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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Suspeitos dos atentados de Bruxelas tinha planeado atacar novamente Paris

A célula terrorista responsável pelos atentados em Bruxelas tinha planeado atacar novamente Paris mas foi surpreendida pela rapidez na investigação policial e pelas detenções de alguns dos principais membros o que terá precipitado os ataques na Bélgica. Com a detenção do homem do chapéu e a acusação de outras três pessoas ontem estão detidos ou mortos os principais suspeitos desta onda terrorista.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

FBI fala em evolução da propaganda no terrorismo

Os Estados Unidos continuam empenhados na luta contra o Daesh e, esta quarta-feira, o secretário de Estado da Defesa esteve em Bagdade, no Iraque, para discutir o reforço de meios. Entretanto, o diretor do FBI James Comey veio dizer que o Daesh revolucionou o terrorismo, com o uso das redes sociais e de comunicações encriptadas.

sábado, 28 de novembro de 2015

Opinião: Os custos do terrorismo nas economias mundiais

Vítimas, dor, sensação de insegurança, discursos políticos inflamados, reuniões de emergência, reforço das medidas e dos dispositivos de controlo: estes são alguns dos efeitos que actos de terrorismo como os que custaram 129 vidas em Paris costumam ter. Associado a tudo isto está o impacto na economia das acções dos terroristas e esse, segundo dados do relatório Índice Global do Terrorismo do Institute for Economics and Peace – congrega informação sobre o assunto desde 1997 – situou-se, em 2014, nos 52,9 mil milhões de dólares (quase o PIB da Bulgária). Desde 2001, ano dos ataques às Torres Gémeas, quando a factura económica ascendeu a 51,1 mil milhões de dólares, que não se chegava a valor tão elevado.
“O número dá uma ideia da assimetria envolvida”, comenta Miguel Monjardino, especialista em assuntos internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica. “Mais devastador é observar os efeitos exercidos na economia da Síria ou de grande parte do Iraque por causa da fuga de pessoas. Levando em conta que muitos dos refugiados chegados à Europa tinham dinheiro para isso, deixou de haver advogados, médicos, professores e outros que possam fazer funcionar uma sociedade. Mais: duvido que voltem, pois movimentos deste género, envolvendo famílias com filhos, significam que as pessoas não acreditam que o país tenha futuro. Ora, quando isto se contabiliza, chega-se a valores astronómicos”, opina. A estes valores “soma-se o dinheiro que o Daesh confisca e cobra em impostos e taxas nas regiões que conquistou na Síria e no Iraque”.
O Insider Pro (IP) alerta, contudo, para o facto de o cálculo ser feito a partir de propriedades atingidas em função de bombistas suicidas, bem como em relação a mortes, ferimentos, custos com cuidados de saúde e ganhos desperdiçados, embora não estejam colocados na equação investimentos necessários para questões como mais agentes em campo, seguros mais caros ou mudanças na organização das cidades que se sentem em perigo. 
Monjardino aponta, por outro lado, o que custaram aos terroristas os ataques em Paris. “Dez a 15 mil dólares. Pela primeira vez, os alvos dos ataques foram diferentes e exigiram competências diferentes: bombistas-suicidas; tácticas de assalto urbano; e, no Bataclan, gente que se entrincheirou para morrer. Para isto precisaram apenas de algumas AK47, certo tipo de explosivos e de gente disposta a morrer. O 13 de Novembro foi muito diferente do 11 de Setembro. Os ataques contra Nova Iorque e Washington foram complexos e sofisticados – espécie de momento “Sputnik” na história do uso do terrorismo. Paris é muito diferente. Os ataques foram simples na concepção e execução. Além disso, usaram o modelo do Daesh no Iraque – utilizar a Síria para reconquistar Bagdade. Agora usaram a Bélgica como base logística para actuar em França. Abolimos as fronteiras na União Europeia para fortalecer a integração política e criar prosperidade económica. O Daesh usou a abolição das fronteiras para fomentar a desintegração e semear o medo.” Porém, o especialista da Universidade Católica indica factores que correram mal aos terroristas: “A decisão de não evacuar o Stade de France, conjugada com o impedimento da entrada do bombista, evitou muitas mortes; outra questão foi a rapidez da polícia no assalto ao Bataclan, pois o atentado fora concebido para durar muito mais horas e causar mais vítimas – as autoridades resolveram o caso em menos de uma hora. Embora se lamente cada morte, a repetição de um caso como o do cerco de Bombaim teria atingido outras proporções”, defende.
“Maior fábrica de terroristas que o mundo conheceu”, conforme disse François Hollande, o Daesh foi responsável, em 2014, por mais de 20 mil mortes, ainda de acordo com os dados do referido estudo. Mas, segundo acrescenta o IP, entre 2006 e o ano passado perto de 70% das mortes por acções terroristas nos países ocidentais não envolveram extremistas organizados em grupos.
A educação e o passado 
