acerca da União Europeia. Quando questionados acerca do número de países que constituem a União Europeia, apenas 14% deu a resposta correta: 28 países. 40% dos inquiridos não souberam ou não quiseram responder à questão e 45% responderam números errados.
domingo, 10 de abril de 2016
Sondagem: Portugueses querem combate ao desemprego prioridade máxima do Governo
Em sondagem exclusiva realizada pelo Fonebus para a Marktest.com Notícias, os portugueses referem que o combate ao desemprego deveria ser a prioridade máxima do Governo. "Das seguintes opções que lhe vou referir, diga-me qual considera que, em sua opinião, deveria ser a prioridade máxima do Governo."
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Expectativas elevadas face ao novo Presidente
Em sondagem exclusiva realizada pelo Fonebus para a Marktest.com Notícias, os portugueses revelam ter expectativas elevadas no que diz respeito à atuação de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República. Recentemente, Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse como novo Presidente da República portuguesa.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Sondagem: Maioria dos portugueses não acredita no Orçamento
Cautela e caldos de galinha cada um toma o que quer, diz o ditado. E no que respeita às expectativas sobre o Orçamento do Estado, os portugueses, já escaldados a este respeito, preferem mesmo esperar para ver. Mais de metade dos inquiridos (55%) na sondagem de fevereiro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC dizem não acreditar nas contas deste Orçamento, contra apenas 33% que fazem fé na aritmética de Mário Centeno. A prudência prossegue na apreciação qualitativa do documento. As opiniões dividem-se no que respeita à opinião sobre se o OE traduz um virar de página da austeridade: são quase tantos os que respondem que sim (43,8%) quantos os que respondem que não (42,9%).
FICHA TÉCNICA
Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 4 a 10 de Fevereiro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte – 20,8%; A.M. do Porto – 14,7%; Centro - 28,0%; A.M. de Lisboa – 26,5%; Sul – 10,0%), num total de 1.010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1.268 tentativas de entrevistas e, destas, 258 (20,3%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, (Feminino – 52,0%; Masculino – 48,0%) e, no que concerne à faixa etária, (dos 18 aos 30 anos – 18,8%; dos 31 aos 59 – 50,5%; com 60 anos ou mais – 30,7%). O erro máximo da Amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (Expresso)
Sondagem. Catarina Martins continua em alta
A porta-voz do Bloco de Esquerda soma e segue junto dos eleitores. A sua popularidade já ombreia com a do primeiro-ministro António Costa. A popularidade da porta-voz do Bloco de Esquerda não pára de aumentar. Na sondagem de fevereiro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, Catarina Martins cresce dois pontos percentuais face ao mês anterior e só por uma escassa décima não partilha a liderança do ranking de popularidade dos protagonistas políticos com António Costa. Paulo Portas, que deixa a presidência do CDS/PP no congresso marcado para 12 e 13 de março, é o terceiro dos mais populares, a cerca de três pontos de Costa e Catarina. Nas intenções de voto, o quadro mantém-se praticamente inalterado em relação a janeiro. O Bloco de Esquerda, ainda assim, desce uma décima – não seguindo, portanto, a tendência crescente da sua porta-voz. Curioso é que só os partidos do Bloco Central ganham eleitores: o PSD aumenta quatro décimas e o PS três. E embora o partido do Governo seja o que mais intenções de voto reúne (33,6%), o de Passos Coelho segue-o a curtíssima distância (1,1%).
FICHA TÉCNICA
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 4 a 10 de fevereiro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,8%) — A.M. do Porto (14,7%); Centro (28,0%) — A.M. de Lisboa (26,5%) e Sul (10,0%), num total de 1010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1268 tentativas de entrevistas e, destas, 258 (20,3%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino 52,0%; masculino — 48,0% e, no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 18,8%; dos 31 aos 59 — 50,5% e com 60 anos ou mais — 30,7%. O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%.Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a comunicação social (Expresso)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Gregos são os europeus menos felizes
A sondagem realizada pela Win Gallup International revela que, em 67 países, os colombianos são quem mais refere sentir-se feliz ou muito feliz com as suas vidas, ao contrário dos gregos, que são os europeus com menor "índice de felicidade".
"Em geral, sente-se muito feliz, feliz, nem feliz nem infeliz, infeliz ou muito infeliz em relação à sua vida?" Esta foi a pergunta que a Win Gallup International, network internacional à qual a Marktest se encontra associada, colocou aos habitantes de 67 países do mundo. A maioria considera-se feliz.
