Tony Carreira garante que a questão do plágio não é nova e que já está resolvida, com os autores das canções em causa. Numa entrevista em exclusivo à SIC, o cantor disse ainda que a queixa teve como intenção difamar o nome e a imagem do próprio.
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sábado, 16 de setembro de 2017
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Música: "Nós éramos normais e o resto do mundo era louco". A história irrepetível dos Beatles
Chega esta quinta-feira aos cinemas o documentário que retrata quatro anos de digressão dos Beatles, entre 1962 e 1966. Recorrendo a imagens inéditas, entrevistas com membros da banda e muita gente que testemunhou o fenómeno, “Eight Days a Week” mostra o impacto que esse tempo na estrada teve na banda. Teresa Lage, co-autora do livro “Beatles em Portugal”, comenta o filme realizado por Ron Howard (RR, pela jornalista Catarina Santos, ver aqui)
domingo, 14 de agosto de 2016
sábado, 2 de julho de 2016
Lena d’Água. O "avião" dos anos 80 que nunca nos deixou
Fez-se estrela no palco e nos discos. Saiu dos holofotes e encontrou paz no Oeste. A história de Lena d’Água: ascensão, queda e nova ascensão, agora longe dos olhares do grande público. “Eu nunca me fui embora" (RR)
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Adele revela novo videoclip
A cantora Adele revelou o novo videoclip na mesma altura em que celebra 28 anos e que assina um contrato de mais de 100 milhões de euros com a Sony Music. "Send my love" é o mais recente êxito da cantora britânica.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
sábado, 23 de abril de 2016
Quando ela canta tira-nos o ar...
Banda sonora para um filme que retrata a dramática
onda de despejos em Espanha nos últimos anos, Domus é o terceiro álbum que
Sílvia Pérez Cruz povoa com uma liberdade encantadora. Está a caminho de ser
uma das maiores cantoras do nosso tempo. Sílvia Pérez Cruz diz que tem uma voz
muito ibérica. Diz que este fogo de flamenco que lhe ouvimos num canto indomado
e que parece vir tanto da boca quanto do coração e do estômago, que em Espanha
faz com que assumam que tem cantado fados a vida toda, nada tem de muito
particular. “Todas as avós de todas as povoações ibéricas têm esta voz e
sinto-me parte dessa cadeia”, explica ao Ípsilon. Só que não é exactamente
assim. Ninguém canta como Sílvia Pérez Cruz.
A cantora catalã, nascida em Palafrugell, tem um sem-fim de músicas e de
vozes dentro da sua. Pode ter o timbre das avós ibéricas, mas esta facilidade
com que num só verso traz consigo flamenco, fado, jazz, rancheras, boleros,
samba e canto autoral espanhol, esta sua inexplicável maneira de soar a Chavela
Vargas, Lhasa, Billie Holiday, Feist e Camille como se todas pudessem ser uma
só, é algo que, por estes dias, faz de Pérez Cruz uma das maiores cantoras do
nosso tempo. Não é exagero. Basta apanhá-la em concerto para perceber que
assistimos em directo ao privilégio de escutar alguém que canta com tudo o que
tem e com tudo o que temos. Dir-se-ia que quando canta, Sílvia Pérez Cruz nos
arrasta em cada sílaba (texto do jornalista do Público, Gonçalo Frota)
sábado, 16 de abril de 2016
Esta atuação no "Britain's Got Talent" que está a dar a volta ao mundo
