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sábado, 17 de junho de 2017
Crise: o que aconteceu à economia portuguesa no século XXI?
O percurso da economia
portuguesa no século XXI depende muito do indicador que se usa para fazer o
diagnóstico. Do ponto de vista do PIB, a entrada de Portugal no euro coincide
com a maior travagem histórica de que há memória. De um crescimento médio
superior a 3%, a economia abrandou para 1,2% ao ano, um valor que só tem paralelo
no que aconteceu à economia italiana. Mas o comportamento da produtividade, que
é uma medida muito mais apropriada da eficiência da economia, não parece ter
mudado muito. A produtividade cresceu pouco antes do euro, e cresceu mais ou
menos o mesmo após o euro. E na comparação com a Alemanha a conclusão ainda é
mais estranha: aparentemente, a economia nacional tem vindo a aproximar-se da
Alemanha ao longo da última década (Jornal
Económico)
Esqueça o défice, este é o novo problema das contas públicas
O Governo conseguiu o
menor défice alguma vez alcançado em democracia. Problema resolvido? Nem por
isso. As boas notícias esfumam-se depressa quando olhamos para o valor e nível
da dívida pública que Portugal tem. Um valor tão alto que nos vai obrigar a
mudar de vida.
BdP alerta para o elevado endividamento público e privado
O Banco de Portugal alerta que, apesar dos progressos,
a banca continua vulnerável a várias ameaças. A principal é o elevado
endividamento do Estado, das empresas e das famílias. No relatório que analisa
a estabilidade do setor financeiro, o supervisor avisa ainda que os bancos
devem resistir à tentação de facilitar a concessão de crédito, agora que a
economia e as contas públicas dão sinais de melhoria.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Número de beneficiários do RSI aumentou em 2016
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Penhoras de carros disparam 28% em 2016. As de casas baixaram
Foram vendidos 20 carros por semana. Finanças preparam mecanismo
eletrónico para limitar penhora de contas ao valor em dívida. O fisco penhorou
e vendeu em 2016 cerca de 20 carros por semana, num total de 979 veículos.
Foram mais 215 do que no ano anterior, uma subida de 28%. É o único tipo de
penhora que registou um aumento. Os imóveis que não correspondam a casa de
habitação permanente continuam a ser o tipo de ativo mais penhorado, mas os
dados disponíveis revelam que a procura por estes bens tem vindo a cair. E o
mesmo se tem passado com as penhoras de móveis, eletrodomésticos, direitos de
trespasses ou de arrendamento ou ainda de equipamentos industriais. A
proporcionalidade e a facilidade de transformar em dinheiro um bem que responde
por uma dívida são os princípios a ter em conta numa penhora. Mas esta espécie
de cobrança de último recurso acaba muitas vezes por esbarrar no tipo de bens
disponíveis, ou seja, que existem em nome do contribuinte ou que não estão a
ser alvo de penhoras por parte de outras entidades.
sábado, 26 de novembro de 2016
Portugal é o país com maior aumento de pessoas que não vão ao médico por falta de dinheiro
De acordo com um relatório da OCDE, apresentado ontem na Comissão Europeia,
Portugal é o país com maior aumento de pessoas que não puderam recorrer ao
médico por falta de dinheiro durante o período da crise. Embora seja o aumento
mais significativo na Europa, Portugal tem melhor acesso aos cuidados de saúde
do que a Grécia e a Itália.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Portugueses poupam cada vez menos
A poupança das famílias voltou a cair em 2015 comparativamente ao ano anterior, é um novo mínimo dos últimos 20 anos. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística revelados neste Dia Mundial da Poupança
sábado, 29 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
Estado vai perder 24 milhões de euros com o fim da CES
O Estado vai
perder mais de 24 milhões de euros com o fim da contribuição extraordinária de
solidariedade sobre as pensões. A taxa que é aplicada a pensões acima dos 4611
euros vai acabar no próximo ano. Mais de sete mil pensionistas com as pensões
mais altas do país, incluindo antigos banqueiros, vão deixar de ter cortes nas
suas reformas.