Em termos globais, 14% dos inquiridos dizem-se muito felizes com a sua vida e 52% felizes. 23% referem que não estão nem felizes nem infelizes e 10% acham-se infelizes (7%) ou muito infelizes (3%).
Estes resultados têm no entanto diferenças muito significativas entre os vários países em análise. Se juntarmos as respostas muito felizes e felizes, vemos que na Colômbia 87% dos inquiridos se consideram felizes ou mesmo muito felizes com a sua vida, assim como 86% dos entrevistados na Arábia Saudita ou em Fiji.
Na Europa, os entrevistados na Dinamarca, Finlândia e Áustria são os que mais referem estar felizes ou muito felizes com as suas vidas, respetivamente 75%, 73% e 69%.
Pelo contrário, os residentes no Iraque são os que mostram menor percentagem de respostas indicando sentir-se felizes ou muito felizes com as suas vidas (26%), a que se seguem os gregos (29%), que são assim os europeus com menor "índice de felicidade". Na Tunísia (35%) e na Bulgária (39%) os valores também não atingem os 40%.
Portugal está entre os 13 países menos felizes, com 5% a considerar-se muito feliz, 45% feliz, 39% nem feliz nem infeliz, 9% infeliz e 1% muito infeliz. Face a idêntica sondagem realizada um ano antes, Portugal sobe uma posição nesta tabela, melhorando em 2 pontos percentuais face a essa data.
O mapa representa a opinião dos que se sentem felizes ou muito felizes com a sua vida.
Numa análise por grandes regiões, vemos como é na Europa ocidental que menos felizes se mostram os entrevistados, com 52% a considerar-se feliz ou muito feliz face aos 66% a nível global ou 75% no Leste da Ásia e Oceânia.
O estudo da Win Gallup foi realizado entre Setembro e Dezembro de 2015, junto de uma amostra de 66 040 entrevistados, residentes em 68 países de todas as regiões do Mundo. Em Portugal, a Marktest foi a responsável pela recolha de informação, que consistiu num estudo online junto de uma amostra de 1000 indivíduos com 18 e mais anos (Marktest.com, Fevereiro de 2016)
Sondagem: Conflitos e atentados marcam ano 2015
Em sondagem exclusiva realizada pelo Fonebus para a Marktest.com Notícias, os portugueses destacam, como acontecimento negativo de 2015, as guerras, conflitos e atentados terroristas que aconteceram um pouco por todo o mundo. Já para nomear o acontecimento mais positivo do ano, a dificuldade foi maior… Confira os resultados. "Em sua opinião, qual o acontecimento mais positivo do ano de 2015 (em Portugal ou no resto do mundo)?" "E qual o acontecimento mais negativo do ano de 2015 (em Portugal ou no resto do mundo)?" Estas foram as duas questões colocadas pela Marktest em sondagem realizada pelo Fonebus junto dos residentes no Continente com 18 e mais anos.
Os resultados mostram que os inquiridos têm muita dificuldade em destacar um acontecimento positivo do ano que há pouco findou. 28.4% dos que respondem à questão dizem mesmo que não houve nenhum acontecimento positivo ou que não se recordam de nada positivo e 37.7% dizem não saber responder à pergunta.
Entre quem refere acontecimentos concretos, a "queda do Governo anterior ou a mudança de governo" foi o acontecimento de 2015 mais indicado como positivo, por 12.3% dos entrevistados, em especial os do sexo masculino, os indivíduos entre 45 e 54 anos, os residentes na Grande Lisboa e os inquiridos das classes sociais mais elevadas.
A "atuação do Papa Francisco" ou acontecimentos pessoais (como o nascimento de um filho) ocupam o segundo lugar das referências, mas a uma distância considerável, recolhendo 2.2% das opiniões. A "retoma económica/aumento do salário mínimo" foi referido por um número similar de inquiridos (2.1%), assim como acontecimentos desportivos (2.0%) e a "ajuda aos refugiados" (1.9%).
Já quanto à identificação do acontecimento mais negativo do ano, as opiniões são bastante consensuais, com quase metade (48.9%) dos entrevistados a apontar a ocorrência de "guerras, conflitos, atentados, atentados de Paris, ataques terroristas" como o mais negativo do ano. Esta resposta foi indicada com mais frequência junto dos homens, dos mais jovens (18/24 anos), dos residentes na Grande Lisboa e dos indivíduos da classe média.
A crise dos refugiados foi outro dos acontecimentos negativos destacado por estes entrevistados, recolhendo 12.0% das respostas. A crise, ("Crise/Crise económica/Emigração/Austeridade/Desemprego") foi apontada por 9.3% dos inquiridos e a "mudança de Governo/PSD ganhar as eleições e PS governar" foi indicado por 6.1%.