Pouco depois de terem acontecido os actos terroristas, Miguel Monjardino considerou que ter pessoas com passaporte francês criara ainda maiores problemas de prevenção e controlo às forças de segurança. Explicando como pode alguém educado num país da União Europeia agir de modo tão desumano, Monjardino lembra: “Foi na Europa que surgiram as primeiras utopias políticas do século XX, as quais exerceram papel muito mobilizador. Nos anos 60 e 70 também houve grupos como as Brigadas Vermelhas ou o Baader Meinhof, e tácticas para tentar criar uma revolução. Agora estão em causa duas coisas: a primeira é a reconquista do poder pelos sunitas no Iraque. Uma das origens do Daesh é claramente secular. O Corão é um pormenor para os fundadores do Daesh. A segunda é a instrumentalização do Islão para criar a primeira utopia pan-árabe dos últimos 100 anos, uma vez que, por norma, a índole era nacionalista. O califado alimenta esta utopia que pretende a abolição da ordem internacional do mundo árabe e quer criar uma guerra com os xiitas a nível regional. O oxigénio político do Daesh é o caos. O que tornou Paris possível foram redes logísticas de apoio bastante antigas.” 
Sobre as forças de segurança, Miguel Monjardino diz: “Momentos como estes são muito injustos para as secretas e as autoridades em geral, pois não é possível saber por antecipação quantas vezes foram bem-sucedidos até suceder algo assim. É impossível impedir a 100% qualquer ataque terrorista. O número de mortos, o pânico, o medo e a visibilidade gerada dizem que esta ideologia vai ter fôlego por bastante tempo. Tudo isto faz parte de um processo político e ideológico longo no mundo sunita árabe. A Al Qaeda tem 27 anos. Claro que há divergências estratégicas importantes. Bin Laden nunca pensou ver o califado, mas estava disposto a lutar pela ideia. Os fundadores do Daesh são sunitas iraquianos que viram no caos da guerra civil da Síria uma oportunidade para recuperar o que tinham perdido com o derrube do regime de Saddam Hussein. A primeira coisa que o Daesh fez foi infiltrar e conquistar parte da Síria. Foi isto que lhes permitiu anunciar a fundação do califado. Um dos paradoxos do nosso tempo é que nunca houve tanta informação disponível. O problema é que o dilúvio da informação diária está a abolir a nossa memória histórica. Isto favorece os que usam o terror contra nós. Tornámos-nos sociedades instantâneas que exigem respostas instantâneas. A natureza secreta, manipuladora e violenta do Daesh não é muito diferente da de outros movimentos revolucionários.” 
Monjardino fala ainda dos desafios ao Ocidente. “Apesar do califado, o Daesh é descentralizado. Não se sabe bem quem toma as decisões mais importantes. É muito duvidoso que seja Abu Bakr al-Baghdadi, escolhido pelos fundadores da organização para desempenhar o papel do novo califa. Quando uma estrutura com estas características enfrenta outra bastante centralizada como os estados europeus ou uma organização como a União Europeia que delibera de forma lenta e consensual, a primeira ganha sempre. E, para derrotar aquela estrutura descentralizada, é necessária outra com grande capacidade de adaptação. A “Porta Aberta” no Twitter em Paris é um bom exemplo. Foi espontânea, de baixo para cima e retirou margem de manobra aos terroristas. Mas foi uma reacção, não uma adaptação. Nas operações anti-terroristas na Bélgica aconteceu o oposto. As autoridades pediram às pessoas e aos orgãos de comunicação social para não partilharem informações sobre o que acontecia. Isto é adaptação às novas realidades e funcionou bem. Outra possibilidade é negar ao Daesh o uso indiscriminado das redes sociais, pois estas são veículos de propaganda muito bem-sucedida para o recrutamento.”
Será mais complicado o controlo económico-financeiro de quem consegue, segundo dados revelados pelo “Financial Times”, cerca de 500 milhões de dólares anuais através do petróleo, além de outras receitas vindas do tráfico de seres humanos e da venda de cereais. “Demora mais tempo, embora as limitações geográficas e territoriais de quem não tem acesso ao mar, como é o caso do Daesh, coloquem dificuldade adicional que é o problema tradicional das utopias – a transição das operações para a conquista do poder por meios violentos onde a espionagem, a desinformação e o assassínio dos líderes das sociedades civis e tribais são essenciais para o governo e a administração das áreas conquistadas.” 
Passando a discussão actual pela hipótese de suspensão do acordo de Schengen e pela colocação de entraves à liberdade de circulação de pessoas, caso esta se concretize isso seria vitória do terrorismo? Miguel Monjardino indica: “Quem age assim procura mais o colapso da civilização através da instrumentalização da população árabe do que um choque entre civilizações. Este colapso passa pela guerrilha urbana em cidades europeias e por uma guerra apocalíptica entre sunitas e xiitas no Médio Oriente e Golfo Pérsico. Diminuir o espaço de circulação de Schengen podia ser o ideal na segurança mas duvido que aconteça. Mas o ‘espaço Schengen’ vai ter de adaptar-se ao desafio que esta ideologia revolucionária sunita representa para os países europeus. Não podemos continuar a dar aos que usam o terror uma vantagem tão grande no plano táctico e operacional.” (texto de Paulo Jorge Pereira, Económico)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Como o Estado Islâmico está a ser bombardeado mas não invadido

