Primeiro-ministro vai passar duas semanas na praia. O primeiro-ministro já está de férias no Algarve. Pedro Passos Coelho está na praia da Manta Rota e deu um passeio pelas ruas ao lado da mulher, Laura, que ainda luta contra o cancro.
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Entrevista ao Sol: Passos rejeita coligação com o PS e volta a desmentir Portas sobre SMS
"Quanto àquilo que se passou no Verão de 2013, a versão que o livro narra e no que narra em discurso directo feito por mim corresponde à verdade."
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defende numa entrevista ao jornal Sol que a opção nas legislativas é entre dar maioria à coligação PSD/CDS-PP ou ao PS, considerando que um Governo a três não teria "condições para funcionar". Contudo, o presidente do PSD não assume nenhuma posição absoluta sobre soluções de Governo: "Em teoria, todos nós não podemos deixar de nos sujeitar ao resultado das eleições, e depois das eleições então veremos o que é que se fará. E eu não vou a este tempo das eleições pôr-me a traçar cenários". Nesta entrevista, o primeiro-ministro reitera o relato que fez da crise governativa de há dois anos na sua autobiografia autorizada, “Somos o que escolhemos ser”, declarando: "Quanto àquilo que se passou no Verão de 2013, a versão que o livro narra e no que narra em discurso directo feito por mim corresponde à verdade". Ainda relativamente à governação conjunta com o CDS-PP nos últimos quatro anos, Passos Coelho diz que houve "divergências reais" e que "não foi fácil ultrapassá-las" e traça diferenças entre os papéis desempenhados por cada um dos partidos: "Uma vez que as coisas correram bem, também o PSD pode dizer que, no essencial, as coisas resultaram porque o PSD não se importou muitas vezes de ser visto pelas pessoas como o mau da fita". No que respeita às legislativas, questionado sobre o cenário de um Governo a três, com PSD, CDS-PP e PS, responde: "O que vai estar em jogo nas próximas eleições é saber se damos maioria ao atual Governo, ou se damos maioria ao PS, e eu espero que uma destas coisas aconteça. Espero, evidentemente, que este Governo possa ter uma maioria". O primeiro-ministro justifica esta posição afirmando: "Porque não me parece que haja, no actual contexto, nenhuma ideia de que um Governo juntando CDS, PSD e PS pudesse sequer funcionar". Passos Coelho acrescenta que "todos os sinais" que existem hoje indicam que uma solução dessas "não tem nenhumas condições para funcionar", e salienta as diferenças em termos de política económica: "O programa económico é divergente, o modelo económico é diferente".
"A forma como o PS - e já vão em duas lideranças - vem colocando o problema político e económico mantém o mesmo perfil e não é conciliável com os objetivos que temos, quer com as regras europeias, quer com o que tem sido o esforço de modernização e de reforma estrutural da sociedade portuguesa", completa. Nesta entrevista ao Sol, Passos Coelho declara ter "uma visão muito positiva" do mandato de Carlos Costa à frente do Banco de Portugal e considera que "no caso do BES o país lhe deve o facto de ele não ter fingido que não via o que se estava a passar e de ter intervindo de forma a salvaguardar a estabilidade financeira". Depois, menciona que "o governador tem uma equipa bastante vasta" e dirige um elogio particular a Carlos Costa: "Acho que lhe devemos muito concretamente a ele, à sua intervenção, ao seu nível de consciência ter feito as perguntas que era preciso fazer, ter mandato as cartas que era preciso mandar, e que não era habitual fazer-se no Banco de Portugal”. (Sol)