Nicholas Bryant subiu ao palco para participar na edição britânica do programa de talentos Britain's Got Talent. Disse que queria mostrar a sua música ao mundo e que iria tocar piano. E tocou, mas não estava sozinho. Segundos depois dos primeiros acordes, uma violinista começou por lhe fazer companhia, surpreendendo o painel de jurados composto por Simon Cowell, Amanda Holden, Alesha Dixon e David Walliams. Perante uma plateia em êxtase, Nicholas Bryant acabou ainda por ser acompanhado por uma orquestra, cujos elementos estavam espalhados pela audiência. Instrumentos de cordas, sopros e metais e até uma guitarra elétrica, dirigidos pelo maestro que entretanto também entrou em cena, levaram o auditório do Fountain Studios ao rubro. "É exatamente isto que procuramos [no programa]", disse-lhes Cowell, um dos jurados mais difíceis de agradar, no final da atuação. O vídeo com a participação da Collaborative Orchestra no Britain's Got Talent, produzido pela FremantleMedia e emitido na ITV, está a correr mundo através das redes sociais. Pode ser que, agora, está formação musical consiga alcançar o seu sonho: "Tocar para a rainha de Inglaterra" (DN-Lisboa)
domingo, 24 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
David Bowie: O primeiro videoclip no espaço ganhou um novo sentido
A versão de "Space
Oddity" e seu respectivo vídeo, que o astronauta canadiano Chris Hadfield
gravou na Estação Espacial Internacional há dois anos, está de novo a correr a
Internet. O videoclip, o primeiro a ser gravado no espaço, tem sido utilizado
para homenagear David Bowie, um dia após a sua morte aos 69 anos, vítima de
cancro. O próprio Hadfield comentou a morte do artista ontem, na sua conta
oficial do Twitter: «O teu brilho inspirou-nos a todos. Adeus, Starman»,
escreveu.Recorde aqui o vídeo de "Space Oddity", pela mão de Chris
Hadfield (Blitz)
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Apesar dos protestos, Nicki Minaj tocou mesmo em Angola
Os protestos que se seguiram à publicação da carta da Human Rights Foundation, amplificados pela imprensa internacional, não suscitaram qualquer reacção de Nicki Minaj. A cantora americana actuou mesmo como cabeça de cartaz do Show Unitel Boas Festas, no Estádio dos Coqueiros, em Luanda. E documentou toda a viagem no Instagram: os bastidores, a actuação de sábado, a presença da fã e accionista da Unitel, Isabel dos Santos, empresária e filha do presidente angolano, José Eduardo dos Santos. Ao anúncio do concerto de Minaj num concerto patrocinado pela maior rede de telecomunicações angolana seguiu-se uma carta assinada por Thor Halvorssen, presidente da Human Rights Foundation, onde se denunciava a corrupção e nepotismo do regime angolano e se pedia a Nicki Minaj que cancelasse a actuação na capital angolana, tendo em conta a sua actividade, por exemplo, em associações de apoio a jovens desfavorecidos no seu percurso escolar, algo que a Human Rights Foundation diz vedado a milhões de crianças angolanas, por culpa do seu governo.
Nick Minaj, que terá recebido um cachet de cerca de 2 milhões de dólares (1,84 milhões de euros), não deu qualquer resposta pública à carta, noticiada tanto em publicações dedicadas à música, como o NME ou o Les Inrockuptibles, em tablóides como o New York Post ou em títulos de referência como o Guardian ou New York Times. Na sua conta de Instagram, porém, foi bastante activa. Vemo-la a sair do avião que a levou a Luanda, embrulhada numa bandeira angolana (“Angola, amo-te”, escreveu), ou ao lado de uma Isabel dos Santos em pose informal. “Nada de especial… Ela é apenas a oitava mulher mais rica do mundo”, escreveu a cantora, que termina a o texto acompanhante da foto declarando como a motiva o poder feminino e usando Isabel dos Santos como exemplo motivacional: “O sucesso está à tua espera para ser agarrado” (Publico)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Vídeo sem censura de Peaches: provocação gratuita ou interrogação séria?