França, Rússia, Estados Unidos estão a bombardear os territórios do Daesh na Síria e no Iraque. Depois dos atentados de Paris, o debate sobre invasões por terra foi relançado. Veja como estão a decorrer as operações na região do autoproclamado Estado Islâmico a ser bombardeado (mas não invadido) (Expresso)

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Refugiada relata opressão do Estado Islâmico a mulheres

ISIS lança vídeo contra "coligação do diabo", onde inclui Portugal

Num outro vídeo tornado público pelo Daesh, França é encarada como principal alvo. Em língua francesa, o grupo extremista dirige-se ao presidente François Hollande indicando que não conseguirá vencer a guerra que trava com o ISIS:"Declaraste uma guerra que não podes vencer. Estamos a chegar e vamos esmagar o teu país", anunciam os terroristas. “A vitória foi-nos prometida pelo nosso criador”, justifica o mesmo homem, que surge armado perante as câmaras. Desde o atentado em Paris, o grupo extremista tem divulgado diariamente vídeos a ameaçar a Europa, especialmente a França. Ontem, um novo filme a circular na Internet mostrava a queda da torre Eiffel.  Intitulado 'Paris entrou em colapso', o filme começa com imagens dos atentados de dia 13 na capital francesa, que o EI reivindicou. Uma voz off dirige-se aos cidadãos europeus, referindo que não foi o EI que começou a guerra. "Foram vocês (os europeus) que iniciaram a agressão contra nós e pagareis o preço quando os vossos filhos forem para a guerra", afirmam os 'jihadistas', advertindo que os europeus não se sentirão seguros nem nos seus próprios quartos (Económico)

Jovem austríaca que se juntou ao EI terá sido espancada até à morte

Samra Kesinovic, de 17 anos, e a sua amiga Sabina Selimovic, de 15, ficaram conhecidas por terem fugido, em abril de 2014, das suas casas na Áustria para se juntarem ao autoproclamado Estado Islâmico (EI). Surgem agora notícias de que a Samra terá sido espancada até à morte por ter tentado abandonar o grupo terrorista, lê-se no Independent. A notícias é avançada pelos média austríacos, que referem que a jovem terá sido assassinada quando tentava fugir de Raqqa, na Síria. Uma das fontes, citadas para avançar com a informação da morte da jovem, é uma mulher tunisina que terá vivido com as duas amigas em Raqqa e que conseguiu fugir dos radicais.
Fontes oficiais do governo austríaco, porém, recusaram-se a comentar o caso.
As duas jovens, filhas de emigrantes bósnios, tornaram-se símbolos do EI, com imagens que circularam pelas redes sociais, em que apareciam vestidas com burcas, de Kalashnikovs na mão e rodeadas de homens armados. Ambas terão casado com combatentes do EI quando chegaram à Síria. Mas em outubro de 2014, notícias que citavam uma amiga das jovens avançavam que Samra estava enojada com as mortes a que tinha assistido e queria voltar para casa.  As autoridades austríacas acusaram um pregador islâmico, de origem bósnia a viver em Viena, de ter recrutado as jovens. Abu Tejda, também conhecido por Mirsad O, nega as acusações (Sol)

