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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Sócrates processa Estado português: a análise de José Gomes Ferreira

José Gomes Ferreira, diretor adjunto de informação da SIC, esteve na Edição da Noite para analisar a conferência de imprensa dada pelo antigo primeiro-ministro José Sócrates em que este anuncia ter processado o Estado português.

Sócrates: "Suspeitas negam-se umas às outras"

José Sócrates processou o Estado português. Em conferência de imprensa, esta sexta-feira, o antigo primeiro-ministro defendeu que as suspeitas que recaem sobre si se "negam umas às outras" e fala numa "maldosa campanha pública de difamação" contra si, dividida nas acusações sobre o Grupo Lena, os alegados benefícios no caso Vale do Lobo e a OPA sobre a PT.

Sócrates poderá ter tido acesso a 30 milhões de euros através de contas de Santos Silva

José Sócrates pode afinal ter tido acesso a quase 30 milhões de euros, através das contas de Carlos Santos Silva. Para além dos 21 milhões que vieram das offshores da Suíça, os investigadores da Operação Marquês suspeitam que um negócio entre o Grupo Lena e uma sociedade de Hélder Bataglia em Angola tenha feito chegar outros 8 milhões ao amigo do antigo primeiro-ministro.

Sócrates considera-se alvo de perseguição pessoal com motivações políticas

José Sócrates diz que tem sido alvo de uma perseguição pessoal com motivações políticas e nega ter recebido luvas da PT, acusação que considera absurda. O antigo primeiro-ministro processou o Estado português por considerar que houve uma violação dos prazos legais para a conclusão do inquérito.

Desmantelada rede que roubava dinheiro de contas bancárias portuguesas

Uma rede internacional que roubava dinheiro de contas bancárias portuguesas foi desmantelada. O crime foi denunciado à Polícia Judiciária por um banco que terá sido lesado em 50 mil euros. Os ataques eram feitos pela internet através de uma tecnologia. Um brasileiro de 25 anos foi detido e ficou em prisão preventiva.

sábado, 12 de novembro de 2016

Operação Marquês: Princípio, meio e... fim?

Desde que em novembro de 2014, num dos momentos mais surpreendentes da história da Justiça portuguesa, José Sócrates foi preso houve muitos artigos publicados sobre o caso de corrupção em que o ex-primeiro-ministro é o principal suspeito. Mas, independentemente de tudo o que foi escrito e explicado, há um ponto que continua por saber: quando é que termina a investigação? O que é que falta? Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o país e o mundo (Expresso)

Pedro Dias deu entrevista ao 'Diário de Coimbra'

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Pedro Dias conta a sua versão dos acontecimentos

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Sexta às 9 reconstitui crimes que envolvem Pedro Dias

A RTP registou a versão de Pedro Dias e lançou-se numa investigação independente, procurando as testemunhas-chave deste duplo homicídio. São essas provas que podem confirmar ou desmentir o alegado homicida: a começar no militar da GNR que sobreviveu ao primeiro crime e a terminar na mulher de 26 anos que foi baleada na cabeça durante uma alegada tentativa de carjaking. O Sexta às 9 conseguiu entrevistas exclusivas com o pai da mulher que sobreviveu e com o mãe do GNR que morreu. Cruzadas todas as versões, o resultado foi a reconstituição que permite perceber o que realmente terá acontecido na madrugada de 11 de outubro. Já passava das três da manhã quando dois elementos da patrulha da GNR de Aguiar da Beira, em pleno giro da noite, avistaram uma pickup junto a um hotel abandonado. Um local escuro, isolado, longe de tudo e que lançava suspeitas. Os guardas da GNR pediram informação sobre a matrícula via rádio e o militar Carlos Caetano, de 29 anos, abordou Pedro Dias, que estava dentro da carrinha a dormir. Pouco depois, um disparo à queima-roupa à cabeça do militar.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Investigação da PJ aponta para colaboração de amigos na fuga de Pedro Dias

A fuga do suspeito mais procurado do país entrou na quarta semana. A Judiciária acredita que o suspeito dos crimes de Aguiar da Beira continua a escapar graças à ajuda de amigos

CCP autorizou pagamentos indevidos a presidente de associação em Barcelos

A Confederação do Comércio autorizou pagamentos indevidos - de mais de 150 mil euros em fundos comunitários - ao presidente da Associação Comercial e Industrial de Barcelos. O antigo candidato à presidência de Confederação João Albuquerque cobrava irregularmente serviços a recibos verdes, como coordenador de cursos de formação profissional da própria associação que dirigia. Não o podia fazer e, por isso mesmo, a Confederação do Comércio já foi notificada para devolver o dinheiro. Este caso é uma investigação conjunta que está a ser feita pela SIC e pelo Jornal de Barcelos.

domingo, 18 de setembro de 2016

Carlos Alexandre levanta suspeitas sobre Autoridade Tributária

Há mais uma voz a insurgir-se contra as declarações do juiz Carlos Alexandre. Desta vez é o sindicato dos trabalhadores dos impostos que diz que a Autoridade Tributária deve investigar as insinuações do magistrado. Na entrevista publicada este sábado pelo Expresso, Carlos Alexandre diz-se "escrutinado", e dá o exemplo de uma fiscalização que lhe foi feita pelas finanças.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Sócrates acusa Marcelo de querer "tomar parte" no processo

O ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates acusou o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, de ter dado um sinal político de apoio ao departamento responsável pela investigação da Operação Marquês, ao visitar a instituição. "Ao visitar o DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal) uma semana antes daquilo que - já se estava mesmo a ver que era mais um adiamento (do prazo para a conclusão do inquérito da Operação Marquês) o Presidente da República decidiu tomar parte", afirmou Sócrates numa entrevista à estação de rádio TSF. "Fez um sinal político que não me escapou. De quem entre aqueles que abusam do poder -- como é o caso do Ministério Público -- o Presidente da República decidiu assim, do ponto de vista simbólico, visitar o DCIAP para sinalizar que está do lado de uma instituição contra o indivíduo", sustentou o ex-primeiro-ministro socialista. Na mesma entrevista, Sócrates refere que o Presidente da República "não foi eleito pelas instituições", e que "deve compreender" que o principal dever de um chefe de Estado de uma República democrática é para com os direitos dos cidadãos. No dia 07 de setembro, ao visitar o DCIAP, o Presidente da República, afirmava estar "muito empenhado" no funcionamento da investigação criminal.

Sócrates considera cínico anúncio da PGR sobre adiamento

O ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates acusa a Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, de cinismo ao anunciar o adiamento da investigação da "Operação Marquês". "A Procuradora, de forma completamente cínica, vem dizer que decidiu acelerar o processo. E decide acelerar para quê? Para adiar seis meses", perguntou o ex-primeiro-ministro José Sócrates, arguido da Operação Marquês, entrevistado pela TSF. Contactada pela Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) disse não ter qualquer comentário a fazer sobre a entrevista de Sócrates.