Lista de devedores ultrapassa as 213 mil pessoas
A lista negra de
devedores já ultrapassa as 213 mil pessoas e a dívida reclamada já chega aos
3,8 mil milhões de euros. Ao mesmo tempo que a lista engrossa, começa a ser
utilizada para outros fins como a consulta por empregadores em fase de
recrutamento.
domingo, 16 de outubro de 2016
Mapa: Só a Itália vai crescer menos que Portugal na Zona Euro em 2017
O FMI está pouco
optimista para a evolução da economia mundial e as perspectivas para Portugal
não são animadoras. O Fundo Monetário Internacional (FMI) antecipa uma ligeira
desaceleração da taxa de crescimento da economia mundial, de 3,2% no ano
passado para 3,1% neste ano, projectando 3,4% para 2017. Os novos números do
FMI foram divulgados nesta terça-feira, 4 de Outubro, no âmbito da actualização
das Perspectivas Económicas Mundiais. O FMI reviu significativamente em baixa a
sua previsão de crescimento para a maior economia mundial, antecipando que, em
ano eleitoral, os Estados Unidos cresçam apenas 1,6%, menos seis décimas do que
estimava ainda há três meses (Negócios)
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
FMI traça cenário negro para a economia portuguesa
Há mais dois relatórios do FMI que traçam cenários negros para Portugal. A instituição alerta para as fragilidades dos bancos nacionais, e avisa que o Governo deve falhar a meta do défice para este ano. É ainda avançado que daqui a cinco anos, Portugal deve ter o pior défice da zona euro. Os relatórios têm assinatura de Vítor Gaspar.
domingo, 2 de outubro de 2016
Despesas controladas nos hospitais até final do ano para cumprir défice
O Ministério da Saúde esclareceu hoje que o despacho que obriga os hospitais a controlar a despesa, tendo de pedir autorização para qualquer investimento, visa somente evitar derrapagens orçamentais até ao final do ano. A SIC falou com o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.
sábado, 1 de outubro de 2016
Portugal: investimento cai para pior ano da troika
É o estado da economia com a construção a
registar a pior marca desde o início de 2014 e a importação de maquinaria a
registar uma queda de 3,3% em relação a 2015. Enquanto Governo e oposição trocam acusações e justificações sempre que um
indicador económico é divulgado, algumas estatísticas teimam em não inverter a
tendência negativa. É o caso do investimento, que já conheceu dias bem
melhores. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no 1º trimestre de
2016 a queda do investimento foi de 1,2%, mas no segundo a contração passou
para os 3,2%. E este valor já não era visto há algum tempo – foi a pior marca
desde o 2º trimestre de 2013, altura em que o país vivia sob um programa de
ajustamento que resultou na tão falada onda de austeridade. «No 2º trimestre de
2016, o investimento em volume registou uma redução de 3%, que compara com a
variação homóloga de -1,2% registada no trimestre precedente», explicou o INE.
E este tem sido apontado com uma das principais explicações para o fraco
crescimento económico apresentado.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Maria Luís: Nem 2,7% nem sequer 3%
Maria Luís Albuquerque não acredita que o Governo consiga alcançar a meta do défice prevista para este ano. Declarações da ex-ministra das Finanças ao Negócios da Semana da SIC Notícias.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Ministro eslovaco espera eficácia na correção de défice português e espanhol
Os 28 ministros das Finanças da UE reuniram-se em Bratislava, na Eslováquia. O tema também foi a
Grécia, mas o processo de sanções a Portugal e a Espanha e a preparação dos orçamentos
da zona euro também deverão estar na ordem de trabalhos. À entrada para a
reunião, o ministro das Finanças da Eslováquia disse que espera uma acção
eficaz de Portugal e de Espanha para corrigir o défice.
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