Mostrar mensagens com a etiqueta Bin Laden. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bin Laden. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Documentos desclassificados mostram um Bin Laden focado nos EUA

"Vários documentos, agora desclassificados, revelam que Osama Bin Laden pediu sempre aos seus apoiantes, incluindo no seu refúgio de Abbottabad, para permanecerem focados em ataques contra os Estados Unidos. "A prioridade deve ser matar e combater os americanos e os seus representantes", escreve Bin Laden num dos documentos encontrados na residência de Abbottabad, no Paquistão, onde permanecia escondido até ao assalto das forças especiais norte-americanas a 2 de Maio de 2011, que então reivindicaram a sua morte. Bin Laden considerava que a Al-Qaeda devia promover ataques espectaculares contra os Estados Unidos, à semelhança dos atentados do 11 e Setembro de 2001, e não contra os regimes do Médio Oriente. "Devemos terminar as operações contra o exército e a polícia em todas as regiões, especialmente no Iémen", escreveu numa carta. A prioridade devia ser "atacar a América para forçá-la a abandonar" os regimes do Médio Oriente e "deixar os muçulmanos tranquilos", acrescentou. Os textos disponibilizados pela administração norte-americana revelam o estado de espírito do chefe histórico da Al-Qaeda, as suas reflexões tácticas, a sua ansiedade face aos serviços de informações ocidentais ou a sua grande atenção para a imagem pública da rede terrorista.
No total, foram desclassificados cerca de 100 documentos pelos serviços de informações dos EUA e com acesso e conhecimento exclusivo garantido pela agência noticiosa AFP. O Presidente Barack Obama apelou a "uma maior transparência" em torno dos documentos confiscados no Paquistão e o Congresso votou uma lei que obriga os serviços de informações a examinar quais os documentos que podem ser divulgados, recordou Jeff Anchukaitis, porta-voz da Direcção Nacional de Informações (DNI). No entanto, não foi possível verificar de forma independente a origem dos documentos nem a qualidade da tradução. A desclassificação ocorreu pouco após a publicação de um artigo do jornalista de investigação Seymour Hersh, pondo em causa a versão oficial da morte de Bin Laden. No entanto, o porta-voz da CIA, Ryan Trapani, indicou que este processo tinha começado há alguns meses e não pode ser considerado uma resposta ao artigo. Através de cartas, rascunhos, memorandos ou directivas, os documentos analisados permitem entender diversas preocupações, da estratégia ao quotidiano. Consciente dos riscos dos ataques de drones norte-americanos sobre os quadros da organização, Bin Laden pedia para não comunicarem por email, não se reunirem em grupos importantes, e inquietava-se pelo risco de serem colocados detectores electrónicos nos vestidos da sua mulher" (fonte: Renascença) 
***
Localização de Bin Laden pode ter sido revelada por britânico que pertencia ao exército do Paquistão 
"Há novos desenvolvimentos sobre a morte de Bin Laden. De acordo com o Telegraph, um ex-oficial do Reino Unido, que pertencia ao exército paquistanês, foi acusado de ter vendido o esconderijo do ex-líder da Al-Qaeda à CIA. O nome que foi avançado é o de Usman Khalid, um militar aposentado que morreu há cerca de um ano. A família de Usman Khalid negou que este tivesse sido responsável pela captura do homem mais procurado dos Estados Unidos em 2011. O filho, Abid Khalid, disse ao The Telegraph que, na altura em que Bin Laden foi morto, o pai estava doente com cancro e que passava os dias a entrar e a sair do hospital. A verdade é que a procura pelo nome da pessoa que revelou o esconderijo de Bin Laden se intensificou depois de um artigo que o jornalista vencedor de um Pulitzer, Seymour Hersh, escreveu na London Review of Books, no início do mês de maio. No artigo, Hersh escreveu que o ex-líder da Al-Qaeda era prisioneiro da agência de inteligência paquistanesa e que tinha sido um dos militares a revelar os pormenores da localização em troca de 25 milhões de dólares e de cidadania norte-americana. “O meu pai não visitava os EUA desde 1976 e vivia no Reino Unido desde 1979, por isso não havia razão para ele e a família quererem cidadania americana. Ele não mantinha contacto com a CIA e não sabia nada sobre Osama Bin Laden, além do que lia nos jornais, como qualquer outra pessoa”, disse o filho. A versão da Casa Branca e da CIA é diferente. Segundo as autoridades norte-americanas, o local onde estava escondido Bin Laden foi descoberto pelos agentes norte-americanos, mas a imprensa paquistanesa identificou Khalid como o informador. “O meu pai ficaria devastado por estar ligado a qualquer coisa que pusesse em risco a vida de pessoas inocentes, sobretudo crianças, e no país que ele amava”, disse Abid Khalid. Os críticos têm acusado Seymour Hersh de se deixar usar para promover teorias da conspiração e questionaram a qualidade do artigo que escreveu. O jornalista não quis comentar as declarações dos familiares de Usman Khalid" (fonte: Observador)