"Intervenções nos bancos, casos BES, BANIF…", acontecimentos pessoais e catástrofes naturais foram outros dos acontecimentos referidos nesta sondagem como os mais negativos de 2015.
Este estudo foi realizado no Fonebus da Marktest, entre os dias 14 e 18 de Janeiro de 2016 (Marktest.com, Feveeiro de 2016)
domingo, 24 de janeiro de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
Portugueses querem menos espera na saúde e mais apoio a idosos
A maioria dos portugueses quer melhor acesso aos hospitais e centros de saúde públicos, mas admite que haja liberdade de escolha e financiamento do Estado também aos hospitais privados. Um estudo de uma consultora internacional, divulgado em exclusivo pela SIC e pelo Expresso, revela as principais dores de cabeça dos portugueses como, por exemplo, as filas de espera e o custo de acesso aos hospitais.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Sondagem um mês depois: PSD/CDS mais perto da maioria, PS na mesma
Se as eleições de há um mês fossem hoje, a coligação estaria mais perto da maioria absoluta, mas o cenário mantinha-se. Votos no PS mantém-se. CDU e BE praticamente inalterados. Se as eleições de 4 de outubro se repetissem hoje, a coligação Portugal à Frente ficaria mais perto da maioria absoluta, e o PS mantinha praticamente a mesma percentagem de votos. Também a CDU e o Bloco de Esquerda repetiriam a proeza e registariam um resultado semelhante ao que tiveram. É o que indica a última sondagem da Eurosondagem, divulgada esta sexta-feira pela SIC e o Expresso. Ou seja, pouco ou nada mudava, a não ser oscilações de percentagem. PSD e CDS continuam sem maioria absoluta e PS continua a poder fazer a mesma jogada à esquerda. No último estudo da Eurosondagem, realizado através de entrevistas telefónicas entre 29 de outubro a 3 de novembro de 2015, a coligação Portugal à Frente aparece com 40,8% dos votos, mais 2,2% do que teve nas legislativas do mês passado. O PS, em vez dos 32,3% que teve em outubro, teria agora 32,5%, enquanto o BE desce 0,2 pontos percentuais, mantendo-se na casa dos 10%, e a CDU fica na casa dos 8%, descendo apenas 0,3 pontos. De resto, também o PAN aparece na jogada, praticamente com o mesmo valor que obteve a 4 de outubro. Quanto à popularidade dos líderes, António Costa é o que mais desce em relação ao último barómetro: perde 7,6 pontos percentuais, mas mantendo-se ainda assim no topo da tabela com um saldo positivo de 14,8%. Passos Coelho mantém-se praticamente na mesma, descendo apenas 0,5%. Catarina Martins continua firme no seu fenómeno de popularidade, aumentando 3,4 pontos. Já Jerónimo e Sousa desce ligeiramente (0,9 pontos) face à última contabilização (Observador)
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Sondagem: coligação volta a subir e PS a cair
Um ponto percentual separa agora as duas forças. É a
menor diferença registada desde que António Costa chegou à liderança do PS. Na
popularidade, Passos regista saldo positivo. Não são boas notícias para o Largo
do Rato. Longe das (elevadas) expectativas que se criaram com a
chegada de António Costa ao topo do PS, a sondagem de setembro, a um mês das
eleições, não traz bons resultados para o Partido Socialista. Entre PS e
coligação a diferença é agora de apenas um ponto percentual – o que se traduz
num empate técnico (para não dizer num cenário de pântano) –, tratando-se por
isso da menor diferença registada desde que Costa assumiu o lugar de António
José Seguro.
Na comparação entre os estudos da Eurosondagem
efetuados depois do anúncio da coligação Portugal à Frente (a 25 de abril), é
notório como o PS tem vindo a perder nas intenções de voto, ao mesmo ritmo que
a direita tem ganho terreno. Se em maio a diferença entre os dois blocos era de
4,5 p.p., em junho passou para 3,6 p.p., em julho 2,1 p.p., em agosto 1,5, e
agora, em setembro, aparecem praticamente colados.
