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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Transplantes em Portugal

fonte: Correio da Manhã

Saúde perde mais de mil enfermeiros

O Serviço Nacional de Saúde passou de 40 469 enfermeiros em 2011 para 39 316 em 2014. São menos 1153 profissionais em quatro anos, o que representava a 31 de dezembro do ano passado um enfermeiro por cada 254 pessoas. Os dados constam do relatório ‘Inventário dos Profissionais de Saúde’, da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). "A redução resulta da brutal emigração dos enfermeiros e da aposentação antecipada dos mais velhos", considera Guadalupe Simões, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), sublinhando que as políticas do Ministério da Saúde resultaram numa sobrecarga brutal dos profissionais. Apesar da redução do número de enfermeiros, refere a ACSS no documento, aumentaram as horas prestadas por estes profissionais devido ao aumento do período de horas de trabalho na classe. Para Guadalupe Simões, este cenário reduziu a qualidade do serviço aos utentes: "Este aumento para 40 horas significa menos três dias de folga num período de quatro semanas. A sobrecarga de trabalho só aumenta o risco de erro nos cuidados prestados". A justificar esta preocupação está o dado relacionado com a idade dos enfermeiros. Segundo o documento, 82,2 por cento apresenta menos de 50 anos. A maioria (20 667) tem até 39 anos. "É uma profissão jovem, mas o que se ganha em juventude, perde-se em experiência", conclui (Correio da Manhã, pelo jornalista André Pereira)

Portugueses fumam cada vez mais e mais cedo

Os portugueses estão a fumar mais e cada vez mais cedo. De acordo com um Eurobarómetro, um quarto dos portugueses são viciados em tabaco. A maioria, 75% começou a fumar antes dos 18 anos


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pais galegos pedem "morte digna" da filha com doença irreversível

Na Galiza, os pais de uma criança pedem uma morte digna para a filha que está internada há meses, devido a uma doença neurodegenerativa irreversível. A comissão de ética da Galiza concorda com os pais, mas os médicos recusam-se a desligar o suporte artificial de vida.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Café faz bem a doentes de cancro do intestino

O café pode aumentar a taxa de sobrevivencia nos doentes com cancro do intestino. A bebida pode ainda retardar reincidencias da doença. É o que concluiu um estudo científico realizado nos Estados Unidos

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Metade dos portugueses consome cereais de pequeno almoço

O estudo TGI da Marktest revela que são mais de 4 milhões os portugueses que referem ter consumido cereais de pequeno almoço nos últimos 12 meses, sobretudo os mais jovens. O estudo TGI da Marktest quantifica, na vaga global de 2014, em 4 259 mil o número de portugueses que consumiram cereais de pequeno almoço nos últimos 12 meses, o que representa 49.7% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. Na análise do perfil destes indivíduos, observa-se que é a idade a variável mais discriminante, revelando maiores diferenças entre os indivíduos. Enquanto 74.0% dos indivíduos entre os 15 e os 24 anos afirma consumir cereais de pequeno almoço, essa percentagem não vai além de 35.6% nos indivíduos entre os 55 e os 64 anos. Por género, verifica-se que a penetração deste tipo de consumo é maior junto das mulheres (54.5%), enquanto junto dos homens a penetração é abaixo da média: 44.3%. Por região Marktest, destacam-se os consumos acima de 50% dos indivíduos da região da Grande Lisboa (54.0%) e da região Sul (50.7%). Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal, é um estudo único que num mesmo momento recolhe informação para 17 grandes sectores de mercado, 280 categorias de produtos e serviços e mais de 3000 marcas proporcionando assim um conhecimento aprofundado sobre os portugueses e face aos seus consumos, marcas, hobbies, Lifestyle e consumo de meios. Presente em mais de 60 países nos 5 Continentes, o TGI poderá ainda caracterizar mercados internacionais com vista ao conhecimento dos consumidores além fronteiras (Marktest.com, Agosto de 2015)

terça-feira, 21 de julho de 2015

Farmácias perdem 40 milhões em dez anos

Nos últimos dez anos, as farmácias perderam 40 milhões de euros com a venda de medicamentos sem receita noutros locais. A Ordem dos Farmacêuticos da Madeira diz que a abertura das parafarmácias agravou os problemas de gestão dos espaços tradicionais.

sábado, 18 de julho de 2015

Farmácias deixaram de ser um bom negócio

19% das farmácias portuguesas têm prejuízos. Estudo revela que o sector lucra menos de um 1% das vendas. São pedidas margens fixas. “É o período mais complicado que já vivemos desde que temos a farmácia, há 15 anos. Os stocks têm de ser os mais reduzidos possível para conseguirmos sustentar a farmácia e torna-se muito difícil dar resposta ao utente”, lamenta Inês Pereira, farmacêutica e filha da dona de uma farmácia no centro de Lisboa. A crise transformou uma ‘mina de ouro’ num ‘poço de lamentações’. “Baixaram drasticamente o preço dos medicamentos e as nossas margens e temos dificuldade em adquirir certos medicamentos porque são rateados pelos laboratórios ou pelos armazenistas, que não colocam quantidades suficientes no mercado nacional”, explica a farmacêutica. E, quando assim é, só resta abrir os cordões à bolsa, no caso, abdicar de parte da remuneração. “Muitas vezes temos de recorrer às linhas SOS dos laboratórios para conseguir o medicamento em vez de o fazermos através do armazenista, obtendo um lucro maior.” Somadas todas as parcelas, o negócio complicou-se. “Durante cerca de seis meses tivemos dificuldades em comprar os medicamentos, porque ou tínhamos dinheiro ou não nos forneciam. O que fazíamos ao balcão era o que tínhamos para pagar”, conta. Foi preciso reajustar quase tudo para manter a porta aberta. Por exemplo, os salários foram reduzidos, a renda negociada e os contratos alterados, mas pouco. “Antigamente era possível negociar prazos de pagamento mais alargados do que os atuais 30 dias”, exemplifica Inês Pereira (Expresso)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria

"O maior do país, está minado por uma teia de interesses conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. Maçonaria, Opus Dei e partidos políticos minam Hospital de Santa Maria O Hospital de Santa Maria, o maior do país, está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas, conclui um estudo que avaliou a qualidade e funcionamento de seis instituições nacionais. A análise ao Hospital de Santa Maria (HSM), a cargo de Sónia Pires, salienta que, "apesar das melhorias registadas a partir de 2005", a unidade hospitalar "continua atravessada por fortes conflitos de interesse e atos nas zonas cinzentas ou silenciadas que se configuram como corrupção".
"A Maçonaria, a Opus Dei e a ligação a partidos políticos ainda são três realidades externas que intersetam a esfera do HSM", refere o estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que vai ser apresentado na quinta-feira" (Económico)