***
O homem que matou Bin Laden revelou-se
"Após três anos de especulação, um site norte-americano revelou a identidade do membro do SEAL, o grupo de elite da Marinha americana, que matou Bin Laden numa operação secreta no Paquistão, em 2011. Chama-se Robert O’Neill, tem 38 anos e foi condecorado 52 vezes antes de deixar as Forças Armadas norte-americanas. A revelação foi feita pela SOFREP, uma página de internet com textos noticiosos e analíticos de antigos militares e agentes de operações especiais, na segunda-feira. Fizeram-no em protesto por saberem que a identidade do homem não ficaria escondida por muito mais tempo, uma vez que o canal Fox já tinha agendado a transmissão de um documentário de duas partes para os dias 11 e 12 de novembro, com entrevistas de Robert O’Neill. O Washington Post também estava em conversações com o homem que disparou o tiro fatal na testa de Bin Laden. Num artigo publicado esta quinta-feira, o jornal norte-americano diz que confirmou a história com outros dois SEAL presentes na missão contra o mentor dos ataques do 11 de Setembro. Bin Laden morreu com três tiros na cabeça. Entretanto, o pai de Robert O’Neill deu uma entrevista ao britânico Daily Mail a confirmar a história. Robert já tinha falado com à Esquire em 2013, mas na altura era referido como “The Shooter”, para proteger o anonimato. As Forças Armadas ainda não prestaram comentários, mas sempre se recusaram a revelar a identidade do homem por motivos de segurança. Além disso, a revelação da identidade viola o código de conduta dos SEAL. O pai, Tom O’Neill, não mostra medo de possíveis represálias. “As pessoas estão a perguntar se não temos medo de que o Estado Islâmico nos venha apanhar por causa de o Robert se revelar publicamente. Eu pinto um grande alvo à porta de minha casa e digo que venham apanhar-nos”, disse. Ao Daily Mail, o pai explicou também que Robert O’Neill decidiu revelar a sua identidade porque a família estará a passar dificuldades financeiras, dado que o ex-SEAL terá perdido alguns dos benefícios que tinha por ter deixado o grupo de elite da Marinha após 16 anos de serviço, em vez dos 20 necessários. No ano passado, “The Shooter” também já tinha referido dificuldades financeiras. As razões serão abordadas no documentário que a Fox vai transmitir. Robert O’Neill participou em mais de 400 missões de combate, em quatro zonas de guerra diferentes, incluindo Iraque e Afeganistão. Uma das mais mediáticas foi o resgate do capitão norte-americano Richard Phillips, sequestrado em 2009 por piratas ao largo da Somália, e que deu origem ao filme “Capitão Phillips”, protagonizado por Tom Hanks. O ex-SEAL tem 52 condecorações mas há uma em falta que leva o pai a congratular-se: a “purple heart”, medalha atribuída àqueles que são feridos ou mortos em combate" (fonte: Observador)
***
A carta de despedida de Bin Laden à “menina dos seus olhos” 
"Um terrorista preocupado com a família e romântico. Osama bin Laden deixou ficar para trás uma carta destinada à sua “fiel e querida esposa”, conta o espanhol El Mundo. Era dirigida a uma das suas três mulheres (detida com os filhos) foi primeiro gravada em formato vídeo, em 2008, e só depois transcrita para papel. Nela revela os últimos desejos, dá conselhos familiares e pergunta pelos filhos, bem como por outros parentes, desejando-lhes saúde. “Peço a Deus que todos estejam em boas condições e que acelere a vossa libertação e a de todos os prisioneiros muyahidin”, lê-se no documento. Na carta, o líder da Al-Qaeda revela-se romântico e deixa palavras de apreço à mulher: “Quero que saibas que preenches o meu coração de amor e com belas recordações. (…) Cada vez que penso em ti os meus olhos enchem-se de lágrimas por ter-te longe”. O terrorista chega a fazer juras de amor eterno e a afirmar que não se casaria novamente, referindo-se à então esposa como “a menina dos meus olhos” e “a coisa mais preciosa que tenho neste mundo”. O homem mais procurado do mundo pede ainda à mulher que tenha “paciência e força” para agradar a Deus para que os dois se reúnam “no paraíso, entre os seus rios e suas riquezas”. E continua dizendo que lhe dá permissão para regressar à família desde ela que eduque os filhos “como deve ser”: pede que mantenha as filhas longe de sarilhos e de “más companhias” até que estas atinjam a puberdade, e que o filho seja enviado para junto do avô, de modo a juntar-se à luta jihadista.