Nas intenções de voto, o partido socialista apresenta-se
com 36%, recuando três décimas face ao último barómetro. E o PàF está com 35%,
tendo ganho duas décimas no último mês. À esquerda, e depois do debate desta
semana entre Catarina Martins e Jerónimo de Sousa – onde os muitos ataques ao
PS deixaram perceber como PCP e BE estão preocupados com a dramatização do voto
útil -, comunistas e bloquistas aguentam os resultados. Em ambos os casos as
variações são ligeiras. Mas o destaque vai para o bom score da CDU, com 10,4%. Nota importante, estes resultados estão já projetados
com os indecisos, mas vale a pena isolá-los. Esta fatia de eleitores, que ainda
não sabe o que vai fazer a 4 de outubro, permanece demasiado elevada (e não
diminuiu): 21,1%. É neles que já se concentram todos os esforços, com pedidos
de maioria absoluta e de “resultados politicamente inequívocos”, numa
dramatização que, pelo que se vê nesta sondagem, ainda não está a conseguir
fazer o seu caminho. Em maio, o voto concentrado no chamado bloco central era
de 71,7%, agora diminuiu para os 70%. Bem longe dos 78,5% de votos que PSD, CDS
e PS conseguiram nas legislativas de 2011. Nota ainda para a popularidade. Costa é o líder que
continua a registar o melhor saldo entre as opiniões positivas e negativas, mas
Passos entrou este mês em terreno positivo, o que já não acontecia desde
outubro de 2012.
FICHA TÉCNICA EXPRESSO / SIC / EUROSONDAGEM
Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para
o Expresso e SIC, de 27 de Agosto a 2 de Setembro de 2015. Entrevistas
telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O
Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e
habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por
Região (Norte – 20,2%; A.M. do Porto – 14,2%; Centro - 29,1%; A.M. de Lisboa –
26,7%; Sul – 9,8%), num total de 1.040 entrevistas validadas. Foram efetuadas
1.267 tentativas de entrevistas e, destas, 227 (17,9%) não aceitaram colaborar
Estudo de Opinião. Foram validadas 1.040 entrevistas. A escolha do lar foi aleatória
nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento
que fez anos há menos tempo, e desta forma aleatória resultou, em termos de
sexo, (Feminino – 51,9%; Masculino – 48,1%) e, no que concerne à faixa etária,
(dos 18 aos 30 anos – 18,3%; dos 31 aos 59 – 49,7%; com 60 anos ou mais –
32,0%). O erro máximo da Amostra é de 3,04%, para um grau de probabilidade de
95,0%. Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade
Reguladora para a Comunicação Social (Expresso)
Sondagem: A um mês das eleições nem PS nem PSD-CDS parecem perto da maioria
A
margem tem vindo a diminuir, mas a tendência repete-se. O PS lidera as
intenções de voto para as legislativas de 4 de Outubro próximo. Nesta sondagem
hoje publicada pelo Expresso, realizada pela Eurosondagem (1.040 entrevistas
telefónicas) para aquele semanário e para a SIC, enquanto os socialista
recolhem 36% a coligação PSD-CDS fica-se pelos 35% das intenções de voto.
É
a menor diferença desde que António Costa chegou à liderança do partido, depois
de vencer as primárias internas de Setembro do ano passado. Porém, Costa
continua a ser o líder partidário com melhor saldo nas avaliações, tendo
registado uma subida na sua popularidade no mesmo período em que a sondagem
revela uma quebra eleitoral de 0,3% no PS. Já Pedro Passos Coelho é o mais
impopular dos líderes, apesar da subida de 0,2% registada pela coligação PaF.
De
resto, esta sondagem revela poucas oscilações entre os restantes partidos. A
CDU recolhe 10,4% (uma ligeira subida), o Bloco de esquerda 4,6% (uma ligeira
descida), o PDR e o Livre/Tempo de Avançar ficam exactamente como estavam na
última sondagem, em Agosto, com 2,3% e 1,7%, respectivamente. Essa estabilidade
já havia sido sublinhada pelo cientista político, e especialista em sondagens,
Pedro Magalhães, no seu blogue Margens de Erro, ainda antes de ser conhecida
esta consulta: “O retrato geral desde Maio até hoje é, afinal, de grande
estabilidade nas duas listas com maiores intenções de voto, com mais oscilações
na coligação PSD/CDS-PP (mas fundamentalmente devidas à sucessão de diferentes
sondagens de diferentes empresas com seus respectivos "house
effects"), e uma vantagem - reduzida - do PS sobre a coligação. (…)A CDU
está estável desde finais de 2014, o BE está há dois meses com resultados algo
acima dos seus piores resultados na legislatura, o PDR há muito tempo que não
se aproxima dos excelentes resultados iniciais dados pela Aximage (na casa dos
5%) e o Livre está muito estável em torno dos 2%.”