Vídeo revela rede de túneis do Estado Islâmico

O vídeo foi captado em Sinjar, que foi recuperada pelas forças curdas e da coligação no passado dia 12 de novembro, por um jornalista. Nos túneis, foram encontrados colchões, cobertores, ventoinhas, alimentos, cabos elétricos, lâmpadas, cortinas, prateleiras com livros e medicamentos. As autoridades recuperaram ainda caixas com munições e o que parece ser material para o fabrico de bombas, O acesso é feito a partir de várias casas. Uma vez na rede de túneis, os jihadistas do Estado Islâmico podiam movimentar-se livremente por baixo de Sinjar, sem se exporem aos ataques aéreos (Visão)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Como se financia o Estado Islâmico

A venda de petróleo e gás no mercado negro é a principal fonte de receitas, mas há outras formas de financiamento. A riqueza total do autodenominado Estado Islâmico (ISIS) está estimada em 2000 milhões de dólares. Não é um Estado e espera-se que nunca venha a ser. No entanto, tem dinheiro para financiar a sua expansão territorial e os atos terroristas; e não é pouco. Resulta sobretudo da venda de petróleo e gás no mercado negro, frequentemente a preços muito abaixo dos ‘tabelados’ mundialmente. Ou seja, é fácil vender e há sempre quem compre. Proliferam impostos sobre tudo o que mexe e inventam-se taxas por tudo e por nada. Os sequestros rendem milhões, assim como a venda de antiguidades e achados arqueológicos. Enquanto houver quem compre, o negócio floresce. Isso é garantido.
PETRÓLEO
A maioria das receitas resulta do negócio do petróleo, várias fontes apontam para uma receita diária de 1,5 a 2 milhões de dólares.
IMPOSTOS
De acordo com o The Washington Institute for Near East Policy, estima-se que sejam cobrados 8 milhões de dólares por mês em impostos e taxas sobre a atividade económica local.
RESGATES
Várias fontes referem que em 2014 o ISIS terá recebido perto de 20 milhões de dólares em pagamentos de resgates por pessoas sequestradas.
ARTE E ANTIGUIDADES
O ISIS também vende no mercado negro obras de arte, antiguidades e muitas peças de arqueologia.
ALGODÃO
A venda de algodão colhido nos campos agrícolas da parte síria do ISIS também é uma fonte de receita, embora sem valor calculado.
DONATIVOS
Donativos privados de outros grupos terroristas da região, mas o ISIS também é patrocinado por alguns países vizinhos do golfo (Expresso)

Os erros do jornalismo sob pressão: esta mulher não é bombista suicida...

Esta mulher é Nabila Bakkatha. Está viva, não tem nada que ver com o Daesh (autoproclamado Estado Islâmico) ou com Hasna, a mulher que morreu na operação polícial em Saint-Denis. Mora em Marrocos e foi por lá que se apercebeu que a sua imagem foi vendida a um jornalista como sendo de Hasna. Tudo não passou de uma vingança que Nabila vai querer resolver em tribunal. A fotografia correu mundo. Foi estampada no jornal britânico Daily Mail e inundou as redes sociais. Na legenda, Hasna Aitboulahcen, a primeira mulher-bomba, num momento descontraído, a tomar um banho de espuma. Em Marrocos, uma mulher não ganhou para o susto. Nabila Bakkatha nem queria acreditar quando viu a sua imagem relacionada com os atentados de Paris. "A fotografia foi tirada por minha amiga que a vendeu para um jornalista francês após os ataques em Paris como vingança", contou Nabila à CNN. "A minha família ficou chocada e alguns familiares não querem falar mais comigo". Nabila garante que não conhece Hasna e não tem ligações ao Daesh (autoproclamado Estado Islâmico). Por estes dias tenta "sobreviver" em Marrocos. "Parei de trabalhar, não posso sair de casa, e vivo constantemente com medo". Nabila Bakkatha vai avançar com um processo judicial contra a ex-amiga e o jornalista que comprou e publicou as imagens (SIC Notícias)

Bélgica continua em alerta máximo contra o terrorismo


O Governo belga mobilizou mais 500 polícias para assegurar a proteção dos locais públicos que reabrem esta quarta-feira, após quatro dias de alerta máximo em Bruxelas. O impacto das medidas de segurança na economia estão já a fazer-se sentir.