Osama Bin Laden: Romântico, mas não só
A carta data de agosto de 2008, numa altura em que o líder estaria escondido no Irão, Afeganistão ou Paquistão, escreve o Daily Mail, e mostra um Bin Laden muito diferente daquele que se revelou à opinião pública no mundo ocidental. A missiva faz parte de um conjunto de cerca de 100 documentos relacionados com a Al-Qaeda que foram desclassificados esta quarta-feira, 20 de maio, pela administração dos Estados Unidos — foram descobertos na residência de Abbottabad, no Paquistão, onde Osama permaneceu escondido até ao assalto das forças especiais norte-americanas que o vitimou, a 2 de maio de 2011. Os documentos revelam o estado de espírito do chefe histórico, mas também as suas reflexões táticas e preocupações face aos serviços de informações ocidentais. Entre as prioridades estipuladas, destaca-se uma: Bin Laden pediu sempre aos seus apoiantes que permanecessem focados em ataques contra dos EUA. A desclassificação em causa resulta da “maior transparência” pedida por Barack Obama em torno dos documentos confiscados no Paquistão e da lei votada em congresso, a qual obriga os serviços de informações a examinar quais os documentos que podem ser divulgados. Acrescente-se que ainda não foi possível verificar de forma independente nem a origem nem a qualidade da tradução dos mesmos. Os documentos vêem a luz do dias depois da publicação de um artigo do jornalista de investigação Seymour Hersh, que pôs em causa a versão oficial da morte de Bin Laden. No entanto, o porta-voz da CIA, Ryan Trapani, indicou que este processo tinha começado há alguns meses e não pode ser considerado uma resposta ao artigo. As cartas, rascunhos, memorandos e diretivas permitem entender diversas preocupações do líder: consciente dos riscos dos ataques de drones norte-americanos sobre os quadros da organização, Bin Laden pedia para não comunicarem por e-mail, para não se reunirem em grupos importantes e inquietava-se pelo risco de serem colocados detetores eletrónicos nos vestidos da sua mulher. Achava ainda que a Al-Qaeda devia promover ataques espetaculares contra os Estados Unidos, à semelhança dos atentados do 11 e setembro de 2001, e não contra os regimes do Médio Oriente" (fonte: Observador)
***
Osama Bin Laden gostava de porno e lia Noam Chomsky
"Os 100 documentos descobertos na residência de Osama Bin Laden em Abbottabad, no Paquistão, revelam novas informações acerca do ex-líder da organização terrorista Al-Qaeda. Os dados foram tornados públicos esta quarta-feira pela administração dos Estados Unidos, escreve o jornal Telegraph. Bin Laden era entusiasta das teorias da conspiração, lia Noam Chomsky e tinha uma vasta coleção de pornografia que ainda não foi desclassificada devido “à natureza dos seu conteúdo”. 
Teorias da conspiração 
Bin Laden tinha aparentemente um fascínio por teorias da conspiração. Foram encontrados no seu esconderijo livros como “Linhas de Sangue dos Illuminati”, de Fritz Springmeier sobre a organização secreta Illuminati. O autor é conhecido por ter argumentado que as “forças satânicas” estariam alinhadas com as elites para criar uma nova ordem global. “Os Segredos da Reserva Federal” de Eustace Mullins, outro especialista americano em teorias da conspiração, foi também descoberto. Eustace é um defensor radical da raça branca que nega que o Holocausto na Segunda Guerra Mundial tenha acontecido. Livros sobre teorias da conspiração ligadas ao 11 de setembro, pelo qual Bin Laden se declarou responsável, também fazem parte da lista. 
Noam Chomsky e relações internacionais 
Na casa onde Bin Laden se escondeu até ter sido morto pelas forças especiais norte-americanas, a 2 de maio de 2011, foi também encontrada uma coleção de livros sobre relações internacionais e current affairs. Entre eles, “Hegemonia ou Sobrevivência: Busca da América pelo Domínio Global”, do ativista político norte-americano e professor no MIT, Noam Chomsky; “As Guerras de Obama” escrito pelo jornalista de investigação norte-americano, Bob Woodward; e “A Melhor Democracia que o Dinheiro Consegue Comprar” de Greg Palast, autor e jornalista, também norte-americano. 