Segundo
os dados da Eurosondagem há, ainda, 21% de “indecisos”. Se esta fatia do
eleitorado será, ou não, decisiva para a escolha final é uma dúvida ainda por
esclarecer. Numa entrevista recente, Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD,
pareceu acreditar que sim, colocando-os na órbita de um potencial crescimento
da coligação de direita. Recorrendo a estudos pós-eleitorais, nas últimas
quatro eleições legislativas, Pedro Magalhães concluiu que, de facto, há dois
partidos que beneficiam de mais votos decididos “à última hora”: CDS e BE.
Porém, esse efeito pode compensar outros: “Nas eleições anteriores, ao passo
que o CDS parece ter-se dado sempre melhor entre os eleitores que dizem ter
decidido no final da campanha, o PSD deu-se sempre pior. Entre ganhos e perdas,
a coisa deverá ter sido ela por ela para os dois partidos vistos como um
conjunto. As diferenças entre os "early deciders" e os "late
deciders" nunca foram dramáticas, e nem sequer em 2002 serviram para mudar
o desfecho principal. Em suma, está por provar que os tais "indecisos"
sejam tão decisivos como muita gente parece pensar" (Público)
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Sondagem: Carlos Costa (BdP) chumbado em novo mandato
O governador do Banco de Portugal vai ser reconduzido para um segundo mandato debaixo de forte crítica política. Carlos Costa tem o apoio do Governo para mais cinco anos de mandato, mas a maioria dos portugueses dá nota negativa à escolha, segundo a sondagem CM/Aximage. Ainda sob influência do caso BES, em que Carlos Costa assumiu a decisão de intervir no banco, os números mostram que 52,5% dos inquiridos consideram como má ou muito má a decisão do Executivo de Passos Coelho em convidar o governador para continuar à frente do Banco de Portugal. Menos de 20% dos inquiridos aplaudem a recondução e 22% classificam-na como assim-assim. É entre os eleitores do PSD e CDS que Carlos Costa tem maior apoio: 40% dos votos nestes dois partidos são favoráveis à recondução. Os socialistas chumbam a escolha, com 66% dos que tradicionalmente votam no PS a considerarem a decisão como má ou muito má. Entre os bloquistas, 59,5% apelidam a recondução como uma má escolha e 56,3% dos eleitores comunistas consideram-na má. Apesar disso, quando questionados sobre o grau de confiança na banca, 45,5% dizem ser assim-assim e 28,3% dizem ser pequena. Carlos Costa é hoje ouvido no Parlamento no âmbito das novas regras para a eleição do governador, que obrigam o candidato escolhido pelo Governo a ser previamente inquirido no Parlamento. Os deputados vão questionar as linhas de orientação do segundo mandato (texto da jornalista Diana Ramos do Correio da Manhã)
domingo, 7 de junho de 2015
Sondagem: PS desempata da coligação PSD/CDS
O PS conseguiu, no último mês, desempatar com a
coligação PSD/CDS nas intenções de voto dos portugueses, mas não descola rumo à
almejada maioria absoluta. Segundo uma sondagem CM/Aximage, se as eleições
fossem hoje o PS obtinha 38% dos votos e a coligação "Portugal à
Frente" 37,2 %, uma diferença de apenas 0,8 pontos percentuais. Segundo a
sondagem, realizada entre os dias 31 de maio e 4 deste mês, os restantes
partidos caem nas intenções de voto. A CDU passa de 7,7% registados em maio
para 7,5 % em junho, o BE cai de 4,2% para 4%, o PDR de 2,6% para 2,1%, e o
Livre de 2% para 1,2%. Assim, a quatro meses das eleições, acentua-se a
tendência de bipolarização. No barómetro CM de maio, o PS obteve 37,3% dos
votos e o PSD/CDS 37,2%, um empate técnico. Este mês, os socialistas só
conseguem subir 0,7 pontos percentuais, e isto depois de conhecido o seu
programa eleitoral. Já o PSD estagnou, mantendo os mesmos 37,2% obtidos em
maio. A polémica em torno da intenção do Governo de cortar de 600 milhões de
euros nas pensões poderá ter travado a coligação, e nada ganhou com o anúncio,
na quarta-feira passada, das "Linhas de Orientação Geral para a Elaboração
do Programa Eleitoral" e da "Carta de Garantias". Tal com o seu
partido, António Costa sobe nesta sondagem. Na confiança para primeiro-ministro
passa de 43 % em maio para 43,8% em junho, mais 0,8 pontos percentuais. Passos
Coelho também sobe de 35,5% para 35,9% (mais 0,4 pontos percentuais). A
diferença entre os dois lideres partidários é agora de 7,9 pontos percentuais.
Este fator, "confiança para primeiro-ministro", pode ter uma peso
relevante na escolha dos portugueses nas eleições (fonte: Correio da Manhã)
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