O novo videoclipe da cantora está a ser catalogado
como o vídeo mais extravagante de sempre, com cenas de nu frontal ou urina. É
mera provocação ou uma interrogação séria sobre género e sexualidade? As
opiniões dividem-se. O vídeo pode ser visto aqui. O seu conteúdo é explícito. O debate está lançado nas avenidas da internet, desde
que nas últimas horas se ficou a conhecer o novo vídeo da cantora Peaches, com
cenas de nu frontal, vaginas, pénis, urina e orgias. Trata-se de mera
provocação gratuita ou um questionamento artístico com pertinência? As opiniões
dividem-se por completo.
A canadiana, sediada em Berlim, que actuou este
fim-de-semana em Lisboa no contexto do festival Vodafone Mexefest, nunca foi
conhecida pela subtileza. Ao longo dos anos alcançou êxito nos meios mais
alternativos da música popular com canções como Talk to me (2009), Fuck the
pain away (2000) ou Shake yer dix (2003), e tem por hábito ser muito explícita
na atitude e nas letras, que normalmente versam sobre questões de género,
feminismo ou libertação sexual. Mas no vídeo de Rub, o tema-título do seu último álbum
deste ano, onde participam a cantora canadiana Feist ou a americana Kim Gordon
(Sonic Youth), resolveu ir mais além: o vídeo é uma espécie de ode ao órgão
sexual feminino e a cantora não hesita em retractá-lo nos seus mais diversos
ângulos. (texto do jornalista do Público, VÍTOR BELANCIANO)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Adolescentes de girl band sul-coreana detidas em Los Angeles por suspeita de serem profissionais do sexo
Os membros da girl band sul-coreana Oh My Girl foram detidas no aeroporto de Los Angeles porque as autoridades norte-americanas suspeitaram que fossem trabalhadoras do sexo. As raparigas que formam o grupo de música pop sul-coreano Oh My Girls foram detidas no aeroporto de Los Angeles, nos Estados Unidos da América, por suspeita de que pudessem ser trabalhadoras do sexo. As oito raparigas, com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos, foram impedidas de entrar nos Estados Unidos e passaram 15 horas na âlfandega, noticia a BBC. As adolescentes foram retidas no aeroporto depois de as autoridades terem passado revista à bagagem das cantoras que incluía vários disfarces e adereços, referiu a a editora WM Entertainment em comunicado. “Aparentemente foram confundidas por profissionais do sexo,” referiu um porta-voz da editora. Após o incidente no aeroporto, o grupo acabou por regressar a Seul sem chegar a atuar numa gala em Los Angeles como previsto. A editora afirmou ainda que vai averiguar sobre a legalidade da detenção e se é passível de ação judicial. O grupo Oh My Girl nasceu em março de 2015 na Coreia do Sul e a deslocação aos Estados Unidos tinha por objetivo principal a realização de uma sessão fotográfica para a capa do novo álbum (Observador)
terça-feira, 24 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Continua a ser grande: Adele. Conta, peso e sucesso
Aos 27 anos, a cantora chega ao seu terceiro disco, “25”. O seu single, “Hello”, acumula visualizações e uma entrevista à “Rolling Stone” revela as últimas mudanças na sua vida. O que não muda é o tamanho do seu sucesso. Porquê?
Há gente que gosta de fumar, por isso fuma. Há gente que gosta de comer, por isso come. O mesmo para o beber. E se há coisa que os vícios são... é tramados. Fumar mata, isso é certo, comer em excesso engorda... também é certo.
Mesmo quando somos um mero jornalista ou um talentoso canalizador. Quando se é Adele, as drogas ainda matam, mas parecem matar mais depressa. Até porque as profissões anteriores – foram só um exemplo, esteja à vontade para idealizar outras – não dependem de uma voz límpida, livre de catarros e outros malefícios. A isto junte-se o facto de quase nenhuma figura pública – sobretudo no caso de ser mulher – ser bem vista por ter quilos a mais. Até há algum tempo, Adele continha tudo isto e nem por isso deixou de vender milhões de cópias e de coleccionar fãs loucos em todas as capelas em que pregava. Talvez por isso gerou ódios de estimação diversos: uns acusavam-na de não cuidar da bênção que a sua voz era, outros atacavam a falta de cuidado que uma estrela pop como a britânica não podia ter com a sua aparência.