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defende numa entrevista ao jornal Sol que a opção nas legislativas é entre dar maioria à coligação PSD/CDS-PP ou ao PS, considerando que um Governo a três não teria "condições para funcionar". Contudo, o presidente do PSD não assume nenhuma posição absoluta sobre soluções de Governo: "Em teoria, todos nós não podemos deixar de nos sujeitar ao resultado das eleições, e depois das eleições então veremos o que é que se fará. E eu não vou a este tempo das eleições pôr-me a traçar cenários". Nesta entrevista, o primeiro-ministro reitera o relato que fez da crise governativa de há dois anos na sua autobiografia autorizada, “Somos o que escolhemos ser”, declarando: "Quanto àquilo que se passou no Verão de 2013, a versão que o livro narra e no que narra em discurso directo feito por mim corresponde à verdade". Ainda relativamente à governação conjunta com o CDS-PP nos últimos quatro anos, Passos Coelho diz que houve "divergências reais" e que "não foi fácil ultrapassá-las" e traça diferenças entre os papéis desempenhados por cada um dos partidos: "Uma vez que as coisas correram bem, também o PSD pode dizer que, no essencial, as coisas resultaram porque o PSD não se importou muitas vezes de ser visto pelas pessoas como o mau da fita". No que respeita às legislativas, questionado sobre o cenário de um Governo a três, com PSD, CDS-PP e PS, responde: "O que vai estar em jogo nas próximas eleições é saber se damos maioria ao atual Governo, ou se damos maioria ao PS, e eu espero que uma destas coisas aconteça. Espero, evidentemente, que este Governo possa ter uma maioria". O primeiro-ministro justifica esta posição afirmando: "Porque não me parece que haja, no actual contexto, nenhuma ideia de que um Governo juntando CDS, PSD e PS pudesse sequer funcionar". Passos Coelho acrescenta que "todos os sinais" que existem hoje indicam que uma solução dessas "não tem nenhumas condições para funcionar", e salienta as diferenças em termos de política económica: "O programa económico é divergente, o modelo económico é diferente".
"A forma como o PS - e já vão em duas lideranças - vem colocando o problema político e económico mantém o mesmo perfil e não é conciliável com os objetivos que temos, quer com as regras europeias, quer com o que tem sido o esforço de modernização e de reforma estrutural da sociedade portuguesa", completa. Nesta entrevista ao Sol, Passos Coelho declara ter "uma visão muito positiva" do mandato de Carlos Costa à frente do Banco de Portugal e considera que "no caso do BES o país lhe deve o facto de ele não ter fingido que não via o que se estava a passar e de ter intervindo de forma a salvaguardar a estabilidade financeira". Depois, menciona que "o governador tem uma equipa bastante vasta" e dirige um elogio particular a Carlos Costa: "Acho que lhe devemos muito concretamente a ele, à sua intervenção, ao seu nível de consciência ter feito as perguntas que era preciso fazer, ter mandato as cartas que era preciso mandar, e que não era habitual fazer-se no Banco de Portugal”. (Sol)
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sexta-feira, 8 de maio de 2015
Funcionária acedeu a dados fiscais de Passos Coelho a seu pedido!
Uma funcionária do Fisco que está a ser investigada por ter acedido aos dados fiscais do primeiro-ministro diz que o fez a pedido de Pedro Passos Coelho, embora não diga qual foi o pedido exato do primeiro-ministro, noticia o Diário Económico. O gabinete de Passos Coelho diz que não foi pedido qualquer “tratamento de favor”. De acordo com uma ata da audiência desta funcionária no âmbito de uma auditoria da Autoridade Tributária, que o Diário Económico cita na sua edição de hoje, a funcionária terá acedido aos dados primeiro-ministro devido a um pedido do próprio, devido a uma questão relacionada com o seu IRS. O acesso terá sido feito em novembro de 2014 e terá sido detetado no âmbito da chamada lista VIP, que controlava o acesso dos funcionários do fisco a alguns contribuintes, todos eles governantes, e entre os quais estava Passos Coelho. A funcionária do Fisco explicou que o primeiro-ministro lhe ligou porque têm uma “relação de amizade”. Confrontado com estas declarações, o gabinete de Passos Coelho disse apenas que não houve qualquer pedido de tratamento de favor por parte da AT (Observador). Sobre este tema leia também a notícia no Económico (aqui) e no Público (aqui)
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