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terça-feira, 17 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Paris: Refém na sala de espetáculos contacta com o exterior através das redes sociais
A sala de espetáculos Bataclan é um dos locais
alvo do ataque em Paris. No interior, dezenas de pessoas estão reféns e os
autores do atentado têm estado a disparar contra espectadores de um espetáculo
que decorria. Um dos reféns tem estado a conseguir contactar com o exterior
através da internet.
domingo, 15 de novembro de 2015
O vídeo impressionante do repórter do Le Monde que ficou ferido
As imagens captadas por um jornalista do Le Monde mostram a fuga de algumas pessoas que se encontravam dentro da sala de espetáculos Bataclan, ao som de vários disparos. O repórter acabaria por ser atingido. Quando ouvir um estrondos, que pareciam «pertardos», Daniel Psenny começou por pensar que faziam parte do filme que estava a dar na televisão. Mas quando chegou à janela, percebeu que a cena era bem real: pessoas em pânico, a fugir pelas traseiras do Bataclan, enquanto se ouviam vários tiros. O jornalista acabaria por ser atingido por um bala enquanto tentava ajudar e, já depois de assistido no hospital Georges-Pompidou, relatou ao Le Monde como pensou "imediatamente no 11 de setembro” (Visão)
Futebolista inglês ajudou equipas de socorro em Paris
Martin Kelly está a ser considerado um dos heróis de Paris. O jogador do Crystal Palace e internacional inglês estava num café, perto da zona dos atentados, e ajudou as equipas de emergência no local.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
França: Najat Vallaud-Belkacem, 37 anos, marroquina e muçulmana, porque é que a direita está contra ela?
"Imprensa diz que reforma da ministra de 37 anos põe em discussão aquilo que mais divide a esquerda e a direita em relação à educação: uma escola mais igualitária, ou mais elitista? A ministra da Educação francesa está a ser alvo de duras críticas depois de ter anunciado uma reforma no setor. Os ataques vêm de todos os lados, mas sobretudo da direita. A ministra da Educação francesa está a ser alvo de duras críticas depois de ter anunciado uma reforma no setor. O primeiro-ministro, Manuel Valls, já veio interceder a favor de Najat Vallaud-Belkacem, sublinhando que a escola francesa é das menos igualitárias da Europa. E que, afinal de contas, é isso que a ministra de 37 anos, marroquina e muçulmana, pretende transformar. “Incompetente”, já classificou o líder da oposição Nicolas Sarkozy, e “greve” declararam os cinco sindicatos que respresentam 80% dos professores, noticia o El Pais. No cerne da discórdia, o estudo das origens e da expansão do islamismo. A ministra, que chegou ao governo há nove meses, é acusada de desvalorizar o cristianimo e o judaísmo. O governo já explicou que esta é uma falsa interpretação: atualmente os alunos de 12 anos já aprendem sobre esta matéria e o que se pretende é que o cristianismo medieval seja uma matéria optativa, mas mantém-se o ensino do cristianismo e do judaísmo. Além do estudo do islamismo, há outras matérias a alimentar a ira dos intelectuais de direita e até de membros do próprio Partido Socialista. O Observador explica-lhe em seis breves pontos em que mais consiste esta reforma:
- Aulas de Alemão – O projeto do Governo passa por introduzir uma segunda língua aos 12 anos, deixando de haver segunda língua no ensino secundário.
- Menos Latim e Grego – Atualmente as chamadas “línguas mortas” estudam-se entre os 12 e 14 anos e só 20% dos alunos seguem o seu estudo. Assim, reduz-se o ensino destas matérias, incluindo-o num tema que se chamará “Línguas e culturas da Antiguidade” (tradução livre). Para fazer face às críticas, aplia-se o ensino do francês com os contributos destas línguas.
- Maior autonomia das escolas – Cada escola será livre para escolher quais as modalidades de ensino que pretende implementar nos 20% do tempo escolar livre.
- Classes interdisciplinares – Podem existir aulas complementares lecionadas por professores de vários disciplinas que se complementem, favorecendo e motivando o debate.
- Acompanhamento personalizado – durante três horas semanais (aos onze anos) e uma hora semanal nos anos seguintes.
- Criação de 4 mil novos postos de trabalho para professores para conseguir grupos mais pequenos de alunos.
O primeiro-ministro Manuel Valls já veio defender publicamente a ministra da Educação, sublinhando o facto de o tema da Educação ser em França sempre polémico e trazer ao de cima as principais diferenças entre esquerda e a direita, como dizia aliás o Libération. O primeiro-ministro já falou na necessidade de debater o tema da reforma escolar, de forma a tornar a escola igual para todos, e enalteceu a coragem da primeira mulher ministra da Educação em França. “Eu ouço todas as críticas. Elas surpreendem-me (…). O debate não está entre o elitismo e o igualitarismo. Está entre os que pensam que só alguns conseguem, enquanto os outros estão condenados ao fracasso, e aquele que pensam que todos podem conseguir através do mérito. Entre uma visão conservadora da escola e uma visão realmente republicana, exigente, meritrocrata e generosa”, defende Manuel Valls. A própria ministra já manifestou, via Twitter, estar a sentir-se vítima de homofobia" (fonte: Observador)
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