Adele sempre assobiou para o lado, na típica postura do “enquanto cá andar é do bom e do melhor”, na jovialidade de quem sempre se revelou sentir-se bem em relação ao peso, alguém que sempre disse odiar ginásios e adorar fumar. Esta é a mesma pessoa que, em vésperas do seu terceiro disco, “25”, pouco tempo depois de libertar o seu single “Hello”, faz capa da “Rolling Stone” sem qualquer tipo de maquilhagem. De robe branco e cabelo molhado, a sua postura quase podia ser confundida com uma boxeur sem cicatrizes, sisuda e confiante. Se veio do banho ou do ginásio... é coisa que não conseguimos descodificar. Digamos apenas que estamos perante Adele versão 2.0. Que frequenta ginásios, apesar de não gostar, que tem mais cuidado com a alimentação, porque os tempos assim o exigem, e que tem um novo disco que promete vender tanto ou mais que os outros. Os haters... que se aguentem.
Na recente grande entrevista à revista norte- -americana, onde mergulha profundamente na sua vida pessoal, a inglesa admite que a maternidade – como tantos outros já tinham avisado – é o primeiro passo para a acalmia. “Adorava fumar, mas não seria muito fixe estar a morrer com uma doença relacionada com o tabaco e ver o meu filho devastado”, conta. A pergunta seguinte é sobre o álcool, matéria onde, pelos vistos, era indestrutível. “Costumava ser capaz de beber até deitar alguém à mesa e, ainda assim, dar um concerto na perfeição. Mas com crianças, as ressacas são uma tortura. Eles simplesmente sabem, sentem, nesse dia parece que te escolhem e vão directos a ti.”
A sua actual – e ponderada, diga-se – tentativa de renovar a relação com álcool, optando por não se embebedar sem deixar de saborear o seu copo, é algo semelhante ao que tem feito com o físico. Sobre a dieta, que há muito se discute na opinião pública, Adele confessa que tem ido ao ginásio, mas também não se enquadra nos loucos viciados, aqueles que recentemente têm alternado entre o running e o ginásio. “Não ando a percorrer o ginásio todo, não gosto de lá ir sequer. Só gosto de fazer pesos, isso faz-me relaxar. Agora também digo, se não estiver em tour... é provável que me apanhem num restaurante chinês”, afirma à “Rolling Stone”.
Mais um disco para todos os tops
Bem sabemos que este subtítulo é uma aposta segura para quem a fizer, daquelas que se adivinham independentemente da qualidade do disco. Como não ouvimos “25” – o disco só sai a 20 de Novembro –, não vamos pôr-nos para aqui a opinar. Mas a avaliar pelo barulho que este “Hello” já provocou, é dinheiro certo. Com mais um trabalho de Adele, volta a questão-fantasma que sempre paira sobre a cantora: o que tem Adele para ter atingido tamanho sucesso? A primeira tentativa de resposta é fácil: uma grande voz, sem dúvida. Mas boas vozes há muitas, e nem todas significam fama.
Adele parece ter uma aura celestial em seu torno, uma energia qualquer que propaga nuvens de sensibilidade, como se através de Adele acedêssemos a um núcleo pouco visitado da nossa emoção. Ou como a modelo e actriz Cara Delevingne postou no seu Instagram: “Adele got me missing a man I don’t even have.” Ainda tem dúvidas? Recordem-se então momentos como os Brit Awards em 2011, onde com “Someone Like You” incendiou a sala, ou quando em 2013 cantou “Skyfall”, a música que escreveu para o penúltimo filme de James Bond, com o mesmo nome. Se isso explica tudo? Provavelmente, não. Se isto tem alguma teoria científica como base? Também não. O que está provado é que Adele é uma máquina de vender discos. Talvez nem ela saiba o motivo (Jornal I)
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
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