Molenbeek o bairro que não quer ser associado ao terrorismo


Adolescente estaria sentada em cima da bomba que matou 224 pessoas

A estudante de 15 anos, da região de São Petersburgo, na Rússia, regressava da estância turística de Sharm-el-Sheik, no Sinai, de regresso a casa. Estaria sentada no banco 30A ou 31A do aparelho quando uma explosão, poucos minutos depois do início do voo, provocou a queda do A321 no Sinai, matando as 224 pessoas a bordo, no final de outubro. Os últimos avanços da investigação, que cruzam os registos da companhia com os dados forenses, colocam Maria Ivleva, de 15 anos, ou Nadezhda Bashakova, de 77 anos, nos lugares onde a bomba estaria escondida, debaixo dos assentos, na zona em que ficam acomodados os coletes salva-vidas.  Segundo um jornal russo citado pelo The Telegraph, cerca de três dezenas de passageiros terão tido morte imediata, devido à explosão. 
Uma explosão provocada, segundo as imagens divulgadas há dias, por um engenho preparado numa lata de refrigerante.  As conclusões da investigação vão sendo conhecidas conta-gotas, mas as palavras correm mais depressa. O Estado Islâmico reivindicou de imediato o atentado e o presidente russo, Vladimir Putin, já começou a responder aos jihadistas, intensificando os ataques aos radicais islâmicos na Síria (TVI24)

Turquia abate avião militar russo

Ministério da Defesa de Moscovo reconheceu que o avião abatido por Ancara é de fabrico russo. Turquia argumenta que alertou dez vezes os pilotos de que estavam em espaço aéreo turco.

Cinto de explosivos encontrado a sul de Paris

Terrorismo: as caras por trás dos números

domingo, 22 de novembro de 2015

“Sky News” mostra cenário caótico dentro do hotel de luxo no Mali

Um vídeo da Sky News mostra o rescaldo do atentado no hotel Radisson Blu na capital do Mali. Um cenário caótico, de desordem, que revela o estado em que ficaram os vários espaços do hotel, incluindo os quartos onde alguns hóspedes se barricaram durante horas. Três suspeitos continuam a ser procurados pelas autoridades (Expresso)

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

O terrorismo global em cinco gráficos

Como evoluiu o número de vítimas mortais do terrorismo, os países com mais casos, qual o grupo mais mortífero e custo económico deste flagelo. Veja o retrato do Institute for Economics and Peace. O Global Terrorism Index 2015 do Institute for Economics and Peace traça o cenário de um crescimento galopante do terrorismo. O número de vítimas mortais cresceu 80% entre 2013 e 2014 para um total de 32.658. E cresceu nove vezes face a 2010 Os dados mostram que o terrorismo é um fenómeno concentrado sobretudo em cinco países: Iraque, Nigéria, Síria, Afeganistão e Paquistão, que representam 57% dos ataques. Mas o número de países com um elevado número de mortes está a aumentar. Apesar da visibilidade que têm os atentados nos países ocidentais, estes representam 2,6% das vítimas mortais nos últimos dez anos. A maioria destas mortes (70%) foram provocadas por indivíduos isolados e só em 20% dos casos o fundamentalismo islâmico foi o motivo.
Terrorismo atinge recorde em 2014
O ano passado ocorreram 13.370 atentados terroristas em 93 países, o número mais elevado de sempre. O mapa mostra que os ataques ocorreram sobretudo em cinco países. Afeganistão, Iraque, Nigéria, Paquistão e Síria representaram 57% dos atentados e 78% das mortes. O número de países com mais de 500 vítimas mortais por ano passou de cinco em 2013 para 11 em 2014.
Atentados provocam nove vezes mais vítimas
Registaram-se mais de 61 mil ataques terroristas no mundo desde o ano 2000, que provocaram a morte a mais de 140 mil pessoas. O número de atentados e vítimas cresceu de forma acelerada a partir de 2011, com o início da guerra civil na Síria e o crescimento da actividade do autodenominado Estado Islâmico e do Boko Haram, na Nigéria.
Boko Haram mais mortífero que o Estado Islâmico em 2014
O grupo extremista islâmico Boko Haram foi responsável por 6.644 mortes em 2014, superando o autodenominado Estado Islâmico e tornando-se o grupo terrorista mais mortífero do ano. . Estes dois grupos foram responsáveis por 51% das mortes registadas em 2014. A percentagem de vítimas civis é maior no grupo nigeriano (77%) do que no Estado Islâmico (44%). (Jornal de Negocios)