Pornografia 
Já a vasta colectânea de pornografia de Osama Bin Laden ainda não foi tornada pública. A sua existência foi divulgada em 2011 após um raide à casa de Abbottabad do ex-líder da Al-Qaeda. Segundo a agência Reuters, a pornografia “consiste em vídeos registados electronicamente” sendo “moderna” e “bastante extensa”. Brian Hale, porta-voz do diretor dos serviços secretos dos EUA, informou o Telegraph que não seriam divulgados para já mais detalhes sobre a pornografia. “Não está nos nossos planos divulgar [essa informação] nesta fase”, afirmou. “Devido à natureza dos conteúdos” a decisão foi a não tornar esses dados públicos" (fonte: Observador)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Señalan a un general paquistaní exiliado en Londres como el hombre que desveló el refugio de Bin Laden

"La prensa paquistaní asegura que el general Usman Khalid, exiliado en Londres desde 1979 por motivos políticos y que falleció allí el año pasado, fue el soplón que alertó a la CIA del paradero de Bin Landen. Su familia lo niega y en declaraciones a «The Daily Telegraph» asegura que «nunca tuvo contacto alguno con Bin Laden y lo único que sabía de él era lo que leía en los periódicos». El 2 de mayo de 2011 se produjo una de las noticias más espectaculares de lo que va de siglo. Un comando de los Navy Seals estadounidenses mataba a tiros a Bin Laden, el criminal más buscado del planeta, en la última planta de su casa de Abbottabad, en Pakistán. La operación fue seguida en directo desde la Casa Blanca por un gabinete de emergencia, con Obama y Hillary Clinton al frente. La caza de Bin Laden se vendió como un gran éxito de los servicios de inteligencia norteamericanos y hasta fue glorificada en una –excelente- película, «Zero Dark 30», de Kathryn Bigelow, que convertía a una agente de la CIA apodada «Maya» en la espía que dio con la pista definitiva, al interceptar al correo de Bin Laden. Esa versión ha permanecido intocable durante una década, hasta que a comienzos de este mes el veterano periodista Seymour Hersh, de 78 años, publicó en un lugar inesperado, la «London Review of Books», una revista literaria y política de periodicidad quincenal, una nueva teoría que desbarataba la versión oficial y le restaba heroísmo. Según Hersh, Bin Landen era en realidad prisionero de los servicios secretos paquistaníes, el poderoso y vidrioso ISI, casi un Gobierno en la sombra en el país, que lo habrían capturado en 2006. Los saudíes también sabían que estaba en Abbottabad. El control sobre Bin Landen le servía al ISI para influir en las peligrosas zonas tribales fronterizas bajo dominio talibán. El periodista sostiene que un ex agente de la inteligencia paquistaní se presentó en la embajada estadounidense en Islamabad y dio el soplo sobre el paradero de Bin Laden, a cambio de una recompensa de 25 millones de dólares. Según Hersh, que ha ganado un premio Pulitzer y es autor de sonadas investigaciones sobre la masacre de My Lai, en Vietnam, y sobre las torturas de Abu Ghraib, los paquistaníes fueron alertados de la operación de los Seals y les franquearon el paso por el espacio aéreo nacional. Eso explicaría, por ejemplo, el casual corte de luz que se registró en el barrio durante la operación. La teoría de Hersh vendría a aclarar la extraña situación de que el tan perseguido Bin Laden vivía en realidad muy cerca de una importante academia militar.
Usman Khalid, el general retirado al que la prensa de Paquistán llama el «súper soplón», era un hombre de bigote y pelo blancos, que falleció por un cáncer el pasado año en Londres. Tras servir 25 años en el ejército de su país, en 1979 se exilió en el Reino Unido, en protesta por la ejecución del ex presidente Ali Butto, cuya hija, Benazir Butto, fue asesinada en un extraño atentado en 2007, cuando hacía campaña electoral para volver a presidir el país. Los medios paquistaníes sostienen que el soplón recibió 25 millones de dólares y la ciudadanía estadounidense, retiro a donde se habrían desplazado él y su familia. Su hijo, Abid Khalid, dice que «todo eso no tiene sentido, porque cuando ocurrió lo de Bin Landen mi padre estaba con cáncer en el hospital». La familia se declara muy enojada por la acusación. El Gobierno estadounidense ha calificado la información de Seymour Hersh de «teorías sin base alguna». Pero la tapa de la marmita se ha levantado y ha comenzado un carrusel de especulaciones que pone en duda la versión oficial heroica de Obama y su Gabinete. Aunque al final, de un modo u otro, el resultado será siempre el mismo: el mundo de libró de Bin Laden, un criminal de perfil psicótico que organizó el atentado más letal de la historia" (fonte: ABC)